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26
agosto

Nova embarcação de apoio do CNH homenageia “RUI SILVEIRA”

Escrito por  SG/CNH
Publicado em Desporto
O Clube Naval da Horta, adquiriu nos meses de junho/julho uma nova embarcação semi-rígida com vista a fazer face a todas as tarefas que se relacionam com a prática desportiva no mar. Esta nova embarcação foi registada em nome do CNH, que depois requereu uma alteração do nome, atribuindo-lhe a designação de “Rui Silveira”, como forma de homenagear o menino de ouro deste clube. A nova unidade da frota foi apresentada no jantar de encerramento do Festival Náutico da Semana do Mar, na presença do Velejador de Alta Competição do CNH. Rui Silveira, foi convidado a retirar a bandeira do Clube que cobria parte do flutuador e nesse momento percebeu que o novo barco tinha o seu nome. Esta nova embarcação é um semi-rígido de 4,60m e com motor de 40 cv, que ostenta a bandeira nacional e o galhardete do CNH e com a bandeira do Clube a tapar uma parte do flutuador de bombordo. José Decq Mota, em nome da Direção, historiou a longa ligação que Rui Silveira tem com o CNH, lembrando que “aí pelos anos 97 e 98 havia um miúdo muito miúdo, que estava sempre presente nas atividades e desejoso de embarcar e ajudar nos barcos de apoio”, esse miúdo passou depois para a Escola de Vela do Clube e foi- se transformando num velejador local, regional e nacional de grande mérito”, refere o CNH na nota de imprensa enviada às redações. Segundo a mesma nota o presidente recordou ainda que, “nos últimos seis anos, Rui Silveira, com muito esforço e dedicação, transformo-se num velejador de alta competição, com projeção Mundial”, reforçando que “esta brilhante carreira de um velejador açoriano merece ser assinalada já e nada melhor do que dar o nome do Rui a um novo barco do seu Clube”, lê-se. Por sua vez, o velejador satisfeito, agradeceu a homenagem, manifestou a sua surpresa e anunciou que está disponível para prosseguir este seu caminho, tendo como alvo os Jogos Olímpicos de Tóquio. Rui Silveira sublinhou que apesar de se ter apurado Portugal para os Jogos do Rio, não conseguiu “conquistar a única vaga portuguesa em Laser Standard”, considerando que este percalço “não impede que esta carreira prossiga, sempre com o mesmo total empenhamento, nos próximos quatro anos”, avança. SG/CNH
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