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15
maio

Comissão Política Social Democrata diz que PS faialense é “obediente e subordinado”

Escrito por  AG
Publicado em Local
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A Comissão Política de Ilha do PSD do Faial (CPI/PSD) catalogou de “obediente e subordinado” o PS local em comunicado que data de 12 de maio. A acusação vem no seguimento do chumbo em bloco dos deputados municipais socialistas na última Assembleia Municipal ,de 30 de abril, a um voto de protesto proposto pela coligação municipal PSD/CDS-PP/PPM  “pelo impacto negativo que o modelo de transportes aéreos está já a ter e pelos riscos que se perspetivam possa causar na dinamização da gateway da Horta”.

Segundo o comunicado da CPI do PSD houve “estupefação” no seio social democrata com esta reprovação pois em Conselho de Ilha, do qual constam alguns deputados municipais do partido no poder, uma proposta com teor semelhante fora aprovada.

“A nossa admiração é justificada e legitimada pelas posições anteriormente manifestadas pelo PS, nomeadamente, pelas mesmas pessoas que fazem parte do Conselho de Ilha, e simultaneamente, do grupo municipal socialista, que no conselho de ilha votaram de uma forma e, posteriormente, na assembleia municipal votaram em sentido contrario. O que leva as mesmas pessoas votarem o mesmo assunto de modo contrário? Que incoerência foi esta?”, questiona Eduardo Pereira, presidente da CPI do PSD.

No comunicado os laranjas afirmaram que “quando todos vieram manifestar preocupação com as novas obrigações de serviço público, o PS Faial, através de um comunicado que é público, veio-se congratular com o novo acordo assinado”.

“É certo que o PS tentou disfarçar esta vassalagem à estrutura regional do partido através da apresentação de um voto de recomendação, que consistia no ataque ao Governo da Republica e à TAP, e a defesa do Governo Regional e da SATA recomendando que estes últimos assegurem e cumpram apenas e somente o que se comprometeram” acusaram ainda.

Aquando da Assembleia Municipal Tribuna das Ilhas noticiou o chumbo dos socialistas a este voto de protesto do grupo municipal da coligação PSD/CDS-PP/PPM que se opunha à redução do número de ligações aéreas diretas com Lisboa, em especial nos meses de julho e agosto, e demonstrava várias preocupações com a entrada em vigor do novo modelo de Obrigações de Serviço Público (OSP’s) em 29 de março último.

O deputado municipal socialista na altura justificava o voto contra pelo processo de formulação e entrada em vigor das obrigações  apressadas que culminou com a adeus da TAP à gateway da Horta e a exclusividade da SATA. Na sessão de 30 de abril Luís Prieto recusou-se a compactuar com o considerou ser “lançar o odioso para com a SATA sem lhe dar tempo para se adaptar.

O grupo municipal da CDU votou favoravelmente a este voto de protesto agora na baila.

 

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