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15
maio

Movimento Cívico “Apoio Mota Amaral” com número significativo de apoiantes

Escrito por  AG
Publicado em Regional

Antes da designação de Berta Cabral para cabeça de lista pela Açores nas próximas Eleições Legislativa 2015 já muito de falava do crónico deputado João Bosco Mota Amaral. Entre o ser ou não , uma vez mais, cabeça da lista pelos sociais democratas a decisão acabou por ser confirmada a 1 de maio com um claro “não” dado pela comissão política do partido.

Antes, o ex-presidente da região autónoma dos Açores já vira à comunicação social demonstrar a sua disponibilidade para uma eventual recandidatura. De pouco serviu. Berta Cabral, atual secretária de Estado Adjunta e da Defesa Nacional, avançou como número um mas ainda há no arquipélago quem queira que Mota Amaral não abandone a Assembleia da República.

O Movimento Cívico “Apoio Mota Amaral” surgiu e diz que irá fazer chegar às mais altas instâncias do PSD/Açores um manifesto de apelo à recandidatura de João Bosco Mota Amaral.

Até hoje foram contabilizadas 7608 subscrições e apoios, 2078 em papel e no website www.apoiomotaamaral.com, 2880 apoios na página de Facebook “Mota Amaral à AR” e 2650 apoiantes na página “Apoio Mota Amaral Candidato à AR 2015”.

Entre os subscritores encontram-se três antigos Presidentes da Assembleia Legislativa Regional dos Açores, João Reis Leite, Dionísio de Sousa e Fernando Menezes .

Com a entrega deste manifesto, os integrantes do movimento cívico espera “demonstrar ao PSD dos Açores que as bases do partido não foram devidamente consideradas na seleção dos candidatos e que falou o diálogo com a sociedade civil, que em muitos poucos dias se manifestou amplamente em favor da candidatura” do, por enquanto, deputado.

Na Legislativas de 2011 com Mota Amaral no comando o PSD/Açores alcançou um expressivos  47,36% dos votos, com o PS a surgir em segundo com apenas 25,67%. Desta forma, os sociais democratas elegeram, na altura, três deputados e os socialistas dois.

No percurso enquanto deputado Mota Amaral encontra-se no hemiciclo nacional desde a Assembleia Constituinte, com mandado suspenso entre 8 de setembro de 1976 e 1995 por estar no cargo de Presidente da Região Autónoma dos Açores.

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