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04
dezembro

A meio do mandato José Leonardo faz um balanço positivo destes 2 anos

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Passam dois anos desde que José Leonardo Goulart Silva tomou posse como presidente da Câmara Municipal da Horta. Pela frente tem outros tantos anos e, quiçá, outro mandato.
Como o próprio diz ao Tribuna das Ilhas, ainda é cedo para perspetivas, sobretudo no que ao seu futuro político diz respeito.

Estamos a meio do mandato. É altura de parar, pensar e fazer um balanço a estes dois anos de trabalho…
Todos os anos realizo o meu próprio balanço, quer político quer pessoal, até para avaliar o percurso realizado.
Considero que temos feito um esforço para que os compromissos que assumimos com as pessoas mereçam uma resposta positiva e, sobretudo, para defender o Faial, as suas Juntas de Freguesia, bem como a sua dimensão económica e social.
Neste segundo ano, solidificámos os projetos que lançámos em 2014, quer na área social, quer na área económica.
Iniciámos o processo de bonificação da utilização do parque empresarial e da promoção da reabilitação urbana. Neste sentido, promovemos a redução de taxas urbanísticas para quem quer reconstruir e construir casa e, ao nível do sector primário, criámos um tarifário único no abastecimento de água à lavoura.
No que diz respeito às freguesias houve um esforço na manutenção das transferências em delegações de competências e na criação de um fundo de investimento próprio capaz de atrair mais investimento externo com o apoio da CMH. Concluímos, igualmente, o processo de aquisição dos terrenos para a construção do equipamento social da Feteira e pretendemos, no próximo ano, em colaboração com a Junta de Freguesia de Pedro Miguel, concluir a intervenção no polivalente.
Estes equipamentos sociais são importantes, quer para as freguesias, quer para o Município que vê assim a sua rede de equipamentos sociais consolidada.

Novamente as questões sociais em cima da mesa, aliás, uma das suas bandeiras de campanha foi essa mesmo: o pensar as pessoas…
Foi e continuará a ser em dois patamares: Em primeiro lugar, tentar criar medidas estruturais que proporcionem melhores condições de vida e que tenham impacto ao nível do próprio emprego.
Em segundo lugar, introduzir condições vantajosas que favoreçam o investimento a quem pretenda investir, nomeadamente através do gabinete do investidor.
No entanto, continuamos a insistir que as dificuldades das famílias não podem esperar por medidas estruturais. Tendo isso presente, pretendemos ainda aumentar o Fundo de Emergência Social, que abrange sobretudo as famílias mais fragilizadas.

 

Leia a entrevista completa na nossa edição impressa.

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