André Costa, tem 16 anos, faz parte do quadro de excelência da Escola Secundária Manuel de Arriaga (ESMA) e vai representar os Açores na fase final do Concurso Nacional de Leitura (CNL), que decorre nos finais de junho no continente.
André Costa partilhou com o Tribuna das Ilhas a sua experiência.

No passado dia 22 de abril realizaram-se em Angra do Heroísmo as provas da fase Regional do CNL, respetivamente, nos níveis de 3.º Ciclo e do Secundário.
André Costa, da ESMA, foi um dos vencedores e prepara-se agora para participar, em junho e julho, em representação dos Açores, na fase nacional da competição, que se realizará em Lisboa.
Motivado pelo gosto pela leitura, o aluno participa neste concurso desde o 7.º ano e já não é a primeira vez que fica apurado para o CNL. Para este concurso, composto por uma prova escrita e outra oral que inclui ainda uma dramatização, as obras apresentadas à leitura foram “O Terceiro Servo” de Joel Neto, um escritor da Terceira e “Os Capitães da Areia” de Jorge Amado, que o jovem confessa ter lido “três vezes cada um”.
O aluno adianta à nossa reportagem, que os concursos sempre lhe despertaram muito interesse. Aliás a sua participação em concursos escolares começam quando ainda estava no segundo ciclo. “Eu participo no CNL há quatro anos, mas desde o 5.º ano que me interesso por concursos e sempre que havia uma competição eu tentava participar. Participei em alguns a nível escola e num de nível Regional que ganhei relacionado com matemática”.
No entanto, o jovem revela que a sua vontade era mesmo “participar em qualquer coisa que tivesse a ver com português ou com leitura” a sua “grande paixão”. Assim quando passou para o 7.º ano e teve conhecimento deste concurso e decidiu “logo que queria participar”, confessa.
Nesse ano, afirma André “apesar de ser um pouco inexperiente e a minha parte oral não ser lá muito convincente consegui ficar em terceiro lugar e passar de imediato à fase regional, aliás como tenho passado todos estes anos”.
No 8.º ano, salienta o estudante, o seu objetivo era mesmo ficar em primeiro e passar à fase nacional e conseguiu. Nesse ano representou os Açores no concurso nacional, no entanto a falta de experiência deixou-o fora dos cinco primeiros. “Não tinha conhecimento de como era, não estava bem preparado, só anunciaram os cinco primeiros e não fiquei”, mesmo assim, “foi uma boa experiência, conheci pessoas novas e deu-me preparação para as participações que se seguiram”, revela.
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