Decorreu na passada sexta-feira a apresentação do Plano Integrado de Regeneração Urbana Sustentável (PIRUS) da cidade da Horta.
A conferência de imprensa teve lugar nos Paços do Concelho, onde José Leonardo Silva, presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH), apresentou o PIRUS e aproveitou para evidenciar a importância do envolvimento das forças vivas, partidárias e principais associações locais.
Para o edil "este é um plano que vai revitalizar a cidade da Horta onde estão inseridos os vários investimentos previstos pela autarquia para cidade da Horta até o ano 2020".
Relembrando que este não é “um plano estático, ou seja, é um plano que continua aberto à participação da sociedade civil", José Leonardo Silva, ainda no âmbito da apresentação, referiu que o PIRUS "reflete uma preocupação que o município tem em relação ao investimento nos espaços públicos com o objetivo de se melhorar as acessibilidades, o nosso comércio e a ambiência da cidade”.
No total são 26 os projetos integrados no PIRUS, representando um investimento municipal de 6 milhões de euros até o ano 2020.
O presidente frisou ainda a importância da sintonia existente entre a CMH e os faialenses, notada através da elaboração de um inquérito de satisfação à população residente (200 inquéritos), onde se realçou a necessidade de se fazer um investimento no centro histórico da cidade e na frente-mar “que vai trazer resultados positivos no futuro”, revelou.
O autarca adiantou ainda que “alguns dos projetos já são do conhecimento público como é exemplo a revitalização do Mercado Municipal, cuja empreitada será lançada em breve, a Frente-mar, a instalação do Centro de Observação Oceânica e o projeto Horta ConVida que também se relaciona com este plano”.
A finalizar José Leonardo considerou que “o objetivo da Câmara da Horta não é ter planos para ficarem no papel, mas sim um plano estratégico de desenvolvimento da ilha do Faial que seja realista e exequível”.
O PIRUS da cidade da Horta arranca já este ano com o início da requalificação da Rua Cônsul Dabney, aguardando apenas o visto do Tribunal de Contas para começar a obra.