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02
setembro

Marbraz 55 anos ao serviço do Faial

Escrito por  Susana Garcia
Publicado em Geral
A história do Marbraz começou há 55 anos, quando um jovem de 17 anos decidiu comprar uma mercearia e ter o seu próprio negócio. No ano de 1961, Manuel Martinho Dias Braz da Silva tornou-se proprietário do espaço, tinha apenas 17 anos. Adquiriu o negócio ao patrão que emigrou para os Estados Unidos da América e lhe propôs a compra do negócio. Apesar de muito novo, “decidiu arriscar”, revela Mário Silva. “O patrão queria vender o espaço por 45 contos, mas ao meu pai fazia por 42 contos”, conta. Tendo em conta a sua idade avança “o meu pai precisou da ajuda do meu avô, para assinar os documentos”, avança Mário Silva. O espaço inicial “era uma mercearia típica com balcão, que funcionava no espaço onde a minha tia tem agora o cabeleireiro”. Mais tarde “o meu pai comprou este terreno e construi o estabelecimento atual que foi evoluindo ao longo destes 55 anos, adaptando-o às novas realidades”, afirma o atual proprietário. “Quando o meu pai começou havia dificuldades, mas agora penso que estamos pior, é mais complicado”, considera o empresário. Avaliando o mercado faialense, tem consciência que a concorrência é maior “mas temos de nos adaptar”. Nesse sentido adianta que “o espaço começou por ser uma mercearia, mais tarde fizemos o mini mercado, já nestas instalações que depois passou para supermercado, com padaria e talho”, adianta. No entanto, com a vinda do Modelo, continua o empresário, “tivemos de alterar tudo. Reduzimos o supermercado, onde numa parte passou a funcionar um snack bar e deixamos de ter o talho e a padaria”. O proprietário revela que outra aposta foi a descentralização do negócio, nesse sentido, abriu dois mini mercados. “Tentamos descentralizar o negócio e neste momento temos três mini mercados, para além deste, temos um em Porto Pim, que já funciona há três anos e estamos há cerca de um ano a explorar a antiga Zenith, junto ao Amor da Pátria”. Paralelamente, adianta, “continuamos a ser armazenistas e retalhistas, aliás este é o grosso do negócio”. “Temos também uma parte dedicada a eletrodomésticos, que foi uma aposta minha é pequenina mas também dá um certo apoio”, diz o proprietário. Mário conhece bem o mercado faialense por isso a expansão do negócio passa sempre por uma análise cuidadosa. “O principio que usamos neste negócio é principalmente controlar muito os nossos custos, avançando sempre à medida das nossas possibilidades, sem fazer grandes investimentos”. “Esta tem sido sempre a política do meu pai e a minha segue o mesmo rumo”, afirma. LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA NOSSA EDIÇÃO IMPRESSA.
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