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10
novembro

Carlos Ferreira e Luís Garcia exigem que Governo resolva problema da piscina da Escola Manuel de Arriaga

Escrito por  Susana Garcia
Publicado em Local

Na sequência do resultado das análises à água da Piscina do Complexo Desportivo da Escola Manuel de Arriaga (ESMA), que indicam a presença de uma bactéria, os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial exigem ao Governo Regional “uma ação concertada” que resolva “as anomalias novamente detetadas na piscina”.
Este assunto, levou mesmo, Luís Garcia e Carlos Ferreira a entregar um requerimento na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA), a solicitar ao executivo esclarecimentos sobre a alteração da cor da água da piscina

Os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial, exigiram, no início desta semana ao Governo Regional, que resolva de uma vez o problema existente na piscina do Complexo Desportivo da ESMA.
O problema já se arrasta há algum tempo e tem gerado preocupação junto da comunidade escolar. Neste sentido Carlos Ferreira e Luís Garcia, exigem que o Governo Regional promova uma “ação concertada” com vista à solução das “anomalias novamente detetadas na piscina”.
“O Governo tem de ser claro na sua atuação para resolver essa anomalia nas águas da piscina da ESMA”, entendem, considerando ainda que o executivo “deve um esclarecimento público sobre o que se está a passar para tranquilizar alunos, encarregados de educação, professores e a sociedade civil”.
Segundo os deputados faialenses do PSD/Açores, os resultados de análises agora efetuadas à água “mostraram um resultado diferente das análises anteriores que já haviam levado ao encerramento da piscina em outubro”, indicando “a presença de uma bactéria”, denunciam.
Para os deputados “é grave que a infraestrutura tenha sido reaberta sem se conhecerem as causas de tais anomalias, levando a que na semana passada centenas de alunos, que têm aulas na piscina, tenham sido expostos à bactéria que agora se descobriu”.
Perante esta situação, Carlos Ferreira e Luís Garcia insistem que o executivo esclareça se a resposta do Serviço do Desporto do Faial a essas anomalias “está adequada à gravidade da situação”, considerando que as “Secretarias Regionais com responsabilidades na matéria e que têm o dever de assegurar que uma infraestrutura desta natureza não é reaberta sem um diagnóstico completo dos motivos que levaram ao seu encerramento”, entendem.
Os deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial, já tinham entregue na semana passada, um requerimento na ALRAA a pedir esclarecimentos ao Governo sobre este assunto.
Em resposta às declarações públicas dos deputados do PSD/Açores eleitos pelo Faial relativamente às anomalias na piscina do Complexo Desportivo da Ilha do Faial, a Secretaria Regional da Educação e Cultura, através do Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACs) esclareceu que as “análises periódicas efetuadas se prendem com excesso de cloro na água e levaram a que, atempadamente e por razões preventivas, se procedesse ao encerramento das instalações em causa”.
Segundo a Secretaria Regional, o mais recente encerramento da piscina, também por questões de segurança e prevenção, deve-se à deteção de “um problema de ordem bacteriológica”, sendo esta uma situação diferente da anterior.
“A piscina só foi reaberta após a verificação pelo Serviço de Desporto que, em concordância com a Autoridade Sanitária, estavam garantidos os parâmetros físico-químicos e bacteriológicos adequados”, revelou a Secretaria Regional.
A Secretaria acrescentou ainda que “não é, pois, possível estabelecer uma relação causa-efeito entre o encerramento anterior e o recente encerramento da piscina, uma vez que na primeira situação se deveu a um parâmetro físico-químico (cloro acima dos parâmetros limite) e na segunda situação a um parâmetro microbiológico”, mas que ambos os encerramentos “se devem a situações determinadas nas normas que regem um espaço daquela natureza, nomeadamente às análises físico-químicas e bacteriológicas que se fazem com a frequência adequada”.
“É importante, assim, deixar bem claro que a intenção e principal preocupação dos serviços competentes é a de tranquilizar os alunos, encarregados de educação, professores e a sociedade civil, ao contrário de outros que procuram promover o alarmismo mesmo antes de apurar concretamente as situações e a atuação dos serviços envolvidos”, frisou a Secretaria Regional da Educação e Cultura.

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