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30
novembro

Governo dos Açores realiza ação de sensibilização sobre resíduos na Escola Profissional da Horta

Escrito por  Flávia Taibo
Publicado em Geral

A Direção Regional dos Assuntos do Mar, a Direção Regional das Pescas e o Observatório do Mar dos Açores (OMA) promoveram no âmbito da Semana dos Resíduos dos Açores uma palestra de sensibilização para os alunos da Escola Profissional da Horta.
Um dos temas abordados foi o lixo marinho que representa já um problema a nível internacional

No âmbito da 8.ª Semana dos Resíduos dos Açores, promovida pela Direção Regional do Ambiente, a Direção Regional dos Assuntos do Mar, a Direção Regional das Pescas e o OMA realizaram, na passada sexta-feira, uma palestra de sensibilização para a prevenção de resíduos para os alunos da Escola Profissional da Horta (EPH).
“Achámos que seria uma boa altura para ter um contacto com alunos das escolas e apresentar o que está a ser feito a nível do lixo marinho na região e ainda o que temos previsto para as pescas”, afirmou Maria João Goulart, da Secretaria Regional das Pescas, em declarações ao Tribuna das Ilhas.
Outro objetivo desta iniciativa é interagir com os alunos, saber as suas opiniões pois “às vezes surgem ideias neste tipo de ações que nos ajudam a encontrar soluções para os problemas que enfrentamos”, defendeu Maria João.
No entanto, a representante da Direção Regional de Pescas revelou que parte do problema dos resíduos nos Açores é que “20% do lixo que temos nas nossas costas vêm do mar, não só da pesca como de outro tipo de embarcações”, salientando que este já é um problema “internacional”.
Neste sentido, “a autoridade marítima e estação costeira durante esta semana enviaram mensagens, e vão continuar, para as embarcações de pesca que estão no mar relembrando a problemática do lixo marinho e alertando-os para que não deitem lixo ao mar” a fim de conseguirmos “mitigar um pouco esse problema”, sustentou.
Para concluir, Maria João Goulart frisou que “isto é um problema que temos de combater, infelizmente, e não vai ser só agora. Vai para o nosso futuro e há que implementar projetos e ações que o previnam e que ajudem a melhorar a natureza à nossa volta”.

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