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12
janeiro

Eurodeputado Serrão Santos reúne com o Presidente da CMH

Escrito por  Flávia Taibo
Publicado em Geral

O eurodeputado Ricardo Serrão Santos reuniu-se com José Leonardo Silva, Presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH) para se inteirar dos assuntos relevantes do concelho.
O Aeroporto da Horta, o Porto da Horta, o IMAR e as estradas do concelho foram alguns dos temas que estiveram em cima da mesa, neste encontro

No passado dia 5 de janeiro, o eurodeputado socialista, Ricardo Serrão Santos reuniu com o Presidente da CMH para se inteirar “dos pontos de vista sobre os diferentes aspetos que interessam de facto aqui à ilha do Faial e ao concelho da Horta”, avançou o eurodeputado do PS eleito pelo Açores.
Em declarações aos jornalistas no final deste encontro Serrão Santos, adiantou que sobre a mesa estiveram assuntos como o Aeroporto da Horta, o Porto da Horta, o IMAR e as condições das estradas do município.
Sobre o Aeroporto da Horta e a ampliação da pista, o eurodeputado defendeu que esta “é uma ambição de facto legítima de todos os faialenses” e lamentou que na altura do governo de Passos Coelho se tenha “desperdiçado” uma oportunidade aquando dos “fundos para investimentos de infraestruturas e para investimentos estratégicos” onde “não houve mobilização nenhuma na área dos aeroportos e concretamente na área do aeroporto da Horta”, disse.
O eurodeputado avançou ainda que “naquela altura foi feito um contrato com a Vinci para gerir todos os aeroportos da ANA por 50 anos e neste momento a Vinci é que tem de avançar e estar de acordo com esse programa uma vez que o aeroporto da Horta como todos conhecemos é parte dos aeroportos da ANA/Vinci”, relembrou Ricardo Serrão Santos.
Contudo, o deputado revelou ter apresentado à CMH um relatório com as vias da Comissão da Economia disponíveis e com um enquadramento dos fundos para investimentos de infraestruturas e para investimentos estratégicos.
No que ao Porto da Horta diz respeito, Serrão Santos afirmou ser “uma questão assegurada também com o financiamento comunitário”.
Para o eurodeputado, “há preocupações legítimas relacionadas com algumas componentes do porto e à hidrodinâmica e com alguns elementos que o poderiam perturbar”, mas “aquilo que se está a fazer é de facto aquilo que se tem de fazer”.
O deputado é da opinião de que “erros no planeamento e na execução de um porto ficam muito mais caros quando são para corrigir do que o custo do próprio porto”.
Como antigo presidente do IMAR, Ricardo Serrão Santos acredita que “há demasiado ruído nesta situação”, acrescentado que “o IMAR não é para ser confundido com o Centro de Investigação Okeanos que está a ser constituído” nos termos do regulamento da Universidade dos Açores.
“O Instituto do Mar é outro tipo de estrutura e acho que houve aí uma dissonância, um ruído porque o próprio Reitor veio dizer que não está em questão acabar com o IMAR, nem se pode acabar com um instituto destes que tem eficácia, que tem solidez”.
Neste sentido Serrão Santos defendeu, contudo, que é necessário “encontrar uma forma de modificar e corrigir a atual estrutura do IMAR”.

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