A propósito de novos problemas surgidos em mais um voo da Azores Airlines entre Lisboa e a Horta, os deputados do PSD/Açores, eleitos pela ilha do Faial, Carlos Ferreira e Luís Garcia emitiram um comunicado no qual acusam a Azores Airlines de prestar um mau serviço ao Faial, com a cumplicidade do Governo Regional.
Na sequência dos acontecimentos que rodearam o voo entre Lisboa e a Horta da transacta semana, os deputados do PSD/Açores, eleitos pela ilha do Faial, Carlos Ferreira e Luís Garcia emitiram um comunicado no qual acusam a Azores Airlines de continuar a prestar um péssimo serviço ao Faial e a causar danos gravíssimos à imagem deste destino, que levarão anos a serem reparados.
De acordo com os responsáveis sociais-democratas, a situação ocorrida reforça a péssima qualidade do serviço prestado pela Azores Airlines ao Faial e prova, mais uma vez, a forma desrespeitosa e acintosa com que aquela companhia trata quem vive nesta ilha e quem nos pretende visitar.
Para os deputados do PSD eleitos pelo Faial independentemente das questões técnicas que possam estar na origem das decisões estranhas, designadamente de deixarem os passageiros daquele voo no Pico e depois virem ao Faial com o avião vazio, o mínimo que se exige é que a companhia explique aos passageiros o porquê destas decisões.
“Lamentavelmente passados estes dias nem uma palavra da Administração da SATA. Os passageiros deveriam merecer mais respeito da Azores Airlines”, salientam Carlos Ferreira e Luís Garcia.
Segundo estes há que condenar “o silêncio cúmplice do Governo Regional que a tudo isto assiste apoiando sem reservas as decisões penalizadoras para o Faial da Administração da SATA”.
Referem, ainda, os parlamentares que o Governo Regional “apoia e é cúmplice do mau serviço prestado e não dá indicações claras à SATA para o melhorar e da diminuição de voos e da não promoção da rota direta entre Lisboa e a Horta”.
Concluem o comunicado remetido às redações destacando o facto de o Governo Regional e a companhia aérea Azores Airlines se manterem de forma teimosa e persistente como fortes obstáculos à mobilidade de quem vive no Faial e ao desenvolvimento da ilha.