O Partido Popular Monárquico vai votar contra o Orçamento apresentado pelo Governo Regional.
Em conferência de imprensa realizada na manhã de quinta-feira na cidade da Horta, Paulo Estêvão justifica esta decisão com o facto de “não constatar qualquer abertura em relação ao eventual pagamento, na região, dos subsídios de férias e natal de
Estevão disse aos jornalistas estranhar esta posição do executivo porque não é consentânea com a posição do PS a nível nacional. Afirmou ainda estranhar “a forte suspeita de inconstitucionalidade do corte dos subsídios e a posição tomada o ano passado em relação à remuneração compensatória.”
Assim, o PPM vai apresentar uma proposta de alteração ao documento visando a criação de um mecanismo que garanta o pagamento dos subsídios em causa até porque, de acordo com o monárquico, se isso não acontecer levanta-se a questão: a situação económica da região não é tão boa como o Governo apregoa?
Na proposta a apresentar o PPM inclui ainda uma rubrica relacionada com os rendimentos sociais de inserção que passa por integrar todos os beneficiários desse rendimento em tarefas e acções comunitárias por um período de 4 horas diárias.
Estêvão denunciou ainda o facto de, em nenhuma parte do Orçamento para 2012 haver referencia às remunerações compensatórias, o que levanta a dúvida sobre a sua execução ou não.