
O PCP Açores convocou os jornalistas para, no início de tarde de terça-feira, fazer um apelo à greve geral de amanhã, 24 de Novembro.
No Centro de Trabalho os comunistas defenderam, por intermédio de Aníbal Pires, que “é indispensável que os açorianos e as açorianas manifestem a sua indignação perante as políticas de governo de José Sócrates”.
O líder do PCP foi bem claro, apelando mesmo a uma greve dos funcionários da Assembleia Regional quando disse “seria muito importante que também os trabalhadores da ALRAA dessem esse sinal e pudessem parar os trabalhos do Parlamento Regional.”
Artur Lima apontou como principais premissas de adesão à greve o facto de ser nos Açores onde se registam os salários mais baixos do país e de ser onde há maior incidência do salário mínimo. Para além disso referiu ainda a precariedade laboral, o sub-emprego e o trabalho ilegal como elementos a combater.
Os trabalhadores públicos também não foram esquecidos da mira dos comunistas, que alertaram para os congelamentos e cortes dos salários, aumento das contribuições e congelamento das carreiras.
O PCP Açores defende que “a greve geral poderá travar as politicas de Sócrates e ser um passo decisivo para construir um novo rumo para os Açores e para o país.”
Paralelamente vão acontecer, na Terceira e