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25
maio

Legislativas 2011 - PSD defende criação de meios para escoar o pescado dos Açores

Escrito por  Marla Pinheiro/fotos: Susana Garcia
Publicado em Local

 A terceira candidata do PSD à Assembleia da República pelo Círculo Eleitoral dos Açores dedicou o dia de hoje aos assuntos do Mar. Lídia Bulcão reuniu com associações representativas dos pescadores, e foi visitar uma empresa de reparação naval faialense.

Na área das pescas, depois de ouvir a Associação de Pescadores de Espécies Demersais dos Açores e a Associação de Produtores de Atum, a candidata chamou a atenção para as dificuldades de escoamento do pescado para o mercado nacional e internacional. “Neste momento o problema na ilha não é a falta de peixe, mas a dificuldade em fazê-lo chegar aos mercados”, considerou, garantido que o PSD está já a pensar em possíveis soluções para este problema, como a criação de um cargueiro aéreo. Para Lídia, “não adianta investir em frota e mão-de-obra se o peixe não chega ao mercado”. Além disso, a candidata recorda que o facto da fábrica de conservas ter encerrado aliado à ausência de uma rede de frio adequada tornam ainda mais difícil dar outro encaminhamento ao pescado.

Para a candidata, “a economia do mar é fundamental para dar a volta à situação económica do país”, e chama a atenção para uma análise integrada das potencialidades do mar. “Não queremos ver o mar como sectores separados, achamos, pelo contrário, que é fundamental ver o mar como um todo. Temos de pensar nas pescas, na investigação, na biotecnologia, nas actividades marítimo-turísticas, e na construção e reparação naval, que é uma das áreas fundamentais para o PSD que, se for Governo na próxima legislatura, irá apostar precisamente nessa indústria, onde Portugal já revê um papel bastante importante. A nossa Região tem um enorme potencial nessa área”, refere Lídia Bulcão.

A social-democrata visitou as instalações da empresa de reparação naval de Manuel Fernando Lopes, e quis destacar o que considera ser um “bom exemplo” de como esta pode ser uma área reprodutiva: “trata-se de um jovem empreendedor que há quatro anos começou a trabalhar por sua conta, foi fazendo uns biscates e de biscate em biscate foi crescendo, instalou-se e tem uma procura crescente não só a nível regional mas até internacional”, frisou.

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