Imprimir esta página
05
julho

João Castro destaca papel do Mar para o futuro do Faial

Escrito por 
Publicado em Local

Em dia de aniversário da cidade, João Castro optou por conduzir o seu discurso para a vertente reflexiva, ponderando “o trajecto, a abrangência e a acção do Município”. O presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH) frisou que, num cenário de dificuldade e incerteza como o que actualmente se vive, especialmente no que à “capacidade de intervenção do poder local” diz respeito, importa agilizar a tomada de decisões e a concentração de energias para garantir “o indispensável equilíbrio na aplicação dos recursos”.

Falando de um Faial em mutação ao longo destes 179 anos, João Castro considera que a ilha está infra-estruturada para enfrentar o futuro, “com uma rede escolar preparada, com uma rede de participação cívica, de cuidados de saúde e acessibilidades viárias e portuárias mais eficientes”. Neste contexto, entende, importa seguir em frente, gerando oportunidades de emprego, incrementando a capacidade produtiva da ilha em sectores que vão além do leite e da carne e não descurando a “persecução dos valores ambientais”.

No entanto, para o autarca, é evidente que, hoje, o oceano é “a grande oportunidade” da Horta, que a ele sempre esteve ligada de tal forma que todos lhe reconhecem o cognome de “cidade mar”. João Castro entende que, no que respeita a esta temática, a Horta “tem condições para assumir a sua centralidade atlântica, no contexto regional, nacional e europeu”. Tendo isto em conta, o autarca congratulou-se com a recém constituída Comissão Municipal para os Assuntos do Mar, que visa precisamente ajudar a colocar o desígnio marítimo no centro das políticas de desenvolvimento municipal. A criação de um centro de profissões do mar ou a promoção do porto e da marina da Horta são alguns dos objectivos desta nova ferramenta.

“Para quem disse que ‘o caminho faz-se caminhando’, a nossa resposta – que parte da grande convicção de que o mar e os recursos a ele ligados são uma mais-valia do ponto de vista económico, estratégico, social e cultural -, a nossa resposta só pode ser: o caminho vai fazer-se navegando e, diria mesmo, também mergulhando”, disse.

 

LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA EDIÇÃO DE SEXTA-FEIRA, 6 DE JULHO DE 2012

Lido 626 vezes
Classifique este item
(0 votos)
Login para post comentários