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17
setembro

Aulas arrancam hoje

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Publicado em Reportagem

Hoje, dia 17 de Setembro, a maior parte dos alunos faialenses regressa à escola para mais um ano lectivo.

No ensino público, são quase 2200 as crianças e jovens que se preparam para voltar às aulas no Faial.

No pré-escolar, estão matriculadas 280 crianças em toda a ilha, menos seis que no ano lectivo anterior. Já no primeiro ciclo do ensino básico estão inscritos nas escolas faialenses 650 alunos, o que representa um aumento de 33 crianças em relação a 2011/2012. 

Em relação ao pré-escolar e ao primeiro ciclo, importa também analisar os estabelecimentos de ensino privados. No Castelinho, instituição particular de solidariedade social, estão inscritas no ano lectivo que agora começa 76 crianças na valência de creche (menos uma eu no ano passado) e 66 na valência de jardim-de-infância (mais uma que em 2011/2012). Esta instituição conta também com um ATL de apoio às escolas do primeiro ciclo, onde estão inscritos 58 alunos, menos um que no anterior.

Na Casa de Infância de Santo António, também ela uma instituição particular de solidariedade social, estão matriculados 55 alunos no primeiro ciclo do ensino básico, menos 14 que no ano passado. Quanto à valência de creche, que contempla bebés até dois anos, estão inscritas 43 crianças, mais três que no ano anterior. No jardim-de-infância esta instituição 75 crianças inscritas, tal como tinha em 2011/2012.

No segundo ciclo o número de inscritos é de 350, mais quatro que no ano passado. 

No terceiro ciclo do ensino básico, o ano lectivo que agora arranca tem menos 44 alunos que o anterior, contando com 474 matrículas. 

No ensino secundário também se regista uma quebra no número de alunos: este ano estão inscritos 308 jovens, menos 54 que no ano passado.

Na Escola Secundária Manuel de Arriaga (ESMA), destaque também para as turmas de programas específicos como o Oportunidades, um programa de recuperação de escolaridade para alunos que já tiveram uma segunda retenção no terceiro ciclo ou que já atingiram os 14 anos de idade sem terem conseguido concluir o segundo ciclo de escolaridade. Neste momento, a ESMA conta com 83 alunos neste programa. Quanto aos alunos integrados numa UNECA (Unidade Especializada com Currículo Adaptado), este ano são 14. Finalmente, o PROFIJ (Programa Formativo de Inserção de Jovens) conta com 36 alunos, distribuídos pelos cursos de informática e de animador sócio-cultural.

Na Escola Profissional da Horta, onde as aulas já começaram, estão inscritos 130 formandos, mais sete que no ano lectivo anterior. Neste momento frequentam o terceiro e último ano 40 formandos, distribuídos pelos cursos técnicos de Secretariado, Manutenção Industrial/Mecatrónica Automóvel e Construção Naval/Embarcações de recreio. No final do ano lectivo, estes alunos estarão preparados para ingressar o mercado profissional, habilitados com cursos técnicos de nível IV. No segundo ano, e nos cursos técnicos de Gestão e de Apoio à Infância, estão inscritos 44 formandos. No primeiro ano estão matriculados 46 jovens, nos cursos de Desenho Digital 3D e Sistemas de Informação Geográfica.

Deste estabelecimento de ensino saíram este ano jovens profissionais com cursos técnicos de nível IV nas áreas de Energias Renováveis/Solar, Construção Civil/Topografia e Contabilidade.

A Profissional da Horta tem também uma turma de 16 alunos a frequentar um curso Reactivar, de assistente administrativo. 

Escola António José de Ávila preparada para um ano atribulado

O ano lectivo que agora começa representa desafios acrescidos para a Escola Básica Integrada António José de Ávila, que neste momento está a ser alvo de obras no âmbito da empreitada de grande reparação que arrancou este Verão. Trata-se de um investimento de 7,2 milhões de euros, que deverá estar concluído em Maio de 2014 e terá capacidade para 700 alunos.

No entanto, enquanto a obra é executada, os funcionários da escola têm de fazer esforços acrescidos para garantir o seu normal funcionamento. De acordo com Maria José Gomes, responsável pela escola, o procedimento para este ano lectivo está preparado desde Janeiro. Houve necessidade de transformar alguns laboratórios em salas de aula normais, bem como de converter salas no refeitório. Também os espaços de educação física ficam comprometidos, com os alunos a ficarem limitados ao Pavilhão da Horta.

No entanto, como explica Maria José Gomes, trata-se de um esforço necessário que será compensado quando a escola for dotada de instalações com melhores condições.

 

 
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