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20
novembro

António Marinho preocupado com o desemprego e Lei de Finanças Regionais

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Publicado em Local

O deputado do PSD António Marinho fez uma intervenção terça-feira onde focou o problema do desemprego que diz ter atingido o “mais alto nível”.

“Mesmo no período em que a sazonalidade é mais favorável à variável emprego, o terceiro trimestre do ano, mais de 18,600 Açorianos encontravam-se desempregados. Cerca de 20% das famílias açorianas estão afectadas por um fenómeno de proporções sociais gravíssimas, confrontando-se com as quebras de rendimento subsequentes” - afirmou, dizendo ainda que “estamos perante um grave problema social, que necessita de respostas rápidas e incisivas. A situação é preocupante e exige colaboração. Obriga à união de esforços.”

Apelando ao consenso, Marinho diz que o PSD tem para oferecer a sua disponibilidade para encontrar boas soluções. Soluções de base comum ao universo partidário aqui representado.”

Reiterou ainda “a disponibilidade e o interesse em estabelecer canais de diálogo efetivo com as diversas entidades políticas e sociais que estejam interessadas em participar na busca das melhores soluções para o futuro dos Açores”.

António Marinho referiu-se ainda ao Memorando de Entendimento entre os Governos da Região e da República.

“As eleições do passado dia 14 de Outubro não mudaram o seu conteúdo. Os perigos e o atentado que entendemos que o referido Memorando constitui para a Autonomia Açoriana mantêm-se na sua plenitude” - começou por afirmar a este respeito, dizendo ainda que “a Região, com aquele Memorando, fica refém da República.”

 O deputado social democrata entende que o govenro deve “colocar na sua agenda imediata a revisão do Memorando. Alterando, eventualmente, anteriores posições assumidas”.

Marinho propôs também uma eventual revisão da Lei de Finanças das Regiões Autónomas que o PSD considera “como um dos marcos determinantes da Autonomia Açoriana. Não é pelo facto de ter o cunho especial de governos da Região e da República de responsabilidade socialista que menorizamos a sua condição de peça estruturante do sistema autonómico. É o documento que garante a Autonomia no plano financeiro. Como tal, deve ser preservado.”

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