Gonçalo da Câmara Pereira, desde o passado dia 2 de Dezembro, por proposta de Paulo Estêvão, Presidente da Comissão Política Nacional (CPN), passou a exercer por delegação de poderes todas as competências que os estatutos reconhecem ao Presidente da CPN.
A delegação de poderes é efectiva no âmbito de todos os actos que se venham a realizar no território nacional, excepto o território da Região Autónoma dos Açores. Esta situação irá manter-se até ao próximo Congresso Nacional, a realizar entre Novembro e Dezembro do próximo ano.
Paulo Estêvão informou que não se irá recandidatar à presidência nacional do PPM no próximo Congresso Nacional, manifestando o seu apoio a Gonçalo da Câmara Pereira, caso este pretenda candidatar-se à liderança do partido.
O Presidente da CPN justificou a delegação de poderes para Gonçalo da Câmara Pereira devido à “extrema complexidade do desafio político que representam as eleições autárquicas”. Além disso, Paulo Estêvão afirmou que não lhe é possível desempenhar todas as funções que o seu cargo requer, uma vez que reside no Corvo e é deputado na ALRAA.
A CPN entendeu, por unanimidade, que “Gonçalo da Câmara Pereira possui todas as condições para exercer as funções de coordenação autárquica”.