Decorreu ontem, dia 10 de Dezembro, uma reunião com o intuito de oficializar o núcleo da AMI na Horta.
Esta oficialização contou com a presença do fundador da AMI, Fernando Nobre, da Secretária Geral da AMI e de três elementos dirigentes do núcleo da Horta.
De acordo com Fernando Nobre, fundador da AMI, o objectivo desta reunião foi oficializar o núcleo da AMI na Horta, pelo que “durante um ano será denominado núcleo e depois passa a ser uma delegação, tal como existe na Terceira e em São Miguel”, afirmou ao Tribuna das Ilhas.
O núcleo da AMI na Horta será dirigido por Renée Amaral e por mais cinco elementos. “Estou convicto que agora em diante o dinamismo será reforçado”, salientou o fundador da AMI.
A primeira iniciativa deste núcleo será uma operação de prendas de Natal. Depois, o núcleo participará em todas as actividades globais da Fundação, nomeadamente a recolha de materiais recicláveis, a sensibilização dos profissionais de saúde, entre outras.
Deste modo, segundo Fernando Nobre, o núcleo irá actuar nos quatro pilares da fundação “a vertente internacional humanitária, a vertente social, a vertente ambiental e a vertente da sensibilização”.
Para Renée Amaral, responsável pelo núcleo da Horta, a partir de agora é preciso “ dinamizar o nosso núcleo indo de encontro às dificuldades das pessoas, tendo em conta esta conjuntura tão grave que estamos a atravessar”.
Até ao momento esta fundação na Horta tinha actividades muito ligadas ao núcleo de Angra do Heroísmo e ao de Ponta Delgada, “trabalhávamos mais a nível de bastidores, fazíamos um trabalho de recolha de materiais que eram mandados para fora da ilha, participávamos também em situações de feiras solidárias e tínhamos o papel de encaminhamento de pessoas mais carenciadas para a casa solidária em São Miguel”, realçou a responsável.
Renée Amaral disse que agora sente o peso da responsabilidade, lembrando que “agora temos um longo caminho a percorrer e muita coisa a fazer.”
A AMI foi fundada por Fernando Nobre, a 5 de Dezembro de 1984, assumindo-se como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e a combater o subdesenvolvimento, a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra em qualquer parte do Mundo.