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15
janeiro

Termos de referência da requalificação da Frente Mar já foram apresentados

Escrito por  Mónica Pimentel
Publicado em Local

Decorreu ontem, dia 14 de janeiro, pelas 17h30, no salão nobre da Câmara Municipal da Horta a apresentação pública dos termos de referência do projeto de requalificação da Frente Mar.

Ao que foi revelado, o concurso irá ter duas fases. A primeira fase diz respeito à candidatura das equipas e, de acordo com CMH, as equipas terão que ter um economista, um especialista na área dos transportes e arquitetos com formação ou experiência em património, sendo que é “fundamental que a equipa técnica desenvolva uma articulação com a câmara”.

Na segunda fase, ao escolher a equipa técnica que mais se adapte à requalificação é importante ter em conta que “as propostas têm que ir de encontro ao plano de urbanização”, referiu a equipa de arquitetos do município da Horta. Recorde-se que a área de intervenção será de 23 hectares constituídos pela frente marginal, ruas transversais e todos os edifícios com frente para a avenida.

Um dos objetivos desta requalificação relaciona-se com a regeneração do centro histórico da cidade, o que irá proporcionar mais qualidade de vida, mais comércio e a preservação do património edificado, o que irá proporcionar mais turismo. Desta forma, e de acordo com a CMH “todo o espaço tem que ser pensado como um espaço único”, tendo como principal interesse “revitalizar o centro histórico”, não esquecendo o enquadramento no Monte da Espalamaca e no Monte da Guia que deve ser valorizado.

Uma das principais preocupações das equipas a concurso é a articulação do porto com a cidade, uma vez que o porto “faz parte da imagem da cidade”.

Relativamente às próximas etapas, no próximo dia 17 será a publicação do concurso no jornal oficial, 44 dias depois será a qualificação dos candidatos e 48 dias depois da publicação no jornal oficial haverá uma resposta do júri. Depois da resposta do júri, as equipas têm três meses para fazer a sua proposta. Os critérios de seleção da CMH incidem na qualidade técnica da paisagem que tem um peso de 60%, onde serão avaliados fatores como a originalidade, inovação e atratividade. Os outros 40% dizem respeito à exequibilidade.

No final da apresentação pública dos termos de referência do projeto de requalificação da Frente Mar, João Castro salientou que “todas as preocupações manifestadas na fase inicial foram contempladas”.





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