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28
março

Padre Marco Luciano, Ouvidor da Horta: Sociedade tem de reaprender o sentido do outro

Escrito por  Marla Pinheiro
Publicado em Reportagem

Na altura em que a comunidade católica se prepara para celebrar mais uma Páscoa, Tribuna das Ilhas esteve à conversa com o Padre Marco Luciano, ouvidor da Horta, sobre as reflexões que os fiéis são convidados a fazer neste tempo. O perfil no novo papa, bem como os desafios que se colocam à Igreja no mundo mas também no Faial foram outros temas em análise.


Hoje, Quinta-feira Santa, inicia-se o Tríduo Pascal, o culminar da Semana Santa, semana maior do ano católico. Para o padre Marco Luciano, este é, sem dúvida “o tempo mais forte do ano litúrgico”: “nestes dias as várias igrejas do Faial vão receber celebrações para comemorar vários mistérios da vida de Cristo. Na quinta-feira temos a instituição da Eucaristia, o Dia do Sacerdócio e o mandamento novo do Amor, que se materializa no ritual do Lava-pés. Na sexta-feira temos a celebração da Paixão do Senhor, em que revivemos a sua morte. No sábado temos a Vigília Pascal, a mais importante de todas a vigílias do ano, em que celebramos a ressurreição de Jesus Cristo, quando a luz rompe as trevas, celebração que continua no Domingo de Páscoa”, explica o sacerdote.

Esta é, pois, uma altura propícia à reflexão. O ouvidor da Horta apela aos fiéis faialenses para fazerem uma avaliação, à luz do mistério pascal, da forma como “vivem a sua vida cristã dentro das comunidades”: “pensemos se estamos ou não a ser fiéis aos ensinamentos de Jesus”, sugere.

Nesta reflexão, entende, o recém-escolhido papa pode ter um papel importante: “o papa Francisco tem-nos ajudado a recentralizar o essencial da mensagem cristã. Convida, através do seu testemunho pessoal e da sua maneira de ser, a viver o cristianismo da encarnação, em que a humanidade está muito presente e os problemas da humanidade têm de ser tidos em conta pela Igreja”, diz, acrescentando que o novo papa “veio ensinar-nos que a melhore resposta que o cristão dá no dia-a-dia é a sua forma de ser e estar”. Para Marco Luciano, a melhor forma de evangelização continua a ser o testemunho e o exemplo.

 

Leia a reportagem completa na edição impressa do Tribuna das Ilhas de 28 de março de 2013 ou subscreva a assinatura digital do seu semanário



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