Deflagrou por volta das 23h00 de segunda-feira um incêndio no Hospital da Horta.
Este incêndio teve início no gabinete de gastroentrologia e, apesar dos grandes danos materiais não há percas humanas a registar.
Várias pessoas envolvidas na operação tiveram, no entanto, de ser assistidas no serviço de urgência, e quatro bombeiros ficaram sob observação médica, devido à inalação de fumos.
João Morais, presidente do Conselho de Administração do Hospital da Hortam já no rescaldo dos acontecimentos, afirmou ao Tribuna das Ilhas que “a origem do incêndio é desconhecida, no entanto, ao que tudo indica teve origem num curto-circuito em uma das máquinas de gastroenterologia.”
Em relação aos estragos, Morais afirma ainda não ter feito contas, porque “há material sujo devido ao fumo e à àgua e que ainda não temos a certeza se estará ou não a funcionar.”
Ontem à noite equacionava-se o funcionamento do serviço de consultas, no entanto, e de acordo com João Morais, estas estão normalizadas, apesar de repartidas por vários sitios do hospital. “As consultas de estomatologia foram canceladas e as de fisioterapia estão condicionadas, no entanto contamos repor a normalidade até ao dia de amanhã”.
A boca de incêndio que se encontrava mais próxima da área consumida pelas chamas, ou seja do Serviço de Urgência, não estava a funcionar, situação que não terá prejudicado, mesmo assim, o trabalho dos bombeiros voluntários faialenses, mas que deixou os populares que se reuniram à volta do evento, alarmados. Sobre este facto, João Morais diz que “essa boca não estava a funcionar devido às obras, porque todas as outras estão operacionais e não foram utilizadas porque não houve necessidade, isto é, os bombeiros resolveram a situação com os seus meios e com os extintores”.