A coligação “Pela Nossa Terra” apresentou esta semana os candidatos à presidência das 13 freguesias faialenses.
Pela freguesia das Angústias a candidata escolhida foi Carla Luís, na Matriz, Alice Menezes da Rosa, Francisco Rosa (Conceição), Carla Dias (Praia do Almoxarife), Norberto Carlos (Pedro Miguel), José Carlos Bettencourt (Ribeirinha), Luís Rodrigues (Salão), Vítor Vargas (Cedros), Estêvão Gomes (Praia do Norte), Rui Santos (Capelo), Marco Silva (Castelo Branco), Eduardo Pereira (Feteira) e Flora Carmo pela freguesia dos Flamengos.
Luís Garcia, candidato à CMH, afirmou, durante a apresentação dos cabeças-de-lista às juntas de freguesia, que “os presidentes de junta são elementos insubstituíveis e parceiros privilegiados da ação do Município”. O candidato da coligação “Pela Nossa Terra” quer “promover um desenvolvimento equilibrado das 13 freguesias” e isto assume-se como “um eixo estratégico” do seu programa de ação.
Para Garcia “a gestão socialista da Câmara tem promovido políticas que têm provocado desequilíbrios e esvaziamentos em algumas freguesias e zonas da ilha que importa atenuar e corrigir”. Desta forma, é importante promover “políticas que procurem dar respostas de proximidade”, disse.
Luís Garcia quer “uma política de delegação de competências nas Juntas de Freguesia justa, articulada, coerente e que estimule e apoie a iniciativa das Juntas e a economia local”.
Luís Garcia quer maior proximidade entre Município e freguesias
Com o intuito de melhorar a articulação e dar maior apoio técnico às Juntas de Freguesia, o candidato da coligação PSD,CDS e PPM quer reactivar o Gabinete Técnico de Apoio às Juntas de Freguesia (GAJ). Este gabinete “articulará a disponibilidade de meios e promoverá uma distribuição mais equitativa dos mesmos e dará um maior apoio técnico às Juntas na elaboração e execução de projetos”, adiantou.
Outra das propostas passa pela criação de um Conselho Consultivo de Reflexão Estratégica, que contribuirá para a “definição das principais linhas orientadoras do desenvolvimento do Faial”.
Luís Garcia quer que se faça anualmente “um debate sobre o atual estado do concelho”, com o objetivo de definir prioridades estratégicas a contemplar no orçamento para o ano seguinte.