A CDU Faial apresentou na manhã de segunda-feira o seu programa eleitoral às legislativas de 29 de Setembro, com a certeza de que o seu “património de ideias consegue equilibrar a vida municipal.”
A candidatura encabeçada por Maria do Céu Brito pretende regressar à CMH para poder repetir o que aconteceu no mandato de 2005/2007, porque “sabemos que podemos dirigir o conselho e equilibrar a vida concelhia em função da força que os eleitores nos derem”.
Maria do Céu Brito classifica o programa eleitoral da CDU de “inovador nos seus princípios e ousado nas práticas uma vez que sugere o princípio da participação de todos não como um mero exercício de retórica. Queremos um envolvimento de todos, através da criação de conselhos participativos em todas as freguesias e da implementação de um orçamento participado, entre outros”.
Valorizar o potencial humano, eliminar os guetos político partidários que impedem que as pessoas com potencial em várias áreas contribuam para o desenvolvimento da ilha e integrar todos de forma igual é um dos objetivos desta candidatura.
O candidato à Assembleia Municipal da Horta pela CDU, José Decq Mota, à margem da apresentação do caderno eleitoral, disse aos jornalistas considerar importante que os eleitores confiem no projeto da CDU porque “como se viu nos últimos quatro anos, a CDU com dois deputados municipais introduziu equilíbrio e travou decisões que, a serem implementadas, seriam muito negativas para a vida concelhia”.
“O Faial perdeu com a ausência da CDU na CMH”, afirmou José Decq Mota.
José Decq Mota referiu-se ainda ao saneamento básico da cidade da Horta como “uma questão a ser reequacionada tendo em conta a Frente Mar. Não se façam obras da Frente Mar sem ter em conta o saneamento básico. Não se parta tudo e tape para, daqui a meia dúzia de anos, se voltar a partir tudo. Tem que se integrar esta necessidade básica em tudo aquilo que daqui para a frente se fizer”.