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27
novembro

“Natal com Tradição” com ênfase na solidariedade

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Arranca a 1 de dezembro o programa de animação natalícia da autarquia faialense, prolongando-se até 4 de janeiro. Ao todo, serão promovidos 29 eventos num programa onde à Câmara Municipal da Horta (CMH) se juntam vários parceiros, com o objetivo de incentivar os faialenses a comprarem no comércio tradicional e a estarem na baixa citadina nesta quadra natalícia. Em tempo de crise, o programa vai, no entanto, além da vertente económica, pretendendo ser também um pretexto para um Natal mais solidário. A apresentação do “Natal com Tradição” decorreu esta tarde, no Teatro Faialense.

Coube ao presidente da CMH apresentar o programa “Natal com Tradição” para 2014. José Leonardo Silva destacou a importância destas atividades para a dinamização do comércio tradicional, apelando aos faialenses para que transformem a baixa citadina “num grande centro comercial” durante o mês de dezembro.

Nem só de economia vive, no entanto, o Natal. José Leonardo Silva destaca a vertente solidária que a autarquia quer imprimir neste programa, de modo a fazer face à crise atual. As receitas do Festival de Sopas do Mercado, que acontece a 7 de dezembro por iniciativa da Adeliaçor, vão reverter a favor do Centro de Recursos e Apoio à Emergência Social. Além disso, a 7 e a 8 de dezembro a Praça da República recebe a Feira e o Palco das Boas Vontades.

Integrada neste programa está também a Horta Lan Party, que se realiza a 13, 14 e 15 de dezembro, no Teatro Faialense. O evento servirá para estimular a solidariedade junto dos mais jovens já que, como explicou o presidente da CMH, aqueles que trouxerem um produto para o cabaz solidário não precisarão de pagar a inscrição para participar nos torneios.

O “Natal com Tradição” aposta em força nos mais novos, promovendo novamente a casa do Pai Natal, um espaço de animação infantil no Banco de Portugal e atividades infantis na Biblioteca.

O desporto também marca presença, com a realização do 18.º Grande Prémio de Natal em Atletismo, no dia 11 de dezembro, de um torneio de Natal em Vela Ligeira e de uma regata de Natal em Vela de Cruzeiro, no dia 21.

A 8 de dezembro haverá, como é hábito, o Dia das Montras, com animação de rua e o tradicional concurso de montras.

Está prevista também uma exposição de automóveis clássicos, no Dia das Montras, e a 15 de dezembro haverá o V Encontro de Natal de Automóveis Clássicos do Faial. No dia 22 de dezembro decorre a também já habitual volta à ilha do Pai Natal, um passeio de motas organizado pelos motards da ilha.

Quanto a espetáculos, as alunas do Corpo em Movimento apresentam-se a 7 de dezembro no Teatro Faialense com “Música no Coração”, e a 21 de dezembro o INATEL promove, também no Teatro, um Concerto de Natal, pela Sociedade Filarmónica Unânime Praiense e pela Big Band. A 4 de janeiro o Teatro recebe o Encontro de Ranchos de Natal, como é hábito.

A iluminação de Natal é inaugurada este domingo, 1 de dezembro, dia em que haverá também animação de rua e animação cultural a cargo do Coral de Santa Catarina.

No dia 22 de dezembro será ainda promovida a iniciativa “Natal a Dançar”, no Teatro Faialense.

Na passagem de ano haverá animação no Largo do Infante, com a banda Desbunda, e no dia 1 de janeiro não faltará o primeiro banho do ano, em Porto Pim.

Natal com contenção

O município não foge à regra no que toca à necessidade de apertar o cinto durante esta quadra natalícia. Segundo José Leonardo Silva, a CMH vai gastar cerca de 15 mil euros no programa de animação de Natal, o que representa um corte de 10% em relação a 2012.

Ainda assim, o presidente da CMH está satisfeito com o programa que foi montado, garantindo que é possível manter o nível dos últimos anos, reduzindo os custos. Para tal, salientou, contribuem as parcerias com que a autarquia conta. Este ano, são 14 os parceiros envolvidos neste programa, com instituições como a Câmara do Comércio e Indústria da Horta, a AFAMA ou o Clube Naval a darem os seus contributos.

Uma das marcas da contenção na comemoração desta quadra no Faial volta a ser, como tem sido hábito, a ausência de fogo de artifício na passagem de ano. Segundo José Leonardo, neste momento de crise não é comportável para o município arcar com uma despesa tão elevada.

 

 

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