A tatuagem é entendida com uma forma de arte viva. As suas origens são milenares, e está associada a diversas culturas.
Existem provas arqueológicas de que já no Antigo Egipto esta era uma prática corrente. Também nativos da Polinésia, da Nova Zelândia e das Filipinas, entre muitos outros, tinham por hábito tatuar a cara e o corpo, em rituais próprios, frequentemente ligados à religião.
Hoje, continua a ser uma referência estética para milhões de pessoas em todo o mundo, que decidem adornar o corpo com esta forma de arte, que até há pouco tempo era irreversível e permanente. As razões que levam as pessoas a tatuar partes do corpo são variadíssimas: lembrar um momento específico da vida, um ente querido, um lema que não se quer esquecer, ou, apenas, embelezar o corpo.
Tribuna das Ilhas conversou com o tatuador açoriano Paulo Jesus, que esteve na passada semana a tatuar no Faial, no Luís Rocha Cabeleireiro.
Leia o resto desta reportagem na edição impressa do Tribuna das Ilhas de 5 de Março de 2010