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14
janeiro

HP – Apoio Domiciliário - Secretária da Solidariedade Social confrontada com a insatisfação da empresa

Escrito por  Alexandra Figueiredo
Publicado em Local

A empresa HP-Apoio Domiciliário recebeu no passado dia 13 a visita da secretária Regional da Solidariedade Social, Andreia Cardoso.

Este convite, feito por parte da gerente da empresa, Hélia Pacheco, teve como intenção dar a conhecer à secretária as instalações da empresa, bem como pedir um protocolo de cooperação com a Segurança Social, no sentido de dar aos Idosos da ilha a possibilidade de usufruir dos serviços da HP- Apoio Domiciliário.

Andreia Cardoso mostrou-se surpresa com o discurso de abertura desta visita, feito por José Ilídio, um dos presentes e companheiro da gerente, que marcou sobretudo a insatisfação da empresária pela falta de apoio por parte da Secretaria Regional da Solidariedade Social à sua empresa.

Nesse discurso, disse ainda que esta visita pretendeu sobretudo sensibilizar Andreia Cardoso, visto já terem enviado por duas vezes pedidos de apoio e de nenhuma das vezes terem obtido qualquer tipo de resposta.

Neste contexto, referiu ainda que o apoio da Adeliaçor bem como do Governo Regional na constituição da empresa foram imprescindíveis, no entanto, o dinheiro investido por Hélia Pacheco nesta empresa a título particular não teve qualquer retorno, o que “nos põe na eminência de pôr a chave à porta e transformar esta empresa noutra coisa qualquer” disse José Ilídio.

Em resposta, a secretária regional da Solidariedade Social, referiu que antes da Segurança Social dar qualquer tipo de apoio tem de perceber porque é que não se regista a procura por este tipo de serviço, e nesse sentido foi criada uma equipa para avaliar a procura e as respostas no que concerne ao apoio domiciliário, sendo que todo o serviço está a ser reequacionado no sentido de adaptar as necessidades dos idosos às empresas existentes neste ramo.

Andreia Cardoso disse ainda: “percebo que por vezes o tempo das empresas não se coaduna com este tipo de espera” referindo-se ao tempo que as empresas têm de esperar para obter uma resposta no que diz respeito aos apoios.

Hélia Pacheco confessou que esperava uma resposta “mais concreta do que aquilo que tivemos na realidade” e acrescentou não concordar que haja falta de procura neste tipo de serviço visto que “todos os dias recebemos telefonemas e e-mails de pessoas que procuram os nossos serviços”.

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