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23
março

Associação de Pais e Encarregados de Educação da EBI da Horta - Luís Paulo Vargas à frente da Comissão Instaladora

Escrito por  AG
Publicado em Reportagem
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Na eleição de dia 28 de fevereiro para a constituição da Comissão Instaladora para a futura Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica Integrada da Horta (APEE da EBI da Horta) foi a lista B a vencer.

Esta lista encabeçada por Luís Paulo Vargas, agente de Polícia de Segurança Pública (PSP), com 43 anos, está agora encarregue do organismo que assume as rédeas de todo o processo até à constituição legalmente formalizada da associação de pais desta escola, desativada à largos anos.

Em novembro de 2014, por proposta de Maria José Morais, presidente do Conselho Executivo da EBI da Horta, decorreu nas instalações da Escola Básica e Jardim de Infância António José de Ávila (EB/JI António José de Ávila) uma assembleia geral de pais na qual, para além de debatidos assuntos relativos aos educandos,  foi também pedido pela presidente que se multiplicassem esforços por parte dos encarregados educação que permitissem a composição de listas para dar os primeiros passos na recuperação da APEE, através da criação de uma Comissão Instaladora. A 28 de fevereiro foram a votos as duas listas apresentadas cabendo a vitória  à lista B.

Esta comissão representa todos os pais e encarregados de educação que tenham educandos matriculados na Escola Básica Integrada da Horta. Um universo vasto e composto por alunos e pais de toda a ilha, facto que leva Luís Paulo Vargas a ver a escola como “representativa de todos os problemas existentes na nossa sociedade”.

“Esta comissão representa todas as escolas e quer inteirar-se dos problemas existentes. Há muitos problemas que a escola tem dificuldade em resolver, e a associação pretender ajudar, não resolver por si só ou se sobrepor ao conselho executivo, quer sim coadjuvar e ser uma parceira na resolução dos problemas” sublinhou o agora presidente.

Um dos objetivo da comissão passa por ter uma associação que seja não um entrave mas sim uma benesse em contexto escolar, incitando os pais e encarregados de educação à sua participação ativa “desde os que tem educandos com problemas de aprendizagem aos que tem dificuldades financeiras e os que não os tem” querendo encontrar “consensos” e garantir que “os pais tenham possibilidade de se dirigir à escola e ter alguém que os vai ouvir e transmitir essas questões ao conselho pedagógico ou ao conselho executivo.

Para que consigam uma constituição correta e rica enquanto associação encontra-se em cima da mesa a possibilidade de contacto com duas confederações de associações de pais a nível nacional, que lhes pode dar bases de como fazer uma associação deste caráter e captar diversas perspetivas sobre que papel podem de facto assumir. Para Vargas “precisamos mais nós dos outros lá fora do que eles precisam de nós. Nós é que temos de aprender com eles, através destes contactos podemos encontrar soluções para os problemas de cá”, sendo essencial que os membros e associados não fiquem “fechados no nosso contexto de ilha”.

Aos pais, o presidente deixa desde já uma questão fraturante cujas respostas podem ajudar a futura associação na tomada de posições e de iniciativas a organizar: “ Esta é a escola que querem para os vossos filhos?”.

Mesmo estando há pouco tempo no cargo, o que impossibilita ter uma agenda concreta de iniciativas já calendarizadas, esta lista recentemente empossada sabe o que quer e onde vai, pretende ser um órgão que “ouve as intenções dos pais na generalidade, tenta cativá-los para a escola com colóquios, palestras sobre saúde, promoção da participação dos pais em dias como o Dia da Escola, ou para mini festivais de cinema. Temos que avaliar o contexto e avaliar o que podemos fazer”.



LEIA A REPORTAGEM COMPLETA NA EDIÇÃO IMPRESSA DO TRIBUNA DAS ILHAS



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