Como decidiu enveredar pela vida política? Em primeiro lugar, não acredito numa vida política. Está-se na política, mas não se é político. Deve-se ser sempre outra coisa qualquer. Ter uma profissão, um talento, uma experiência, um contributo, algo que possa enriquecer os nossos pares e que possa ser potenciado e devolvido à população que nos escolhe para um serviço que…