Em Setembro de 2012 publicava-se no FAZENDO um texto que começava assim:
“É verdade. O Banco de Portugal da Horta deixou definitivamente de garantir poupanças, atribuir empréstimos, cobrar juros e saldar créditos mal parados. Depois de um período de hibernação indefinida, despertou, mudou de nome e vai começar a dar. Dar tudo para que a cidade e a ilha continuem a crescer culturalmente num ambiente de partilha.”
E, inocentemente, acrescentava:
“No início de 2012, a...