Li com atenção o que escreveu o Dr. Fernando Faria, sobre a decisão da Comissão de Toponímia da edilidade faialense, em não atribuir o nome de Casimiro Gonçalves, a uma artéria de Castelo Branco. A negação, segundo apurou o articulista, tinha a ver com um eventual passado entre o meu avô e o regime fascista!
Terá sido por Casimiro Gonçalves, ter sido chamado pela PIDE a Lisboa, a fim de depor sobre o que disse numa taberna daquela laboriosa freguesia? Ipsis verbis...