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Nuno Avelar

Nuno Avelar

14
janeiro

PS destaca a importância da consolidação da retoma económica nos Açores

Publicado em Política
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O Vice-Presidente do PS/Açores salientou, esta sexta-feira, que “o Plano e o Orçamento dos Açores de 2017 concluem o processo de recuperação dos rendimentos das famílias e da consolidação da retoma económica que se vem verificando durante os últimos anos”.

De acordo com André Bradford, “a dinamização da nossa economia” é atestada por vários indicadores que têm vindo a ser divulgados. “São exemplos a criação de emprego, a descida da taxa de desemprego, o índice de atividade económica ou mesmo os números do turismo que demonstram que a nossa economia está numa trajetória de recuperação”, sustentando que “o Plano e o Orçamento dos Açores deste ano consolidam os avanços até aqui conseguidos”.

A comitiva do Partido Socialista que participou, “empenhadamente”, na consulta do Governo Regional dos Açores às forças políticos e aos parceiros sociais, no âmbito da preparação do Plano e Orçamento dos Açores para este ano e das propostas das Orientações de Médio Prazo 2017-2020, transmitiu ainda a Vasco Cordeiro e a Sérgio Ávila, a sua satisfação por estes documentos consubstanciarem objectivo da utilização, “na sua plenitude”, até ao final da legislatura, dos fundos comunitários disponíveis, no âmbito deste período de programação financeira.

“Neste momento, os Açores registam, a nível do país a melhor taxa de execução de fundos comunitários e isso deve ser prosseguido porque significa uma alavancagem do investimento privado e uma participação na dinamização na economia”, afirmou o Vice-Presidente do PS/Açores, precisando que “esse esforço deve ser feito com a preocupação de fortalecer o tecido empresarial regional, de tornar mais competitiva a nossa economia e de fazer refletir isso no mercado de trabalho”.

Promover os setores exportadores da Região que possam incorporar inovação e gerar emprego onde os Açores são mais competitivos é outro dos desafios elencados pelo Partido Socialista que também considera essencial que os sistemas de incentivos à iniciativa privada na Região se mantenham sem restrições de calendário e de financiamento, ou seja, “sempre disponíveis na comparticipação deste esforço na recuperação da economia dos Açores”.

André Bradford reconheceu, no entanto, que é preciso ainda dedicar uma atenção especial a setores como o da lavoura, pescas e ao combate à exclusão social, promovendo o crescimento harmonioso e coeso da Região.

 

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14
janeiro

Federação quer mais investimentos para os pescadores dos Açores

Publicado em Regional
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O presidente da Federação das Pescas dos Açores, Gualberto Rita, defendeu um "redirecionamento" de verbas de investimentos em infraestruturas para o rendimento dos pescadores.

“Queremos ver o redirecionamento desses investimentos que possam ser feitos em infraestruturas para o rendimento dos pescadores”, afirmou Gualberto Rita, admitindo que possam existir “investimentos que, neste momento, já não façam tanto sentido de avançar”.

O responsável falava aos jornalistas no final de uma audição com o presidente do Governo dos Açores, no âmbito das reuniões com os parceiros sociais e os partidos políticos de preparação das propostas de Plano e Orçamento para este ano.

Reafirmando a necessidade de serem redirecionadas essas verbas “sempre em vista o aumento do rendimento dos pescadores”, Gualberto Rita não especificou, contudo, nenhum investimento.

“Eu não quero avançar com nenhum exemplo, até porque nós queremos que o Governo nos transmita quais são os investimentos que ainda têm possibilidade de ser revistos”, declarou o presidente da Federação das Pescas, adiantando que na reunião com o presidente do executivo açoriano transmitiu ainda as “preocupações” do setor.

A Federação das Pescas dos Açores representa 11 associações com cerca de 3.000 pescadores, cerca de 80% dos profissionais do setor no arquipélago, referiu o dirigente.

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15
janeiro

Conselho Presbiteral quer reorganizar a diocese

Publicado em Regional
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O Conselho Presbiteral da Diocese de Angra apresentou “propostas e tendências” para a organização territorial da diocese, “apoiando a figura do vigário episcopal”, no comunicado final divulgado em conferência de imprensa.

O Conselho Presbiteral de Angra manifestou o acordo com os três assuntos do Instrumento de Trabalho na sua “generalidade” que começa pela proposta de organização diocesana”.

Neste contexto, apresentaram ao bispo diocesano, D. João Lavrador, “propostas e tendências acerca da organização territorial” da Diocese, “apoiando a figura do Vigário Episcopal”, com o intuito de “uma melhor dinamização, apoio e coordenação” das comunidades, e expressão da comunhão entre Ouvidorias (arciprestados).

Foi analisada a proposta do prelado que prevê a criação de três zonas pastorais: “Uma em São Miguel e Santa Maria; outra na Terceira, São Jorge e Graciosa e a Terceira, reunindo as ilhas do Pico, Faial, Flores e Corvo.”

Uma proposta,adiantaa página na internet, que vai ser também “discutida no Conselho Pastoral Diocesano, no fim do mês de janeiro”.

Segundo o comunicado da 42.ª sessão plenária foi realçada a “necessidade e prioridade” da formação dos fiéis, para tal mostrou-se “favorável à criação” da Vigararia da Formação para o clero e laicado.

“Ainda falta ouvir o Conselho Pastoral Diocesano e esgotar todas as instâncias de consulta para que se possa avançar com uma decisão definitiva” disse o bispo de Angra sobre este assunto na conferência de imprensa.

O ‘programa diocesano dedicado à Pastoral Social’ era o segundo tema do instrumento de trabalho e após a apresentação da “preocupação”, ação específica e localizada das ouvidorias e serviços os sacerdotes concluíram que o programa “ajudou a promover as iniciativas de reestruturação e dinamização da ação social”.

“O interesse, formação e dinamização denota ainda lacunas e deficiências graves”, alertam ainda, destacando que “existem novas formas de pobreza” que pedem mais “empenho” dos intervenientes públicos, privados e eclesiais.

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14
janeiro

Agricultura dos Açores quer aumento de verbas no Orçamento para 2017

Publicado em Regional
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O presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, quer um aumento de verbas e a manutenção do pagamento de 45 euros por vaca leiteira no Orçamento regional para 2017.

"O que pretendemos é mais aumento de verbas para o setor e que a ajuda dos 45 euros por vaca leiteira tem que se manter intacta durante o ano de 2017", afirmou Jorge Rita, ressalvando que esse aumento "não está identificado" por ainda não haver dados sobre a execução do ano anterior.

O dirigente falava aos jornalistas no final de uma audição com o presidente do Governo dos Açores, no âmbito das reuniões com os parceiros sociais e os partidos políticos de preparação das propostas de Plano e Orçamento para este ano.

Insistindo em mais verbas para a agricultura, Jorge Rita considerou estarem identificadas as razões para esse reforço, como "o bom nível de execução da produção em todas as áreas, apesar da crise que está instalada".

Por outro lado, Jorge Rita declarou como "essencial" que "os pagamentos comprometidos sejam feitos, grande parte deles até ao final do mês de janeiro".

A Federação Agrícola dos Açores representa 19 associações, com cerca de 12 mil agricultores.

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14
janeiro

Consenso nas prioridades estratégicas apresentadas pelo Governo dos Açores até 2020

Publicado em Regional
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O Vice-Presidente do Governo destacou o "consenso” manifestado em termos de prioridades para a “consolidação da retoma económica” na Região, com particular atenção para os "setores da agricultura e do rendimento da pesca”, o “combate à precariedade laboral “e o “reforço da estabilidade do emprego”, numa fase de evolução positiva de diversos e importantes indicadores.

Sérgio Ávila falava sexta-feira, em Ponta Delgada, no final da ronda de audiências com os parceiros sociais e partidos com representação parlamentar, no âmbito da preparação das Orientações de Médio Prazo 2017-2020 e de Plano e Orçamento para 2017.

Em declarações aos jornalistas no Palácio de Santana, Sérgio Ávila, que acompanhou o Presidente do Governo, Vasco Cordeiro, nestas audiências, assinalou, em especial, “o consenso com os diversos parceiros sociais” na identificação feita pelo Executivo Regional ao nível da “definição das prioridades” para esta nova legislatura.

O Vice-Presidente assegurou a permanente disponibilidade do Governo dos Açores para “analisar as propostas de todos os partidos”, frisando que este “processo de audição” decorreu previamente à elaboração das antepropostas.

Nesse sentido, acrescentou que os documentos serão entregues na próxima semana aos parceiros sociais "para efeitos de parecer concreto”.

O Conselho de Governo vai reunir na próxima semana para aprovar as antepropostas das Orientações de Médio Prazo 2017-2020 e do Plano e Orçamento da Região para 2017 que, além da recolha dos pareceres às medidas apresentadas pelo Executivo, serão ainda sujeitos a análise pelo Conselho Regional de Concertação Estratégica.

Em fevereiro, após a recolha destes contributos, as propostas serão entregues na Assembleia Legislativa para debate e votação em plenário.

“O nosso princípio, como sempre, é de disponibilidade total para acolher todas as propostas” construtivas que possam contribuir para "reforçar e consolidar as prioridades que correspondem aos princípios orientadores estratégicos”, frisou o Vice-Presidente do Governo.

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