Tribuna das Ilhas

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Nuno Avelar

Nuno Avelar

30
setembro

Carlos Ferreira quer valorizar os produtos locais

Publicado em Política
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Carlos Ferreira, cabeça de lista do PSD pela ilha do Faial, referiu que ao nível da nossa agricultura precisamos de “inovar, procurar uma maior valorização dos nossos produtos e promover o que de melhor temos e fazemos”.

O candidato lembrou nesse contexto a proposta do PSD de “implementação de um programa de investigação e desenvolvimento para a criação de produtos com maior valor acrescentado”, designadamente ao nível dos laticínios, que permitam alcançar novos mercados.

O cabeça de lista do PSD falou aos jornalistas após reuniões com a Cooperativa Agrícola de Lacticínios do Faial, com a Associação de Agricultores da Ilha do Faial e com a Queijaria “O Morro”, onde defendeu que este programa também pode dar um contributo para “fortalecer a fileira do leite no Faial”.

Para concretizar este objetivo o candidato propôs ainda “estímulos para aumentar a produção, apoio técnico de proximidade aos produtores de leite e a criação de melhores condições para o funcionamento das explorações”, domínio onde existem ainda enormes carências no Faial, nomeadamente ao nível dos caminhos agrícolas, eletrificação e abastecimento de água.

Na criação de melhores condições para as nossas explorações agrícolas, a candidatura do PSD defende a urgente implementação do Perímetro de Ordenamento Agrário previsto para o lado norte da ilha.

Carlos Ferreira também propôs uma forte “aposta na diversificação agrícola” em domínios como a horticultura, floricultura e agricultura biológica, mas para que essa aposta tenha sucesso é preciso criar “estímulos à organização e estruturação da produção”, referindo o que para tal a Central Horto-florícola, pretendida pela Associação Agrícola, pode dar um contributo valioso, concluiu.

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29
setembro

Aprovada proposta de Serrão Santos de orçamento de crise para as RUP

Publicado em Nacional
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Realizou-se, esta quinta-feria, em Bruxelas, a votação do relatório da Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu sobre a Política Agrícola Comum e a criação de emprego nas zonas rurais, da autoria do eurodeputado socialista francês e Vice-presidente daquela comissão parlamentar, Eric Andrieu.

O eurodeputado Ricardo Serrão Santos, que é membro daquela Comissão, viu aprovadas propostas da sua autoria destinadas a contribuir para a sustentabilidade económica e social do sector agrícola nas regiões ultraperiféricas, na medida da sua importância para a criação de emprego nestas regiões.

Sob proposta de Serrão Santos, do texto consta a salvaguarda de um orçamento comunitário para situações de crise e gestão de riscos na agricultura que seja “adaptado à situação específica das regiões ultraperiféricas” como é o caso dos Açores. O Parlamento teve em conta os argumentos do eurodeputado açoriano que ao longo de todo o processo defendeu que nas Regiões Ultraperiféricas a busca de soluções de emprego em caso de contração económica fica comprometida pela falta de interconetividade e, dada a importância da agricultura nestas regiões, considera que os fundos da futura PAC deverão discriminar positivamente estes territórios com constrangimentos específicos reconhecidos no Tratado de Funcionamento da União Europeia. 

O texto reclama ainda uma “ênfase particular nas regiões ultraperiféricas”, no âmbito das prioridades da manutenção do equilíbrio territorial e da remuneração justa do trabalho agrícola.

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30
setembro

CDS-PP quer acabar com o empate que empata o Faial

Publicado em Entrevistas
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Rui Martins, licenciado em farmácia, membro de diversas associações de índole cultural e ambiental no Faial. É atualmente Presidente da Comissão Política da Ilha do Faial do CDS-PP, cargo para que foi eleito em Maio de 2015, precisamente um mês antes de ter assumido responsabilidades como membro da Comissão Política Regional do partido. Já foi candidato em listas do CDS, então na qualidade de independente, nas Regionais de 2012 e Autárquicas de 2013.
Municipal na Horta.

 

Quais são os principais projetos que o seu partido gostaria de ver implementados na ilha do Faial?
Os projetos que esta equipa vê como fundamentais para o desenvolvimento do Faial passam sobretudo pelas seguintes áreas: educação, saúde, solidariedade social e aposta na economia azul.
Na educação gostaria que fosse garantido, no âmbito do curso em Ciências do Mar criado na Universidade dos Açores, que, pelo menos, o terceiro ano fosse lecionado aqui no Faial. Seria uma mais valia para a economia local, de forma transversal, por trazer alunos de outras paragens e porque com isso seriam criadas estruturas de serviços sociais (cantinas, etc), o que possibilitaria que mesmo os alunos de outras escolas, como a Escola Profissional, pudessem usufruir deles. Seria também um excelente incremento na massa critica.
Na Saúde vemos como fulcral a implementação efetiva dos cuidados paliativos, para que se pudesse controlar de forma precoce a dor e se pudesse dar dignidade e qualidade de vida a quem tem doença grave ou incurável. Na solidariedade social é urgente que projetos como o Moviment’Arte, desenvolvido pela APADIF, deixem de ser precários e que este se transforme numa valência de Centro de Atividades Ocupacionais, para continuarem a promover de forma sólida a verdadeira inclusão da pessoa com deficiência na sociedade.
Na economia azul, se temos os principais bancos de pesca dos Açores ao largo do Faial, por que motivo a nossa lota não tem maior peso na Região? Por que motivo faz o pescado 8 horas de viagem até S. Miguel, diminuindo a cada hora o seu valor? É necessário ajustar o funcionamento da Lota por forma a aumentar o volume de negócio.

Que análise faz ao Faial neste momento?
O Faial atualmente está à espera da 2ª fase… A realidade mostra que não passamos disto. Lança-se um projeto, executa-se aquém do planeado a 1ª fase e depois ficamos a aguardar até cair no esquecimento.
E deixo aqui dois exemplos:
- O novo terminal de passageiros foi apresentado como um cais para utilização pelos passageiros do canal e para poder receber cruzeiros com calado até 12 m… Só que ficámos com um cais que para passageiros é sobredimensionado e para cruzeiros ficou-se por um calado até 7 m. O terminal de passageiros era urgente e as condições foram melhoradas e bem, no entanto, era preferível ter dado condições ao Clube Naval da Horta e aos operadores marítimo-turísticos que operam junto à marina, que isso sim é prioritário, e deixar para 2ª fase o cais de cruzeiros.
- A Escola do Mar dos Açores é apresentada no seguimento da existência do curso de Operador Marítimo-Turístico, curso de nível 5 (entre 12º ano e Licenciatura), podendo passar a ser lecionado nesta nova entidade. Por ineficiência dos responsáveis locais, e por pouca vontade do Governo Regional em se comprometer com a estrutura, ficámos aparentemente com uma Associação Sem Fins Lucrativos, que não pode lecionar cursos de nível 5. Basicamente é uma segunda escola profissional, quando a Escola Profissional da Horta viu imposta uma limitação ao número de cursos que poderia abrir. Servirá apenas para distribuir lugares de administração?

 

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30
setembro

Editorial

Publicado em EDITORIAL
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 A baleação está no sangue dos nossos antepassados. Durante muitos anos a caça à baleia foi o sustento de inúmeras famílias da nossa ilha e da ilha do Pico.
Imortalizar aqueles que domaram o maior animal marinho nunca é demais, daí que o livro agora publicado pelo historiador Francisco Henriques, seja de extrema importância no perpetuar de pessoas, barcos e acontecimentos relacionados com a baleia.
Em julho de 2012 o Tribuna das Ilhas publicou um suplemento em formato revista denominado “Tempo de Baleeiros”, e contou com a prestimosa colaboração deste historiador na sua execução.
Já naquela altura afirmamos que se tratava “de um contributo para a informação da sociedade ao nível da temática que trata mas também, e fundamentalmente, um veículo para a preservação da memória coletiva que a todo o momento necessita ser alimentada e que, por si só, se traduz numa homenagem às muitas gerações de intervenientes na actividade, bem como às suas famílias”.
Esta semana damos à estampa a entrevista do candidato do CDS-PP às eleições. Estava prevista ainda a publicação das entrevistas do MPT e do PDR mas não obtivemos resposta às nossas questões.
A edilidade e os Bombeiros chegaram a acordo e o novo quartel começa a vislumbrar uma luz ao fundo do túnel.
Apresentamos ainda o projeto Drink Lovers, mais uma iniciativa de um jovem empreendedor que tenta contrariar a crise na nossa Ilha.
A nota positiva da semana vai, claro, para a inauguração do Polivalente de Pedro Miguel. Quando, há meses, o presidente da CMH garantia que o mesmo ia estar pronto a 30 de setembro, a dúvida pairou no ar... Parece que se concretizou.... até antes.

Maria José Silva
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28
setembro

Campanha de vacinação da época gripal 2016/2017 tem início a 1 de outubro

Publicado em Geral
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A Direção Regional da Saúde enviou hoje para as Unidades de Saúde da Região a circular normativa que recomenda a vacinação contra a gripe, especialmente para os grupos prioritários, para a época gripal 2016/2017.

A vacina contra a gripe é fortemente recomendada e gratuita no Serviço Regional de Saúde para pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, faixa etária onde se pretende atingir uma taxa de vacinação de, pelo menos, 60%.

Esta vacina está disponível nos centros de saúde que integram as Unidades de Saúde de Ilha, não necessitando de receita médica ou guia de tratamento para ser administrada.

Para além do grupo etário com idade igual ou superior a 65 anos, esta vacina é ainda fortemente recomendada a doentes crónicos e imunodeprimidos com seis ou mais meses de idade, às grávidas e a profissionais de saúde, assim como a outros prestadores de cuidados.

Cada Centro de Saúde vai dispor, a partir do mês de outubro, de um serviço próprio para a vacinação contra a gripe com a vacina trivalente para a época 2016/2017 (gratuita ou não), que funcionará das 11h00 às 16h30 sem interrupção.

A vacinação aplica-se também aos Núcleos de Saúde Familiar e às extensões dos centros de saúde, pelo que os enfermeiros a eles afetos devem proceder, no horário de atendimento habitual, a esta vacinação.

Para as pessoas não abrangidas pela vacinação gratuita, a vacina contra a gripe é dispensada nas farmácias, nos mesmos moldes das épocas anteriores, através de prescrição médica e com comparticipação de 37%.

As receitas médicas nas quais seja prescrita exclusivamente a vacina contra a gripe para a época gripal 2016/2017, emitidas a partir de 1 de julho de 2016, são válidas até 31 de dezembro.

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