A candidatura do Partido Social Democrata pela ilha do Faial às eleições regionais de 16 de outubro reuniu nos últimos dias com vários empresários locais, para ouvir diretamente as suas preocupações e propostas, e também para incentivar e felicitar os empreendedores da ilha pelos sucessos alcançados.
Carlos Ferreira elogiou, na sequência desses encontros, os empresários faialenses “pela coragem, tenacidade e espírito empreendedor que têm demonstrado, qualidades que têm permitido manter alguma dinâmica económica e combater o desemprego”.
Para o cabeça de lista do PSD do Faial “perante o desinvestimento público na ilha, os empresários têm sido o verdadeiro polo de desenvolvimento e de criação de emprego no Faial”.
“A grande lamentação dos nossos empresários é a morosidade, burocracia, desinteresse e falta de dinamismo dos poderes públicos na avaliação e desenvolvimento dos projetos. Esse é o nosso grande desafio e é essa nova dinâmica que pretendemos implementar em parceria com os nossos empresários”, acrescentou Carlos Ferreira.
A candidatura do Partido Socialista pelo Faial salientou esta terça-feira, os números crescentes do turismo no Faial e nos Açores, sublinhando a importância do setor e das várias infraestruturas construídas na ilha, que proporcionam aos visitantes novas experiências.
No final de uma visita ao Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, Ana Luís afirmou que “hoje, em que se assinala o Dia Mundial do Turismo, considero importante destacar a evolução positiva que se tem registado na Região. Na ilha do Faial, em particular, este ano já registámos mais 17% de dormidas, até final de julho, que representaram um aumento de proveitos superior aos 20%”.
Segundo a candidata, este crescimento já trouxe mais-valias visíveis, por exemplo, no Parque Natural da ilha do Faial onde, a par de investimentos diversos, o número de visitantes já “superou largamente os valores de 2015”.
Para Ana Luís, através da valorização do património natural, “estamos a trabalhar para desenvolvermos um turismo sustentável”.
“O caminho a percorrer passa, forçosamente, pelo incremento da sustentabilidade do setor, ou seja, pela utilização dos recursos disponíveis, sem os comprometer no futuro”, sintetizou Ana Luís, anunciando que, “nesse sentido e para valorizar o que é nosso, o Partido Socialista pretende propor a classificação do Vulcão dos Capelinhos como Monumento Natural, numa medida que entendemos que terá um impacto muito positivo na ilha do Faial”.
A Secção de Vela de Cruzeiro do Clube Naval da Horta realizou, na manhã do passado sábado, 24 de setembro, a Regata do 69º Aniversário do CNH.
A largada foi dada às 10h, entre o mastro de sinais colocado na ponta da doca antiga e o farolim verde da doca nova. O percurso compreendeu uma ida à boia colocada fora da Rocha Vermelha, na Praia do Almoxarife, e regresso à linha de partida.
Estiveram em prova dez veleiros, que competiram na classe Open. Foi uma manhã de bom convívio marítimo, sol, mar chão e vento q.b para a realização de regatas. Destaque para a tripulação do Maresia II, com o skipper José Barros, que seguiu com uma tripulação especial, com os velejadores das classes 420 e Laser 4.7 da Escola de Vela do CNH, sendo também uma forma de porem em prática nos veleiros o que realizam durante o ano letivo nas suas classes.
O Azul, com o skipper Luís Quintino, foi o primeiro classificado, após os ratings finais, com 1 hora, 6 minutos e 55 segundos de tempo compensado. Em segundo lugar ficou o Mariazinha, com o skipper Manuel Gabriel Nunes, com 1 hora e 12 minutos de compensado e em terceiro lugar, a fechar o pódio, ficou o No Stress, com o skipper António Pedro Oliveira, com 1 hora, 12 minutos e 36 segundos.
Em quarto lugar, referência ao Air Mail, com o skipper Luís Carlos Decq Mota, que foi o primeiro na linha, com 1 hora, 8 minutos e 2 segundos de tempo real.
A Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, na Horta, promove sexta-feira, 30 de setembro, pelas 18h00, a inauguração da exposição "A calçada portuguesa no mundo", de Ernesto Matos.
Numa viagem à volta do mundo, Ernesto Matos registou fotograficamente a presença da calçada portuguesa nos mais variados locais, nomeadamente nos Açores, Madeira, Macau, Hong Kong, Rio de Janeiro, entre outros, originando esta mostra, que estará patente até 2 de dezembro.
Ernesto Matos, licenciado em Design Gráfico pelo Instituto Superior de Educação e Ciências e formado em Fotojornalismo pelo CENJOR, tem desenvolvido trabalhos na área da divulgação dos pavimentos com a técnica da calçada portuguesa, principalmente como autor de vários livros e como colaborador em palestras, jornais e revistas, através de imagens e textos, onde procura identificar as principais caraterísticas de uma cultura que tem prevalecido ao longo de dois séculos.
Na altura de cantar os parabéns e cortar o bolo foram chamados Jorge Gonçalves e Carlos Silveira, dois dos sócios fundadores deste clube que, durante 26 anos funcionou no Hotel Fayal e que, há dez anos, tem as suas próprias instalações.
Paulo Salvador, presidente do Clube, congratulou-se pelo aumento da atividade tenista do clube que, na altura dos cabos submarinos, chegou a ter doze campos em constante funcionamento.