O Governo decidiu adjudicar à Somague-Ediçor, Engenharia, S.A. a empreitada de remodelação do Hospital da Horta e de construção do edifício da Unidade de Saúde de Ilha do Faial pelo valor de 5 milhões e 174 mil euros, acrescido de IVA à taxa legal em vigor.
A segunda fase das obras do Hospital da Horta visa a adaptação da parte antiga do hospital e inclui a construção de uma nova Unidade de Cuidados Intensivos, a ampliação do Serviço de Urgência, do Serviço de Diálise e da Consulta Externa, assim como o realojamento do Serviço de Medicina Hiperbárica.
A passagem dos Serviços do Centro de Saúde da Horta para uma nova ala vem garantir melhores condições de funcionamento e uma interação efetiva entre os cuidados de saúde primários e os cuidados hospitalares, reforçando a complementaridade entre as respetivas unidades e a qualidade dos serviços prestados.
Numa iniciativa da Farmácia Lecoq vai decorrer no próximo dia 18 de junho um rastreio nutricional.
Este rastreio terá lugar das 10h às 13h e engloba a avaliação da composição corporal, desde peso, índice de massa corporal, massa gorda, massa muscular, idade metabólica e gordura visceral.
O regulamento do programa “Apoio mais – retenção zero”, criado no âmbito do Plano Integrado de Promoção do Sucesso Escolar – ProSucesso, Acores pela Educação, foi hoje publicado em Jornal Oficial.
O ProSucesso, Açores pela Educação, aprovado por Resolução do Conselho do Governo de setembro de 2015, reforça a possibilidade, dada às escolas do sistema educativo regional, de implementarem medidas e projetos específicos, propostos pela Direção Regional da Educação ou concebidos pela própria unidade orgânica, de modo a responderem a um problema com o qual se depara a escola na melhoria das aprendizagens dos seus alunos.
Neste contexto, a criação do programa “Apoio mais - retenção zero” assenta numa lógica efetiva de ciclo e no princípio de que “os alunos completem cada ciclo do ensino básico no número de anos esperado, sem o recurso à retenção”, bem como fornece às escolas condições específicas na organização das turmas, na avaliação dos alunos e nas estratégias de diferenciação pedagógica que a equipa docente considere adequadas ao perfil dos alunos.
Na nota preambular do Despacho Normativo agora publicado considera-se que “a promoção de aprendizagens efetivas e de qualidade por parte de todos os alunos requer, por isso, por parte da escola, e em alternativa à retenção do aluno no mesmo ano de escolaridade, ações que incrementem a qualidade das aprendizagens dos alunos”.
Os projetos a apresentar pelas unidades orgânicas do sistema educativo regional podem, neste contexto de inovação pedagógica, “requerer métodos de avaliação dos alunos distintos dos legalmente previstos no diploma que estabelece os princípios e os procedimentos a observar na avaliação das aprendizagens e competências a desenvolver pelos alunos dos três ciclos do ensino básico”.
“Efetivamente, para além da tomada de decisão sobre o percurso escolar do aluno, a avaliação, nas suas várias modalidades, deve centrar-se, no ensino básico, na identificação das dificuldades de aprendizagem que ainda não foram superadas, de modo a reorientar o processo de ensino e aprendizagem, não devendo aquela servir apenas para documentar o insucesso e se avançar na prática letiva, sem a necessária reflexão”, salienta o documento.
Por isso, acrescenta o Despacho Normativo assinado pelo Secretário Regional da Educação e Cultura, as unidades orgânicas “devem associar a avaliação à melhoria das aprendizagens e ao sucesso na sala de aula, incrementando o desenvolvimento de práticas sistemáticas de avaliação formativa”.
No entanto, considera-se a necessidade de reconhecer que, além da urgência de “adequar as estratégia de ensino e de trabalho às crianças e jovens de hoje”, o aluno tem de “assumir o papel principal na sua aprendizagem”.
A escola, refere ainda a nota preambular, “está a preparar cidadãos do século XXI”, o que “exige o desenvolvimento de um conjunto de competências e de capacidades fundamentais num mundo em permanente mudança”.
2.2 milhões de euros é quanto vão custar as obras de requalificação e ampliação da creche, jardim de infância e centro de atividades de tempos livres do Lar das Criancinhas da Horta/O Castelinho, cuja primeira pedra foi lançada quarta-feira na Horta.
A obra, adjudicada à AFAVIAS e fiscalizada pela Normaçores, resulta de um projeto do Gabinete do Arquiteto Victor Frazão que explicou aos presentes que “o projeto elaborado para o Lar das Criancinhas da Horta visou a remodelação e ampliação do edifício existente por forma a dar resposta ao programa de ocupação pretendido pelo dono da obra. Trata-se de um imóvel de valor patrimonial para a cidade e incluído na lista de imóveis a preservar tendo pertencido à família Dabney e designado por Fredónia, pelo que nesse sentido sugeri que deveria ser devolvida a beleza da fachada principal primitiva deste imóvel que era composta por um pórtico com seis colunas a que se associava um alpendre coberto com balaustradas, caraterística da designada arquitetura colonial americana”.
Do programa funcional e conforme referiu, o projeto pretendeu solucionar a falta de valências, mormente salas para os vários anos da creche e ATL, de forma a que ficasse compatível com os equipamentos já existentes, como sejam a cozinha, lavandaria e refeitório, a par de requisitos de segurança e mobilidade acessível para todos.
Bruno Frias Leonardo, presidente da instituição desde 2008, referiu-se a este momento como “mais um passo no sentido de melhorar as nossas condições de funcionamento. Esta obra permitirá melhorar as condições de desenvolvimento e segurança das nossas crianças, as condições de trabalho dos nossos colaboradores e aumentar a eficiência de gestão de recursos humanos, materiais e financeiros”.
Com esta obra o Castelinho passará a dispor de uma capacidade para 240 crianças. Atualmente frequentam a instituição 193 alunos (52 na creche; 68 no jardim de infância e 73 no ATL).
“Com esta obra o Lar das Criancinhas da Horta associa a melhoria das condições infraestruturais e materiais, ao excelente quadro de pessoal, qualificado, experiente e estabilizado que possuiu proporcionando todas as condições necessárias ao desenvolvimento educacional e psicopedagógico das crianças da comunidade faialense” – frisou na ocasião o presidente da instituição.
O Presidente do Governo dos Açores, por sua vez, anunciou que a atual legislatura vai terminar com um investimento público que ultrapassa os 30 milhões de euros em infraestruturas na área da Infância e Juventude, uma aposta estratégica no apoio social que foi concretizada numa conjuntura desafiante.
“Isso releva não apenas pelo montante, mas, sobretudo, porque esta aposta no apoio social e, em específico, nesta área da Infância e Juventude, desenvolveu-se numa conjuntura e num período muito particular em que as solicitações para outro tipo de prioridades naturalmente que existiram”, afirmou Vasco Cordeiro.
Na cerimónia de lançamento desta obra, Vasco Cordeiro salientou que este investimento representa, assim, o cumprimento de um compromisso, o cumprimento de uma obra que está prevista na Carta Regional das Obras Públicas, mas, sobretudo, o cumprimento de um compromisso com o futuro, através da aposta naqueles que são o futuro dos Açores.
Numa iniciativa do Clube Naval da Horta decorrer no próximo sábado, 18 de junho, o Encontro Regional de Cadetes – TORREGRI 3, na Piscina do Complexo Desportivo da Escola Secundária Manuel de Arriaga.
A prova terá início pelas 10h e o período da tarde inicia-se pelas 16h.
Estarão presentes na Horta 120 atletas, provenientes de vários clubes das ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira e Faial.
O Clube Naval da Horta será representado por 12 atletas: António Alvernaz, João Cabral, Gonçalo Costa, Maria Fontes, Santiago Melo, Diana Neves, Francisco Rodrigues, Maria Rodrigues, Mariana Silva, Bernardo Silveira, Duarte Vieira e Maria Vieira.