A Nortravel está a sortear uma viagem aos Açores, para duas pessoas, num passatempo a decorrer na página de Facebook do operador.
De acordo com o operador, o objectivo vista que o participante mostre a sua criatividade e crie uma frase onde inclua as palavras ‘Açores’ e ‘Nortravel’, a mais original será escolhida por um júri.
O concurso tem início a 29 de Junho e termina às 23h50 do dia 14 de Julho de 2015.
O autor da frase mais criativa será premiado com uma viagem dupla aos Açores, para duas pessoas, em classe económica à saída de Lisboa ou do Porto, transferes de chegada e saída e estada de quatro dias/ três noites em hotel de quatro estrelas com pequeno-almoço incluído.
É já amanhã, 30 de maio, que o Azores Trail Run (ATR) 2015 vai percorrer os trilhos da ilha do Faial.
A partida do “Faial Costa a Costa” acontece às 09h00, junto ao polivalente da Ribeirinha. Mais tarde, pelas 11h30, partem os participantes do “Trilho dos 10 Vulcões”, da Caldeira.
A primeira edição do ATR, em 2014, contou com cerca de 200 participantes. O sucesso da prova e os elogios dos atletas participantes, como a então campeã mundial, Anna Frost, ou os portugueses Carlos Sá e Armando Teixeira, elevaram a fasquia para a segunda edição, que contou com mais do dobro das inscrições. Em 2015, serão cerca de 500 os atletas a percorrer os trilhos faialenses, vindos na sua grande maioria do exterior da ilha.
Entre os muitos atletas presentes na prova, destaque para Luís Fernandes, campeão nacional de 2015; Tòfol Castanyer, primeiro classificado do CCCMonte Branco 2012 e segundo classificado do UTMB 2014; e Sofia Bardoll, campeã do European Mountain Maratons.
As previsões meteorológicas são bastante favoráveis à realização da prova nas melhores condições, com pouco vento, temperaturas a rondar os 17 graus centígrados, ausência de precipitação e ligeira nebulosidade.
A organização faz um apelo a toda a população faialense para que marque presença neste evento e apoie os atletas. Para além dos locais de partida de ambas as provas (Ribeirinha e Caldeira) e do ponto de chegada (Vulcão dos Capelinhos), os pontos ideais para assistir são os Charcos de Pedro Miguel e os Parques Florestais do Cabouco e do Capelo.
MIGUEL SILVA, ATLETA DE ELITE DA SOLOMON PORTUGAL: “DEPOIS DE VER OS VÍDEOS E FOTOS DE 2014 E OUVIR O FEEDBACK DOS ATLETAS, EU TINHA DE ESTAR AQUI ESTE ANO”
O briefing aos atletas decorreu na tarde de hoje, no Salão Nobre da Sociedade Amor da Pátria, por estes dias transformada em centro de operações do ATR.
Após o briefing, alguns dos principais atletas que este ano se estreiam na prova participaram numa conversa moderada pelo diretor do ATR, Mário Leal.
Miguel Silva, um dos principais atletas da equipa da Solomon Portugal, mostrou-se extremamente satisfeito por poder participar, destacando o feedback positivo que a primeira edição provocou entre os adeptos do trail running: “Depois de ver os vídeos e as fotos e ouvir o feedback positivo dos outros atletas, eu tinha de estar cá este ano”, disse.
Uma das estrelas da edição deste ano do ATR é o espanhol Tòfol Castanyer, atleta da Salomon considerado um dos melhores trail runners do momento. Natural de Mallorca, Castanyer mostrou- se ansioso por correr numa ilha diferente da sua terra natal.
Também Sofia Bardoll destacou o cenário onde vai correr amanhã, assim como Luís Fernandes, habituado a travessias costa a costa nas provas que realiza na sua terra natal, a ilha da Madeira.
Um dos vários participantes dos Estados Unidos é Leon Lutz, que destaca o empenho da organização do ATR e a paixão que encontrou no Faial à volta desta prova. Para além de correr, Lutz escreve sobre as suas experiências nestes eventos, tal como vários jornalistas de outros países que também marcam presença nesta que promete ser mais uma grande edição do ATR.
Maria Zoraida Salema Stattmiller Saldanha Matos Nascimento e Eduardo Caetano de Sousa foram agraciados no âmbito do Dia dos Açores com a Insígnia Autonómica de Mérito Cívico e com a Insígnia Autonómica de Dedicação, respetivamente.
Ao todo foram impostas 26 insígnias honoríficas: 22 personalidades, três das quais a título póstumo, e quatro instituições, numa cerimónia que decorreu na ilha das Flores.
O Dia da Região Autónoma dos Açores foi instituído pela Assembleia Legislativa em 1980 e a data, observada em todo o arquipélago como feriado regional, celebra a “afirmação da identidade dos Açorianos, da sua filosofia de vida e da sua unidade regional”, consideradas “base e justificação da autonomia política que lhes foi reconhecida e que orgulhosamente exercitam”.
As Insígnias Açorianas, cujo regime jurídico foi aprovado em 2002, visam distinguir “os cidadãos e as pessoas coletivas que se notabilizarem por méritos pessoais ou institucionais, atos, feitos cívicos ou por serviços prestados à Região”.
Nos Açores existem quatro Insígnias Honoríficas, nomeadamente a Insígnia Autonómica de Valor, a Insígnia Auto-nómica de Reconhecimento, a Insígnia Autonómica de Mérito (com as categorias de Mérito Profissional, Mérito Industrial, Comercial e Agrícola e Mérito Cívico) e a Insígnia Autonómica de Dedicação.
“Respeitando a pluralidade e a diferença, é imperativo que se continue a falar a uma só voz, como o fizemos no passado na defesa da terceira revisão do Estatuto Político-Administrativo, da Lei das Finanças Regionais e em muitas outras matérias”, afirmou Ana Luís, no discurso que proferiu na sessão solene de comemoração do Dia da Região.
No entender de Ana Luís os Açores enfrentam hoje “desafios diferentes, mas não menos importantes: a consolidação democrática e, simultaneamente, o aprofundamento autonómico, colocam os Açores, mesmo com a sua ultraperiferia, insularidade e escassez territorial, no mundo global, onde pontuam os centros de debate nacional e europeu, onde se forma a opinião pública e onde se toma a decisão política”, afirmou.
Ana Luís considerou ainda “imperioso”, nos “tempos difíceis” atuais, “saber olhar para aqueles que mais sofrem, para aqueles que deixaram de acreditar" e que "já não têm esperança”.
Na cerimónia que decorreu no ponto mais ocidental da Europa, o presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, disse que as “opções políticas nacionais” dos últimos anos, que arrastaram o país para uma “tormenta”, não eram inevitáveis e que o arquipélago é a prova disso.
“Entre a agenda ideológica de uns, a neutralidade colaborante de outros e, ainda, a inércia de alguns, o nosso país foi arrastado para uma situação em que voltaram a surgir, com gravidade, chagas sociais como o desemprego, a pobreza, a fome e uma fragilidade gritante, sobretudo, ao nível dos setores mais vulneráveis da sociedade”, disse Vasco Cordeiro. MJS
É já sábado dia 30 de maio que vão percorrer os trilhos da ilha do Faial os cerca de 500 atletas, de 17 nacionalidades, que vão participar na segunda edição do Azores Trail Run.
Esta prova, organizada pelo Clube Independente de Atletismo Ilha Azul (CIAIA), após integrar o circuito nacional de Trail Run Ultra, qualifica também para o UTMB – Ultra Trail do Monte Branco.
Este evento de Trail, na realidade, já vai na sua 4.ª edição embora as duas primeiras edições tenham sido apenas de caráter local, com a realização do Trail dos 10 Vulcões, no âmbito das comemorações dos 40 anos da Reserva Natural da Caldeira e do dia Europeu dos Parques Naturais, com cerca de 35 participantes, sem que adotasse esta designação.
A edição de 2014 foi a primeira a incluir uma prova na distância ultra e em que se apostou em atrair atletas do exterior, nomeadamente de Portugal continental e internacionais.
A 1.ª edição do Azores Trail Run (ATR) foi um sucesso, contou com 215 atletas inscritos de 14 nacionalidades, nomeadamente de Portugal, Espanha. França, Itália, Grécia, Holanda, Bélgica, Dinamarca, Noruega, Alemanha, Brasil, Estados Unidos da América, Africa do Sul e Nova Zelândia. Este ano o número de atletas ascende as cinco centenas.
A 2.ª edição do evento Azores Trail Run, será constituída por duas provas competitivas, o Faial Costa a Costa – Trail Ultra (48 km), que se inicia no centro da freguesia da Ribeirinha, próximo de um antigo porto – o Porto da Boca da Ribeira.
A prova terá um desnível positivo de 2000 metros, sendo o ponto mais elevado atingido à cota de 1000 metros, e o ponto de cota mais baixa situado à cota zero.
A prova é categorizada pela Associação Nacional de Trail Running como Trail Ultra Médio Grau 2.
Já a segunda vertente da prova, o Trail dos 10 Vulcões (22 km), como o próprio nome indica, tem início numa das maiores e mais espetaculares caldeiras vulcânicas que existem no planeta e percorre, ao longo dos cerca de 22 km, os 10 principais vulcões existentes no alinhamento fissural da península do Capelo.
A prova terá um desnível positivo de 550 metros, sendo o ponto mais elevado atingido à cota de 900 metros, e o ponto de cota mais baixa situado à cota zero.
O equipamento essencial é o que está no regulamento da prova nomeadamente, mochila tipo camelbak ou cinto com recipiente, copo ou caneca, manta de sobrevivência, apito, telemóvel, corta-vento.
Após integrar o circuito nacional de Trail Run Ultra a organização do Azores Trail Run conseguiu ver o seu trabalho reconhecido internacionalmente pelas mais altas instâncias do Trail Run mundial, ao ver a prova Trail Ultra Faial Costa a Costa entre aquelas que figuram como provas que qualificam para o UTMB – Ultra Trail do Monte Branco.
O UTMB – Ultra Trail do Monte Branco, é a prova de referência do Trail Run mundial que se realiza anualmente, em agosto, nos Alpes em redor do maciço do Monte Branco na qual os ultra maratonistas de montanha percorrem três países, França, Suíça e Itália, num percurso com a distância de 168km, com 9.600m de desnível positivo (metros que os atletas sobem) e 19.200m de desnível acumulado (metros que os atletas sobem e descem, acumulados).
Para um atleta se poder candidatar a participar no UTMB é necessário acumular oito pontos em provas certificadas pela Associação Internacional de Trail Run (ITRA) ao longo de um ano. Após a obtenção desta pontuação um atleta habilita-se ao sorteio de uma vaga nesta prova. Neste evento participam anualmente 10 000 atletas de todo o mundo.
Assim, a prova contará para atribuição de um ponto para a qualificação do ano 2015 para os atletas que pretendam concorrer à participação no UTMB de 2016.
Este evento encontra-se também registado na ITRA (International Trail Run Association) que é a entidade internacional que regulamenta este tipo de eventos de Trail Running.
Num momento em que o Governo Regional dos Açores promove a Região como um destino turístico para desportos de natureza, o reconhecimento do Trail Ultra Faial Costa a Costa pela associação internacional de trail run, que tem como consequência ser pontuável para a prova rainha do trail mundial é, certamente, uma mais-valia para promoção de uma região onde os trilhos pedestres são uma imagem de marca.
Desde a semana passada que os atletas estão a chegar ao Faial.
Este ano o secretariado está montado na Sociedade Amor da Pátria e será montada uma tenda para a festa de encerramento do evento na Marina da Horta.
Do programa constou ainda uma tertúlia subordinada ao tema “Running, turismo, ambiente e saúde”, que decorreu no dia 27. Neste mesmo dia foi exibida uma reportagem da RTP Açores sobre o evento.
O secretariado abriu ontem, dia em que decorreu também uma plantação de árvores no âmbito do projeto “Pegada 0 – SOS Laurissilva dos Açores” e o Festival internacional de cinema “Trails in Motion 3”.
Hoje o secretariado abre às 10h30 e está agendado para as 18h00 o Briefing do Trail Ultra Faial Costa a Costa e do Trail dos 10 Vulcões. Das 19h00 às 21h00 uma Pasta Party no Barão Palace.
Amanhã, a saída para os 48 quilómetros está agendada para as 07h00. 50 minutos depois saem os atletas rumo aos 21 quilómetros. A prova para os atletas que vão fazer o Costa a Costa inicia-se pelas 09h00.
Às 09h15 terá início a caminhada solidária “De vulcão para vulcão”.
Os atletas dos Trail dos 10 Vulcões começam a sua prova na Caldeira às 11h30.
As linhas de chegada encerram as 16h30 (Trail dos 10 vulcões) e 19h00 (Trail Ultra Faial Costa a Costa).
O novo diploma sobre a cobertura jornalística das eleições é, no mínimo, ridículo, já para não dizer, que é um atentado à liberdade de imprensa.
O documento versa sobre a cobertura jornalística das eleições e propõe que os órgãos de comunicação social entreguem um plano de cobertura do sufrágio a uma comissão mista que irá validá-lo, prevendo que caso haja incumprimento desta medida as multas possam chegar aos 50.000 euros.
Esta proposta prevê que os media que façam cobertura do período eleitoral entreguem, "antes do início do período de pré-campanha, o seu plano de cobertura dos procedimentos eleitorais, identificando, nomeadamente, o modelo de cobertura das ações de campanha das diversas candidaturas que se apresentem a sufrágio”, a uma comissão composta por representantes da Comissão Nacional de Eleições (CNE) e da ERC.
O plano de cobertura a ser enviado à comissão, a qual irá validar o mesmo, inclui ainda a realização de entrevistas e de debates, reportagens alargadas, emissões especiais ou de outros formatos informativos, com o objetivo de assegurar os “princípios orientadores da cobertura jornalística em período eleitoral”.
Ao aprovar este diploma estamos a abrir um precedente como não há igual nestes 40 anos em que Portugal se diz democrata e livre.
Só nos vem à ideia que voltamos à censura.
Estamos piores do que no Estado Islâmico em que foram publicadas onze “regras” para jornalistas...
Decorridos 41 anos sobre a conquista de uma democracia livre, o Estado não pode arrogar-se o poder de ter competência editorial, impedindo ou condicionando o trabalho dos jornalistas, por qualquer via.
Qualquer dia exigem ler e aprovar as peças que são escritas.
“O jornalismo é um pilar fundamental da democracia, é um compromisso com a liberdade e a independência, a pluralidade e a diversidade, a dignidade humana e o bem-estar social”, disse e bem Herberto Gomes, jornalista da televisão pública regional com experiência comprovada, logo, não podemos deixar que diplomas como este sejam aprovados.
É hora da classe jornalística se insurgir. Afinal de contas o que andamos aqui a fazer?
Os senhores deputados da AR que façam o seu trabalho, que se preocupem com o que é realmente preocupante, ou seja, em traçar medidas que nos tirem deste fosso em que nos encontramos, em vez de andarem armados em “lápis azul”.
Que façam o seu trabalho e nos deixem fazer o nosso.