Menos de três anos depois de ter sido criado, o Go Gym inaugurou novas instalações. O novo espaço do ginásio de Lisa Medeiros fica na cidade da Horta, na rua 5 de Outubro, e vem trazer mais e melhores condições aos clientes. A inauguração decorreu na noite do passado domingo, e juntou no novo espaço dezenas de clientes, amigos e entidades da ilha.

Com 540 metros quadrados, o novo Go Gym está equipado, entre outras coisas, com salas para musculação e cycling, balneários e sanitários onde o aquecimento da água é feito com recurso a painéis solares, uma sala de grupo, escritório, recepção, bar e, futuramente, uma sauna.
Na inauguração do espaço, Lisa Medeiros recordou o seu percurso profissional no Faial, iniciado em 2007, quando começou a dar aulas de Fitness no ginásio dos Apartamentos Verde Mar. Quatro anos depois criou o seu próprio ginásio e agora lança-se para voos ainda mais altos com um espaço próprio, de maiores dimensões. Na ocasião, a empresária agradeceu às várias entidades que a têm acompanhado neste percurso, com destaque para a sua equipa, a quem agradeceu o empenho e amizade.

Também o presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH) marcou presença nesta inauguração, considerando a jovem empresária como “um exemplo a seguir”. “A Lisa é a cara do investimento jovem no Faial”, disse, lembrando que, na conjuntura atual, a iniciativa privada é fundamental para a criação de emprego. “É com pessoas como esta que queremos construir o Faial”, referiu.

Para José Leonardo Silva, o sucesso do Go Gym é certo, pois, entende, “quem constrói as coisas da base nunca as deixa cair”.
Na ocasião, foi possível visitar as novas instalações onde frequentadores habituais do ginásio fizeram demonstrações de hip hop, ioga e krav maga.

Foram inauguradas no passado domingo as obras de reabilitação e colocação do relvado sintético do Grupo Desportivo Cedrense.
Num investimento de cerca de 200 mil euros, esta obra desencadeou-se para aproveitar o antigo sintético do Estádio da Alagoa, que foi retirado quando foi necessário ampliar o campo, altura em que foi também substituído o relvado, com o novo piso a ser inaugurado no final de 2011. O piso antigo, em condições de ser reutilizado, foi assim colocado no campo da Lajinha, num investimento do clube que contou com apoios do Governo Regional e da Câmara Municipal da Horta, esta última proprietária dos terrenos, cedidos ao Cedrense. Este investimento permitiu ainda aumentar as medidas do campo, que passa assim a estar apto para receber competições de âmbito nacional.
Na ocasião, o presidente do clube lembrou que a nova infra-estrutura vem servir todo o lado norte da ilha. Mark Silveira agradeceu o apoio de todas as instituições envolvidas e apelou à defesa do desporto no Faial.
A inauguração do sintético do Cedrense contou ainda com intervenções do diretor regional dos Assuntos do Mar, Filipe Porteiro; e do presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH), José Leonardo Silva. Este último quis destacar o empenho das várias entidades envolvidas, salientando o facto deste investimento ter permitido reutilizar o piso sintético da Alagoa. O autarca lembrou que nesta obra participaram empresas locais e anunciou o apoio do município à segunda fase da obra dos balneários, empreendimento cujos custos a CMH comparticipará em 20%.
José Leonardo destacou a importância deste tipo de infra-estruturas para a formação das crianças e jovens do concelho, referindo que o desporto alia a saúde à educação. Nesse sentido, o edil aproveitou para anunciar que a autarquia vai majorar em 10% os apoios às instituições desportivas com aposta na formação.
A estreia do novo campo coube aos atletas mais jovens do clube, com as equipas de infantis e benjamins a receberem, durante a manhã, o Fayal Sport. Depois da cerimónia oficial de inauguração, que decorreu ao início da tarde, a equipa senior entrou em campo na receção ao Flamengos, em jogo do campeonato da Associação de Futebol da Horta.
Na presente época desportiva o Cedrense conta com 80 atletas a praticar futebol, distribuídos pelos escalões de seniores, juniores, infantis e benjamins. A novidade no clube do norte da ilha é a criação de uma equipa de ciclismo, que conta com 21 elementos.
A ilha do Faial conta atualmente com três relvados sintéticos, nos Flamengos, nos Cedros e no Estádio da Alagoa. Estes dois últimos são os únicos campos da ilha com dimensões que permitem receber provas de âmbito nacional.



O Teatro Faialense recebeu na noite do passado sábado mais um Encontro de Ranchos de Natal, organizado pela Câmara Municipal da Horta (CMH).
O encontro, apresentado por Victor Rui Dores, contou com a participação de quatro ranchos, metade dos que participaram no ano anterior. Assim, subiram ao palco os ranchos do Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel, da Zabumba da Praia do Norte, do Grupo de Cantares Ilha Azul e do Grupo Folclórico do Salão. Este evento contou ainda com a participação do Grupo Coral da Horta e das alunas de ballet da Escola Básica António José de Ávila.
Este Encontro de Ranchos foi o último dos 29 eventos que marcaram o programa de animação natalícia da autarquia faialense, “Natal com Tradição”. Na ocasião, o presidente da CMH considerou que este programa contribuiu para dinamizar a ilha durante esta quadra.
José Leonardo Silva entende que o Encontro de Ranchos prova que “as tradições estão vivas” no Faial, destacando a participação das novas gerações neste tipo de atividades.
O autarca aproveitou a ocasião para desejar um bom ano a todos os faialenses, apelando aos sentimentos de esperança e união para ultrapassar as dificuldades esperadas em 2014.

Grupo Folclórico e Etnográfico de Pedro Miguel

Zabumba da Praia do Norte

Grupo de Cantares Ilha Azul

Grupo Folclórico do Salão

Grupo Coral da Horta e Alunas de Ballet da escola António José de Ávila

A apresentação do evento esteve a cargo de Victor Rui Dores
Com a redução do diferencial fiscal entre os Açores e o continente português, imposta pela Troika, o Orçamento do Estado para 2014 trouxe uma novidade bem pouco agradável para os açorianos: o aumento do IVA.
Tribuna das Ilhas conversou com o presidente da Câmara do Comércio e Indústria da Horta (CCIH), que se mostrou indignado com mais este aumento da carga fiscal. Humberto Goulart garante que os empresários açorianos não conseguem suportar por muito mais tempo o aumento contínuo das dificuldades que lhes tem vindo a ser imposto.
Por imposição da União Europeia, a região autónoma dos Açores contava, até ao ano passado, com um diferencial fiscal em relação ao continente na ordem dos 30%, que se traduzia em impostos mais baixos para o arquipélago. Esta discriminação positiva é justificada com os custos da insularidade que se reflectem nas contas das empresas e dos consumidores das ilhas.
Com a entrada da Troika em Portugal, foi imposta uma diminuição desse diferencial fiscal, que passa agora a ser agora de 20%, fruto da revisão à Lei das Finanças Regionais, aprovada pela Assembleia Regional. Esta questão foi, recorde-se, motivo de um braço de ferro entre a Região e a República, com Governo e deputados açorianos a manifestarem-se contra esta alteração. Os deputados açorianos do PSD na Assembleia da República foram, inclusive, contra a disciplina de voto ao votar contra esta revisão.
No entanto, a redução do diferencial fiscal acabou por concretizar-se. Uma consequência desta alteração é o aumento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), plasmado na Lei do Orçamento do Estado para 2014. Este aumento é de dois pontos percentuais na taxa normal e de um ponto percentual nas taxas reduzida e intermédia.
Assim, a taxa normal, antes fixada em 16%, é agora de 18%. Em Portugal Continental, esta taxa fixa-se actualmente nos 23%. Esta taxa é aplicada, por exemplo, na hotelaria e na restauração oque significa, na prática, que um dos setores económicos mais importantes dos Açores – o Turismo – será uma área bastante afetada por este aumento.
Já a taxa intermédia, que no continente se fixa nos 13%, aumenta de 9% para 10% nos Açores. Esta taxa é aplicada a alguns produtos alimentares, como o vinho, às ferramentas agrícolas, e a vários outros produtos.
A taxa reduzida, que no continente é de 6%, aumenta nos Açores de 4% para 5%. Esta taxa é aplicada aos produtos mais essenciais, como a maior parte dos alimentos. Também se aplica a produtos culturais, como os jornais, aos medicamentos, à eletricidade, entre outras coisas.
O aumento do IVA entrou em vigor no dia 1 de janeiro. Se o Governo da República decidir aumentar este imposto a nível nacional, o aumento irá, obrigatoriamente, repercutir-se no aumento das taxas aplicadas na Região.
Para o presidente da CCIH, não há dúvidas de que este aumento dos impostos se vai traduzir em dificuldades para os empresários açorianos. Humberto Goulart recorda que a política das empresas tem sido absorver o aumento da carga fiscal, de forma a não subirem o preço dos produtos e serviços, tentando assim evitar a diminuição das vendas. Esse procedimento, entende o patrão dos empresários, é já insustentável, o que coloca os empresários perante um dilema difícil de resolver: ou fazem repercutir o aumento do imposto no preço de venda, o que torna os produtos mais caros e afasta os clientes, ou absorvem eles próprios este aumento, o que representa uma despesa extra para a empresa. Preso por ter cão, preso por não ter.
“Isto vem na pior altura e vai ser muito mau para as empresas, não só o aumento do IVA mas qualquer imposto adicional que surja. As empresas estão completamente estranguladas”, avisa Humberto Goulart, acrescentando que a CCIH não pode ter outra postura que não a indignação perante a escalada da carga fiscal.
Leia a reportagem completa na edição impressa do Tribuna das Ilhas de 03.01.2014, ou subscreva a assinatura digital do seu semanário
O concurso de Presépios e Altarinhos nesta quadra de Natal já faz parte da tradição faialense, sendo anualmente organizado pelo Núcleo Cultural da Horta. Este ano não foi exceção, com o Núcleo a contar com o apoio da autarquia para a realização desta iniciativa.
Em 2013 participam no concurso dez presépios e dois altarinhos, distribuídos pela cidade da Horta e pelas freguesias da Ribeirinha e Pedro Miguel. Estes são construídos por particulares que dão continuidade a esta prática e também por algumas instituições que contribuem para que ela não se perca.
Existem três categorias a concurso: altarinhos, presépios tradicionais e presépios originais. Os presépios e altarinhos foram já visitados pelo júri do concurso, que deverá anunciar os resultados após o período de exibição ao público.
Todos estes presépios e altarinhos podem ser visitados, como é tradição, até ao Dia de Reis, que se asssinala na próxima segunda-feira, dia 6 de janeiro. De acordo com o regulamento do concurso, devem estar abertos ao público entre as 14h00 e as 16h00.
Tribuna das Ilhas dá-lhe a conhecer os presépios e altarinhos que participam nesta edição do concurso.

Presépio Original da Escola Básica de Pedro Miguel

Presépio Original da Santa Casa da Misericórdia da Horta

Altarinho de Carlos Bettencourt (Rua da Boa Vista, n.º 22, Pedro Miguel)

Altarinho da Escola Secundária Manuel de Arriaga

Presépio Original da catequese e dos escuteiros de Pedro Miguel, com o tema "Terra Santa" (Polivalente de Pedro Miguel)

Presépio Original da Escola Secundária Manuel de Arriaga

Presépio Original de Emanuel Botelho (Império das Encruzilhadas; Pedro Miguel)

Presépio Tradicional da PSP da Horta

Presépio Tradicional de António Rocha (Estrada Regional, n.º 29, Espalhafatos)

Presépio Original da Biblioteca Pública e Arquivo Regional João José da Graça, na Horta

Presépio Tradicional da Igreja dos Espalhafatos

Presépio Tradicional de Carlos Bettencourt (Rua da Boa Vista, n.º 22, Pedro Miguel)