O 25.º aniversário da Associação de Pais e Amigos dos Deficientes da Ilha do Faial (APADIF) mostrou, num espetáculo realizado no passado dia 10 no Teatro Faialense, o trabalho desenvolvido nas diversas valências da Instituição. Este aniversário serviu, ainda, para homenagear os seus 11 sócios fundadores.
As comemorações do 25.º aniversário da APADIF iniciaram-se com um maravilhoso espetáculo proporcionado pelas várias da instituição, tais como o Movimentar`te, Esperança, o ATL Arco-Iris, Centro de Desenvol-vimento e Inclusão Juvenil (CDIJ) e Centro de Dia da Conceição.
Neste espetáculo foi prestada uma homenagem à figura tutelar da “Mãe”, porque se entende que a APADIF é uma mãe que a todos acolhe.
Após estas atuações iniciou-se a sessão solene com o discurso do Presidente da APADIF, José Fialho, que fugindo aquilo que tinha delineado começou por destacar e reconhecer o brilhante espetáculo a que se tinha assistido, resultado do muito trabalho de inúmeras pessoas.
“Estamos hoje aqui reunidos para comemorarmos as nossas bodas de prata”, referiu José Fialho, salientando que para tal “foi preciso muita dedicação, muito empenho e muita entrega à causa que acreditamos e que defendemos diariamente”.
Para o Presidente da APADIF não deixou de ser um ato de coragem de alguns cidadãos da nossa ilha o sentirem as dificuldades de ultrapassarem barreiras e abdicarem dos seus direitos para formar esta associação, com a consciência que tudo seria mais simples desta forma.
Felicitou, então, os sócios fundadores pela “coragem, trabalho, empenhamento que fizeram em prol daqueles que mereciam e merecem ter uma melhor qualidade de vida”. Reconhe-ceu que não tem sido uma tarefa fácil, na medida em se fecharam muitas portas ao longo do tempo.
No entanto, Fialho destacou “que algumas portas se abriram” as quais funcionaram como uma “mola impulsionadora” para que hoje estivéssemos aqui, conscientes que um longo caminho foi percorrido, graças ao trabalho diário gratificante desenvolvido pelos técnicos, diretores e voluntários, “com belíssimos resultados para os mais de 200 utentes que estão à nossa responsabilidade”.
O Presidente da APADIF destacou, depois, a impossibilidade de enumerar todos aqueles que ajudaram a construir a instituição ao longo dos seus 25 anos, mas reconheceu que só há sucesso quando todos trabalham em direção a um objetivo. Lembrou que tem sido prioridade da instituição “traçar metas, apontar caminhos, lançar desafios” para que o que pretendem seja alcançado.
“Os nossos 40 funcionários são os verdadeiros impulsionadores” da instituição, “não se poupando a esforços”, para que a meta seja alcançada, frisou José Fialho, acrescentando, de seguida que, atendendo às verbas que a instituição dispõe, há “um rigoroso controlo de toda a atividade diária”, pois é com esse rigor que se “faz muito com pouco dinheiro”.
A este propósito lembrou as pessoas voluntárias do quiosque da Praça da República que vendem, confecionam e fazem peças de artesanato, para conseguirem dinheiro para muitas das atividades da instituição.
Entende o Presidente da APADIF que as parcerias são fundamentais para desenvolver as suas atividades no seio da comunidade, permitindo, assim, uma verdadeira inclusão e contribuindo para que haja uma mudança de mentalidades e incutir em cada um o respeito pelo cidadão.
“Para aqueles que a inclusão era uma utopia, hoje posso aqui afirmar que a inclusão era possível se podem participarem nela”, salientou Fialho, destacando o papel do Faial nesta tarefa, como o mostrou o projeto “Vela para todos”, o espetáculo da orquestra da CMH com os utentes da APADIF e da Santa Casa da Misericórdia da Horta e o ATL Esperança.
A APADIF pretende em 2019 concretizar a ampliação do centro de dia, uma nova carrinha de 9 lugares para que o trabalho na comunidade continue, melhores condições para o ATL Esperança e Movimentar`te, e continuam “empenhados na construção de um lar residencial e o CAO continua no nosso objetivo”, disse José Fialho.
De seguida usou da palavra o Vice-Presidente do Municipio, que salientou o trabalho realizado pela APADIF ao longo dos seus 25 anos em prol do desenvolvimento da ilha do Faial e de criar condições para melhorar a vida de pessoas com necessidades especiais, ajudando-as a ultrapassar as dificuldades que ainda hoje se lhes colocam do ponto de vista físico, mas também educacional na sociedade.
“A APADIF é um fundamental parceiro social da Câmara Municipal da Horta, no objetivo constante de promover o desenvolvimento de atividades de mérito, que contribuem para o desenvolvimento social e comunitário”, frisou o Vice-Presidente, recordando que esta é uma instituição que desafia o Municipio com os seus projetos e atividades.
Disse ainda que a ilha do Faial conta com a APADIF para prosseguir o trabalho que tem realizado, incrementando ações e medidas que valorizem os indivíduos, estando o Município da Horta disponível para continuar a apoiar e estabelecer parcerias nesse sentido.
Por seu turno, Andreia Cardoso, Secretária Regional da Solidariedade Social felicitou a APADIF por mais este aniversário, pois “significa que completou mais um ano a servir os seus utentes e a cumprir a sua missão”.
Para a Secretária Regional esta instituição é “especial”, pela sua “tenacidade”, defendendo aquilo que é necessário melhorar, fazendo isto deles “um parceiro de excelência” do Governo Regional.
“Temos consciência que o apoio imprescindível às pessoas com deficiência não se esgota na criação de equipamentos e de novas valências. Sabemos como é importante em determinados casos assegurar um processo de tramitação e suporte social que acompanhe todo o ciclo de vida das pessoas em causa e que se conjuge com as disponibilidades e apoios das comunidades e das suas famílias, destacou Andreia Cardoso.
Neste aniversário, a Secretária Regional anunciou que o Governo Regional se irá associar à APADIF num projeto piloto no âmbito das actividades socialmente úteis e da empregabilidade das pessoas com deficiência.
Por último, tomou a palavra a Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Ana Luís que lembrou o facto de hoje “ser o dia de homenagear os 11 fundadores desta associação que deram forma ao sonho de contribuir para a integração e o desenvolvimento de competências pessoais e sociais a todo os cidadãos portadores de deficiência”.
Para a Presidente da ALRAA trata-se de uma associação que desempenha um papel social fundamental para a ilha do Faial e é também um exemplo dos projectos pioneiros para outras associações açorianas.
“A APADIF com uma postura dinâmica e de verdadeiro sentido social teve a capacidade ao longo destes anos de diversificar a sua atividade não só na disponibilização de serviços que visam a reabilitação ou valorização pessoal e a promoção de autonomia de crianças e jovens e de alguns menos jovens, como também na melhoria da qualidade de vida dos nossos idosos, fomentando o envelhecimento ativo e dando uma resposta integrada de apoio à família e à comunidade, frisou Ana Luís.
No final desta sessão solene, procedeu-se à homenagem dos 11 sócios fundadores da APADIF, bem como da entrega de uma lembrança ao seu Presidente José Fialho.
O Clube de Filatelia “O Ilhéu” da Escola Secundária Manuel de Arriaga (ESMA) celebrou, na passada segunda-feira, 25 anos de atividade ininterrupta. Um trabalho desenvolvido pelo Prof. Carlos Lobão que, nesta sessão solene realizada no auditório António Duarte, começou por lembrar o facto de o “homem ser por natureza um colecionador” e que um selo, “este pequeno pedaço de papel” e todas as formas de colecionismo dele decorrentes, “escrevem em todas as línguas as maravilhas do homem e da natureza, constituindo-se assim a filatelia como o maior museu do mundo”.
Tendo sido criado em 10 de novembro de 1993 na antiga escola secundária da Horta, o clube de filatelia “O Ilhéu”, com um trabalho caraterizado pela sua qualidade e abrangência, tem ganho muitos admiradores.
Para Carlos Lobão este clube de filatelia como clube escolar, com uma função específica que é a sua razão de ser “tem contribuído para fornecer aos seus membros através de diferentes atividades um conjunto de referências que os ajudem a tomar consciência do lugar e do tempo que lhes pertence, porque o clube nunca constituiu uma ilha isolada”.
“O Ilhéu é o resultado de um encontro de interesses de professores e de alunos, um local privilegiado de convívio e de cultura que se tem mantido graças às boas vontades da escola, das autarquias, do governo, da Federação Portuguesa de Filatelia, de muitos funcionários e da carolice daqueles que lhe têm dado vida ao longo destes 25 anos”, frisou o docente da Escola Secundária.
Relembrou, ainda, que apesar das dificuldades, o clube conseguiu emitir 50 carimbos, 26 selos e publicar inúmeros livros, entre eles “O ano do Vulcão”.
Interveio, depois, o Presidente do Conselho Executivo da ESMA, Pedro Medeiros, que considerou estar-se a celebrar 25 anos de um projeto que é intergeracional, que representam muita persistência e muitas dificuldades ultrapassadas.
“25 anos alcançados hoje são um sinal para os nossos alunos de que a persistência faz sentido, a persistência permite-nos alcançar resultados”, salientou Pedro Medeiros, recordando que este é um projeto que desde o seu inicio “envolveu alunos, professores, entidades externas à escola, nomeadamente os CTT”.
De seguida a Presidente da Assembleia de Escola, Maria do Céu Brito, que usou da palavra para destacar que “a escola é mais que um espaço físico, é um espaço de construção de conhecimento, é um espaço de desenvolvimento de projetos e de concretização de sonhos”.
De acordo com Maria do Céu Brito, a escola deve proporcionar viagens de maturação intelectual, da cidadania, de partilha de experiências e de cultura.
Interveio, ainda, o Vice-Presidente da Câmara Municipal da Horta, Luís Botelho, que destacou o facto de “serem 25 anos de divulgação do património cultural e imaterial do concelho da Horta”.
Por último, foi entregue ao clube uma placa de homenagem prestada pela Federação Portuguesa de Filatelia.
Numa nota enviada às redações, a Associação justifica a necessidade de recrutar mais elementos com o facto de o Corpo de Bombeiros ser de Tipo 3, ou seja, até 90 bombeiros.
Neste contexto, a Associação avança que estão abertas as inscrições para bombeiro/a voluntário/a, para tal os interessados deverão dirigir-se à secretaria do Quartel até 31 de janeiro de 2019.
AHBVF garante uma aprendizagem gradual e estruturada aos estagiá-rios/futuros bombeiros. “No fundo, o que se pretende é que, à medida que os elementos vão atingindo o final de carreira, outros estejam disponíveis para continuar o trabalho deste Corpo de Bombeiros com quase 107 anos de idade, garantindo-se assim o seu equilíbrio operacional e a prestação de um serviço cada vez melhor à população faialense” refere a Associação no documento.
Fundada a 16 de maio de 1912, a AHBVF é uma pessoa coletiva de utilidade pública administrativa, com personalidade jurídica própria, sem fins lucrativos e, como instituição humanitária que é, tem como escopo principal a proteção desinteressada de pessoas e bens, designadamente o socorro a feridos, doentes ou náufragos e a extinção de incêndios, detendo e mantendo em atividade, para o efeito, um corpo de bombeiros voluntários.
Ao longo da sua já centenária existência, a AHBVF tem-se pautado por um serviço contínuo, primariamente à ilha do Faial, ao concelho da Horta e à população faialense.
Atualmente a AHBVF, possui 51 bombeiros nos seus quadros de comando e ativo.
O 20.º aniversário da nossa Escola, no dia 2 de novembro, ficou marcado por inúmeras atividades ao longo de todo o dia.
Logo pela manhã, no Auditório da Escola, os cursos Técnicos de Turismo e de Comunicação e Serviço Digital, de nível IV que se encontram no primeiro ano, e o Curso de Técnico de Vendas, no âmbito do Programa REATIVAR, realizaram uma apresentação, dirigida a toda a comunidade educativa, para dar a conhecer as especificidades de cada área de formação.
De seguida teve lugar um momento organizado pela Associação de Estudantes que consistiu na entrega de Óscares, a formadores e formandos, nas mais diversas categorias, ocasião muito aguardada e participada por todos.
Como não podia deixar de ser, com um bolo para assinalar e celebrar tão marcante data, cantaram-se os Parabéns à Escola.
Posteriormente, foi realizado um peddy paper e diversos torneios desportivos, que envolveram todos os formandos da Escola e refletiram instantes de camaradagem, fraternidade e convívio exemplares.
No final do dia, como todos os anos, foi realizada uma sessão solene como forma de destacar este dia com outras entidades que não escolares, e que de um modo ou de outro fazem parte desta comunidade.
A sessão solene comemorativa destes 20 anos de Ensino Profissional, iniciou-se com uma breve introdução à história deste espaço por meio de uma pequena encenação por parte de alguns alunos do Curso de Animador Sociocultural, com a magistral ajuda do violinista David Duarte, que reproduziu uma pequena melodia ao som do seu violino. Após este momento emocionante, seguiu-se um breve cocktail na sala de Erasmus.
Esta sessão contou com a presença de entidades sem as quais esta escola não funcionaria. Estiveram presentes neste dia, o primeiro Diretor Geral e fundador desta escola, Sr. Eduardo Caetano de Sousa, as antigas Diretoras Pedagógicas, colaboradores e formadores que acompanham desde o início o crescimento e desenvolvimento desta unidade formativa, assim como representantes das entidades que apoiam a EPH, e também alunos formados no ano letivo anterior e outros que se destacaram pelo empenho na sua formação ou pela participação em atividades extracurriculares.
Desta forma, e após um pequeno discurso por parte das entidades apoiantes desta escola, a Escola Profissional da Horta, como forma de agradecimento pelo empenho e sentimento de pertença, começou por congratular o primeiro Diretor Geral o descerramento da placa do Auditório, que no presente se intitula “Auditório Eduardo Caetano de Sousa”. De seguida, congratulou Dr.ª Célia Pereira, o formador Leonardo Ávila, a D. Rosa Soares e a Drª Alice Rosa com uma pequena lembrança, por serem os colaboradores que desde a fundação desta instituição se mantiveram presentes e nela investiram o seu tempo e dedicação. E por último, mas não menos importante, pois sem eles não poderíamos usufruir deste tipo de ensino, foram entregues diplomas e certificados de final de curso aos alunos que terminaram a sua formação no ano letivo transato nos cursos de Marketing e Eletricidade Naval, e aos alunos que também no ano letivo anterior se mostraram merecedores, pelo empenho formativo ou pela participação em atividades extracurriculares.
Assim, deu-se por terminada mais uma sessão solene, que marcou os 20 anos da Escola Profissional da Horta, com votos de muitas repetições e de continuação no trabalho de excelência que têm vindo a mostrar, não só aos alunos que nesta educação investem, mas também à nossa comunidade.
Esta é a dinâmica da nossa Escola, para além das aquisições e aprendizagens inerentes a cada área de formação, há sempre tempo para celebrar, comemorar e aprender quer seja com atividades lúdicas, quer seja através da atividade física ou simplesmente através da salutar confraternização.
Daniela Silva
Formanda do Curso Técnico de Contabilidade
Halloween na Escola Profissional da Horta
No dia 31 de outubro de 2018, o Curso Técni-co/a de Contabilidade da Escola Profissional da Horta (EPH) organizou um Concurso de Máscaras no Auditório da EPH como celebração do Halloween, no qual todas as turmas participaram.
O concurso propunha a elaboração de duas máscaras por curso, baseadas no tema “Criaturas da Noite”, com recurso a materiais recicláveis e muita criatividade. Houve formandos que recriaram “Criaturas” conhecidas do público, como por exemplo Esqueletos, a personagem lendária – O Smiley, o Diabo, entre outras; houve outros que decidiram criar personagens originais, com as suas próprias histórias, uma das quais se intitulou “Damenium Spatium”.
Durante o desfile provocaram-se alguns sustos, contribuindo positivamente para entrar no espírito da ocasião, e foram apresentados pequenos trailers de terror enquanto se efetuou as contagens dos votos para 1.º, 2.º e 3.º lugar, sendo que pretendemos efetuar no próximo ano letivo uma atividade do mesmo género, para mostrar o nosso espírito de Halloween.
Mónica Veríssimo
Formanda do Curso Técnico de Contabilidade
Halloweenna EPH
O curso de Animador/a Sociocultural da Escola Profissional da Horta (EPH), no âmbito da disciplina de Área de Expressões, realizou no dia 31 de outubro, diversas atividades para a celebração do dia de Halloween, destinadas a crianças do 1.º Ciclo do ensino básico. Nestas atividades estiveram presentes 96 crianças da Casa de Infância de Santo António e da Escola Integrada da Horta.
As atividades estavam divididas em quatro estações. Todas as crianças iniciavam o seu percurso no ginásio da escola e lá realizavam uma gincana. De seguida passavam à elaboração de máscaras de Halloween, desfilavam numa matiné, onde lhes era atribuído um prémio, e por fim realizavam um jogo.
No final, os formandos do curso ofereceram, a cada participante, um marcador de livros como forma de lembrança desta atividade de Halloween.
Foi um dia muito especial, para o qual trabalhamos muito e que nos enriqueceu como Animadores Socioculturais.
Mariana Fortuna
Formanda do Curso de Animador Sociocultural
“Multiplicar a Felicidade, Dividindo-a”
No passado dia 24 de outubro, no âmbito das comemorações das bo-das de prata da APADIF, os alunos do curso de Animador/a Sociocultural da Escola Profis-sional da Horta assistiram, no Teatro Faialense, a uma palestra intitulada “Multiplicar a Felicidade, Dividindo-a” em que, foram oradores Ângelo Valente e Sofia Nunes, colaboradores do Centro Comunitário da Gafanha do Carmo.
Explicaram-nos que, no Centro Comunitário da Gafanha do Carmo nasceu em outubro de 2010, quando um grupo de pessoas se juntou com o objetivo de dar “asas” a algo que na altura acreditava ser impossível de concretizar. Durante esta tarde, foi-nos possível conhecer um pouco mais da instituição e sobre como é gratificante trabalhar com e para os idosos.
Ficamos a conhecer o modo de trabalho dos funcionários desta instituição, ao qual juntam a felicidade e a boa disposição, uma vez que são dois meios que ajudam a suportar a dificuldade que cada utente demonstra em ter de adaptar-se a um novo lar, longe das suas famílias. Mas, para que isto não se torne num processo exageradamente difícil, tentam, em conjunto, fazer com que se sintam em casa através da demonstração de carinho, amor e realização de atividades que, segundo contam, têm por objetivo criar uma maior dinâmica.
Segundo Ângelo e Sofia, amor e família são os dois conceitos que melhor definem o Centro Comunitário da Gafanha do Carmo.
Uma vez que estávamos na plateia, foi possível verificarmos que, os dois palestrantes demostraram orgulho e felicidade por pertencerem a esta instituição e isso foi-nos transmitido através das suas palavras e expressões.
Uma tarde bastante enriquecedora acompanhada por duas pessoas igualmente carinhosas e alegres, que despertaram em cada um de nós um lado diferente, um lado melhor.
Posto tudo isto, é-me possível, enquanto jovem, presente na palestra, afirmar que “O segredo da longevidade é a felicidade”.
Carolina Andrade
Formando Curso Animador Sociocultural
O Governo dos Açores já autorizou o lançamento dos concursos públicos para as obras de requalificação do Entreposto Frigorífico e construção do edifício de apoio às atividades marítimo-turísticas, na cidade da Horta. Os concursos já se encontram publicados em Jornal Oficial e inserem-se na estratégia do Governo dos Açores de reforço e melhoria da rede de frio da Região e de qualificação do destino turístico.
O Governo dos Açores já autorizou o lançamento dos concursos públicos internacionais para as obras de requalificação do Entreposto Frigorífico da Horta e de construção do edifício de apoio às atividades marítimo-turísticas, também na cidade da Horta, cujos projetos foram apresentados durante a visita de dois dias que o executivo efetuou ao Faial no início deste mês.
A obra de requalificação do Entreposto Frigorífico da Horta, que deverá arrancar no terceiro trimestre de 2019, representa um investimento de cerca de quatro milhões de euros e tem um prazo de prazo de execução previsto de 12 meses.
Esta infraestrutura, para além das valências de congelação e armazenamento de pescado, vai incluir uma área de 120 m2 para o processamento e transformação de pescado fresco e com um espaço que servirá de sede à Associação de Produtores de Atum e Similares do Açores (APASA).
O novo Entreposto Frigorífico depois de pronto disponibilizará ainda duas câmaras de conservação de congelados com capacidade de 500 toneladas, dois tanques de salmoura para congelação com capacidade para 20 toneladas por ciclo, dois túneis de congelação com capacidade para 20 toneladas por ciclo e uma câmara de conservação polivalente com capacidade de 20 toneladas, além de uma sala de comando e uma nova zona técnica, sendo que vários equipamentos serão também modernizados.
“A infraestrutura pretende dar resposta não só às necessidades da frota da ilha do Faial, mas também a embarcações de outras ilhas que optam por descarregar o seu pescado no núcleo de pescas do Porto da Horta”, avança o Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACs).
A obra insere-se na estratégia do Governo dos Açores de reforço e melhoria da rede de frio da Região e o projeto de requalificação contou com os contributos das associações de produtores, compradores, comerciantes e exportadores de pescado da ilha do Faial.
Também esta semana, por resolução do Conselho do Governo foi autorizado a abertura do concurso público para a empreitada de construção do edifício de apoio às atividades marítimo-turísticas na Horta, com o preço base de 950 mil euros e um prazo de execução de 12 meses.
Segundo o GACs “esta é uma importante infraestrutura de apoio à dinamização dos diversos setores de atividade, que permitirá a valorização e a promoção dos diferentes produtos e serviços associados às atividades marítimo-turísticas e aumentará a competitividade das empresas locais na cidade da Horta, que tem vindo a reforçar a sua vocação náutica, numa vertente turística que vai muito para além do iatismo”.
O projeto insere-se nas políticas do Governo dos Açores de qualificação do destino turístico, com incidência nos serviços e produtos disponíveis e tem como objetivo a valorização marítima da ilha do Faial, “enquanto um dos principais polos açorianos de atividade turística, por onde passam anualmente muitos milhares de visitantes e onde operam muitas empresas de animação turísticas”, avança o GACs.
O PCP nos Açores apresentou um requerimento na Assembleia legislativa acerca da discriminação das refeições escolares do 1º ciclo na ilha do Faial, na medida em que entende que as crianças que não frequentam a Escola Básica Integrada António José de Ávila, no Faial, não conseguem ter garantido o seu direito à alimentação adequada.
Para a Representação Parla-mentar do PCP existe discriminação nas refeições escolares do 1.º ciclo na ilha do Faial, daí o facto de em requerimento entregue na Assembleia Legislativa ter questionado quando pretende o Governo Regional acabar com esta inadmissível discriminação no acesso às refeições escolares das crianças faialenses que frequentam estabelecimentos de ensino pré-escolar e do primeiro ciclo?
Nesse requerimento o PCP recorda ao Governo e à respetiva Secretaria que as crianças que não frequentam a Escola Básica Integrada António José de Ávila, no Faial, não conseguem ter garantido o seu direito à alimentação adequada, porque só lhes é um fornecida uma sopa, sandes e uma peça de fruta.
Por isso, entende o PCP/Açores que “é fundamental uma estratégia regional que promova hábitos de consumo e de alimentação, não apenas mais saudáveis, como também um nível energético que promova o sucesso escolar”.
No comunicado remetido às redações o PCP reconhece que tem denunciado a falta de qualidade das refeições servidas nalguns estabelecimentos escolares e tem exigido do Governo a tomada de medidas para solucionar este problema seja na República como na Região.
Para o PCP exige-se um sério e adequado fornecimento de refeições que consiga satisfazer todas as crianças.
No âmbito da iniciativa “Encontros BPI com Empresas”, cerca de uma centena de gestores e empresários dos Açores estiveram reunidos em Ponta Delgada.
Neste evento que contou com a presença da Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo, Marta Guerreiro, os presentes foram convidados a debater os “desafios do Turismo Sustentável”
A instituição Bancária BPI reuniu esta semana em Ponta Delgada cerca de uma centena de gestores e empresários açorianos para debater os desafios do desenvolvimento económico nos Açores, com especial enfoque no crescimento sustentável do Turismo, assim como as oportunidades de financiamento para projetos empresariais, no âmbito da iniciativa “Encontros BPI com Empresas”.
A 9.ª etapa desta iniciativa, para além de Pedro Barreto, Administrador do BPI e responsável pela área de empresas, contou ainda com a presença de Marta Guerreiro, Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo, de José Manuel Bolieiro, Presidente da Câmara Municipal Ponta Delgada, e de Pedro Santos Rosa, Consulting Senior Manager da Deloitte, que fez uma breve apresentação sobre “Turismo Sustentável”.
O discurso de abertura esteve a cargo dos Administradores do BPI, Pedro Barreto e João Oliveira e Costa
Durante dois anos esta iniciativa “Encontros BPI com Empresas”, vai percorrer todas as capitais de distrito incluindo as regiões autónomas com vista a abordar o investimento nos principais sectores económicos em cada região e reforçar a proximidade às empresas e instituições de cada região.
O BPI coloca à disposição das empresas do setor do turismo soluções competitivas e equipas especializadas na análise de projetos de investimento para os diversos segmentos de negócio, desde hotéis, alojamento local, animação turística e restauração.
A oferta do BPI inclui linhas de apoio específicas e adaptadas a projetos turísticos, como é o caso da Linha de Apoio à Qualificação da Oferta, a Linha Capitalizar, a Linha BPI P2020, Linha BPI/FEI Inovação III e a BPI/IFRRU 2020 - Reabilitação Urbana.
No Dia Internacional dos Museus e Centros de Ciência, que se assinalou no passado dia 10 de novembro, o Observatório do Mar dos Açores (OMA) recebeu a visita do Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia e algumas dezenas de visitantes.
Gui Menezes, destacou “a importância da missão” dos museus e dos centros de Ciência “na promoção da cultura científica e tecnológica” nos Açores, bem como “a relevância cultural destas instituições para a comunidade”.
“Visitámos esta fábrica, que foi um investimento recente do Governo dos Açores, e que criou condições para a sede do OMA, um dos centros de Ciência que o Executivo açoriano apoia, que fica agora com condições excelentes para desenvolver as suas atividades no âmbito daquilo que é a divulgação da cultura científica”, disse o Secretário Regional.
Segundo Gui Menezes, os centros de ciência existem, sobretudo, para “desenvolver atividades com os mais novos e com as escolas, para que se incuta o gosto pela Ciência e pelo Conhecimento de uma forma informal e, muitas vezes, divertida”.
Neste contexto, o governante adiantou que só no primeiro semestre deste ano, estes espaços foram visitados por cerca de 43.300 pessoas, números que, no seu entender “justificam o reforço de iniciativas que promovam mais a ligação entre a ciência e a sociedade”.
A este respeito destacou o apoio do Governo dos Açores à rede de centros de Ciência da Região, que corresponde a um investimento de 630 mil euros, ou seja, mais 13% do que em 2017, frisando que este incremento “reflete a estratégia do Governo nas políticas públicas para ligar a ciência à sociedade e reforçar a divulgação e a promoção da cultura científica” no arquipélago.
O novo líder do PSD/Açores garantiu que vai apresentar na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRAA) uma proposta de alteração ao Orçamento da Região para 2019 com vista a aumentar a verba destinada a apoiar a tripolaridade da Universidade dos Açores (UA).
O anúncio foi feito por Alexandre Gaudêncio, após uma visita ao Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP) no âmbito das auscultações que o partido tem vindo a fazer junto da população e instituições relativamente à proposta de Plano e Orçamento (PO) do Governo.
“O PSD/Açores, vai apresentar publicamente uma proposta de alteração ao orçamento para aumentar a rubrica dos 350 para os 800 mil euros, porque se, efetivamente, queremos tripolaridade na Região deve ser o próprio Governo Regional a assegurá-la”, defendeu Alexandre Gaudêncio após uma visita ao DOP, no passado dia 7 de novembro.
O novo líder do PSD/Açores considerou que a verba atribuída no orçamento do Governo, “não corresponde às necessidades da UA, onde se insere precisamente o DOP”.
Para Gaudêncio “é fundamental assegurar os três polos da UA nas três ilhas concretamente, em São Miguel, Terceira e Faial”, justificando que esta visita ao DOP serviu para “identificar uma lacuna no orçamento”, para a qual o PSD/Açores tem já uma proposta.
O líder social-democrata explicou que esta visita ao Faial se insere na auscultação que este novo projeto político tem vindo a fazer “junto da população e instituições” relativamente à proposta de PO apresentada pelo Governo Regional para 2019.
Gaudêncio salientou ainda, que no decorrer do encontro que teve com o diretor do DOP, Hélder Silva, registou uma “série de preocupações”, em relação à situação dos investigadores que prestam serviço neste departamento.
O presidente do PSD/Açores destacando o trabalho que tem vindo a ser feito por este departamento em matéria de investigação, reconheceu os investigadores na Região “carecem de um maior suporte financeiro”.
Neste sentido, Gaudêncio registou que “esta foi uma preocupação que nos foi transmitida e com certeza irá merecer por parte deste novo PSD, desta nova direção política a pertinência para que esta profissão seja mais valorizada na Região”, disse.
Novo PSD/Açores disponível para colaborar de forma construtiva nas iniciativas parlamentares
O presidente o PSD/Açores aproveitou esta sua passagem pela ilha do Faial, para apresentar cumprimentos à presidente da ALRAA, Ana Luís.
Neste contexto, Gaudêncio revelou à nossa reportagem que se “tratou acima de tudo de uma apresentação formal da nova direção do Partido, naquele que é o órgão mais importante da nossa Autonomia”.
“Pretendemos demonstrar que é uma preocupação do Partido Social Democrata respeitar os órgãos de soberania da Região”, afirmou o líder do PSD/Açores.
O presidente do PSD/Açores avançou que aproveitou este encontro com a presidente do parlamento açoriano para demonstrar “total abertura do partido para colaborar sempre no sentido construtivo com as iniciativas parlamentares” e de forma especial em relação à Reforma da Autonomia, garantindo a este respeito que “o PSD já apresentou uma série de propostas e irá continuar nesta senda com o objetivo único de melhorar a Autonomia na Região”, disse.
Segundo Gaudêncio uma das principais preocupações do partido prende-se com a abstenção. Neste contexto salientou que o PSD tem propostas “concretas para aproximar os eleitores dos eleitos”. “Temos algumas ideias que queremos explanar neste novo projeto político, por isso mesmo quisemos transmitir à senhora presidente de viva voz que pode contar com este PSD/Açores de uma forma construtiva. Queremos estar perto das soluções e nunca ao contrário”, sustentou.
Relativamente a esta nova direção, Gaudêncio referiu que a intenção é acima de tudo “passar uma boa imagem do partido em primeiro lugar, mas sempre com o objetivo final de melhorar a qualidade de vida dos açorianos”, afirmou.
O Quartel do Carmo será um dos edifícios que, até ao final do ano, deverá ser colocado a concurso, no âmbito do programa Revive. O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara Municipal da Horta, no de-correr da sua intervenção nas comemorações dos 125 anos da Câmara do Comércio e Indústria da Horta (CCIH).
No âmbito do programa Revive, o Quartel do Carmo está entre os edifícios que, deverão ser colocados a concurso até ao final do ano, revelou José Leonardo Silva, na passada sexta-feira, na sessão solene de aniversário da CCIH.
Na sua intervenção, o presidente da Câmara destacou a importância que tem a reabilitação deste edifício no contexto do crescimento do turismo, na ilha do Faial.
No entender de José Leonardo Silva, “este será mais um investimento que consolida, certamente, a oferta turística da ilha do Faial e que deverá ser mais um motivo para continuarmos a reivindicar mais e melhores acessibilidades para a ilha do Faial e para os Açores”.
A este respeito, também o deputado faialense na República, João Castro se manifestou “entusiasmado” com o anúncio feito, no Parlamento, pelo mistro Adjunto e da Economia de que “pretende efetivar o lançamento de mais seis concursos do programa Revive, que visa a valorização de edifí-cios com elevado valor patrimonial e cultural, entre eles o Quartel do Carmo, na Horta”.
“São boas notícias para o Faial, para os Açores e para Portugal”, afirmou o deputado do PS.
Para João Castro esta iniciativa vem ao encontro do esforço de recupera-ção da Igreja do Carmo, fechada há mais de vinte anos, e que tem mobili-zado as forças vivas e a população local no sentido da sua reabilitação e salvaguarda do seu espólio e revela-se de muito positiva na medida em que para além de recuperar um imóvel em elevado estado de degradação e “que faz parte da história da ilha” poderá dar mais um “importante impulso ao turismo do Faial, criando uma unidade de excelência.
“O imóvel situa-se num planalto da cidade, de onde se vislumbram esplên-didas vistas sobre o casario e sobre o porto, tendo como horizonte o oceano e a silhueta da Ilha do Pico”, relembra João Castro, revelando que se trata de um potencial que está desperdiçado.