O Conselho do Governo aprovou a proposta de Programa do XII Governo dos Açores, um documento que o Presidente Vasco Cordeiro garante que corresponde à ambição de responder aos desafios com que a Região está confrontada nas mais variadas áreas.
“Esta reunião do Conselho do Governo destinou-se à aprovação do Programa do Governo, que corresponde, na sua quase totalidade, àquele que foi o programa apresentado às eleições regionais de 16 de outubro e que foi sufragado, maioritariamente, pelos Açorianos”, salientou Vasco Cordeiro.
Em declarações aos jornalistas, o Presidente do Governo assegurou que o Programa agora aprovado, que foi entregue quarta-feira, na Horta, à Presidente da Assembleia Legislativa, representa a “ambição que temos de, neste novo ciclo que se abre com esta nova legislatura, poder responder, de forma determinada, aos desafios que a Região tem à sua frente”.
“São desafios em várias componentes, quer na área social, com questões de combate à pobreza e à exclusão social, mas também de reforço do projeto em curso no âmbito da educação e da qualificação dos Açorianos”, destacou Vasco Cordeiro.
Na vertente económica, acrescentou, o Programa de Governo pretende consolidar o desenvolvimento que já se registou na anterior legislatura em áreas como o Turismo.
Na Agricultura e nas Pescas, setores que têm estado sob maior tensão fruto de conjunturas objetivas, este documento apresenta medidas para reforçar o rendimento dos agricultores e dos pescadores das ilhas, assim como a competitividade destas fileiras na economia regional, contribuindo para o desenvolvimento económico e para a criação de emprego e de riqueza na Região, afirmou o Presidente do Governo.
Na passada segunda-feira a Casa de Infância de Santo António (CISA) hasteou uma vez mais a Bandeira Verde.
O galardão de Eco-Escolas, prémio que faz parte do programa internacional “ Eco – Escolas” da “ Foundation for Environmental Education”, é desenvolvido em Portugal desde 1996 pela Associação Bandeira Azul da Europa, e foi entregue à CISA pelas boas práticas ambientais por parte dos alunos, professores, educadores e encarregados de educação.
No ginásio da escola foram reunidos todos os alunos, numa pequena cerimónia, onde Rui Capote, professor do colégio, relembrou às crianças as práticas sustentáveis exercidas durante o ano letivo, como a reutilização de materiais nos trabalhos escolares e a separação de resíduos, que levaram a CISA a receber novamente este prémio.
O colégio é reconhecido com este prémio desde o ano lectivo de 2004/2005 o que comprova o trabalho da escola no âmbito da Educação Ambiental para a Sustentabilidade.
Para receber a Bandeira Verde as escolas inscritas têm de seguir uma metodologia com sete passos: participar no Conselho Eco-Escolas, fazer uma auditoria ambiental, um plano de ação, trabalho curricular, monitorização e avaliação, envolvimento da comunidade e por fim seguir o Eco-Código.
Para receber o galardão é necessário cumprir dois terços do plano de ação proposto pela escola que concorre e realizar atividades no âmbito dos temas obrigatórios.
Todos os anos o Programa Eco-Escolas lança temas do ano para as escolas trabalharem em conjunto com os temas obrigatórios (Resíduos, Água e Energia).
Para o ano lectivo 2016/2017 os quatro temas a trabalhar serão: a Geodiversidade, Espaços Exteriores, Floresta e Alimentação Saudável e Sustentável.
Hoje, pelas 21:00h, na Biblioteca Publica e Arquivo Regional João José da Graça, terá lugar a segunda sessão do Ciclo de Cinema pela Inclusão, no âmbito do 23.º aniversário da APADIF.
O filme a exibir é “A Familia Bélier”, que relata a história de uma família em que todos são surdos - exceto Paula, 16 anos. Ela é uma intérprete indispensável no cotidiano de seus pais, ajudando principalmente no funcionamento da fazenda da família. Um dia, impulsionada pelo seu professor de música que descobriu o seu dom para cantar, ela decide participar num concurso da Radio France. Uma escolha de estilo de vida que significa ter de ficar longe da família e a inevitável transição para a vida adulta".
Lançado a 25 de dezembro de 2014, este filme recebeu o prémio, César de Melhor Atriz Revelação.
Com entradas livres, esta iniciativa conta com o apoio da Biblioteca da Horta.
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O Faial vai ser das primeiras ilhas do Arquipélago a ser abrangida pelo sistema de vigilância ‘Costa Segura’, anunciou esta semana diretor-geral da Autoridade Marítima.
Silva Ribeiro avançou que “se estima inaugurar ainda este mês a estação ‘Costa Segura’ da Horta, na ilha do Faial, e, em dezembro, a do Corvo”.
Também para o Faial e no âmbito deste investimento na zona Marítima dos Açores, o diretor-geral da Autoridade Marítima informou, “que em relação aos meios náuticos o secretário de Estado da Defesa já referiu que será desbloqueada, ainda em 2016, a verba necessária à construção do primeiro salva-vidas da classe Vigilante 21, que será afeto ao porto da Horta, substituindo a unidade existente”.
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Devido a uma inspeção de caráter obrigatório o navio “mestre Simão” propriedade da Atlânticoline, ficará impedido de dar o seu contributo à operação regular da Atlânticoline a partir de segunda-feira, 21 de novembro e pelo período estimado de uma semana”, prevendo a empresa que “o navio regresse à operação no dia 27”.
De acordo com a empresa, o navio será alvo de uma inspeção obrigatória aos meios de salvação, no âmbito dos requisitos de segurança legalmente exigidos para este tipo de embarcações.
“No decorrer desse período, avança a empresa, todas as viagens previstas, serão asseguradas sem que se verifique alterações nos horários. No entanto, algumas das ligações passarão, neste período, a ser realizadas pelo navio “Cruzeiro do Canal”, o que impossibilitará o transporte de viaturas.
A empresa informa ainda que “no início do próximo ano, será a vez do “Gilberto Mariano” viajar até São Miguel para realizar esta inspeção”.
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A Secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas, com o apoio da Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, decidiu “antecipar as análises periódicas que se realizam desde o início deste ano, num trabalho permanente de monitorização que não tem detetado a existência de qualquer problema”, divulga o Gabinete de Apoio à Comunicação Social (GACS).
Segundo a mesma fonte, a decisão de antecipar as análises deve-se a uma nova concentração de algas naquele local. A nova recolha de água para análise foi realizada na passada segunda-feira, 7 de novembro e tem em vista “despistar qualquer anormalidade no que se refere aos valores limite dos parâmetros microbiológicos estabelecidos nos termos da legislação relativa à gestão da qualidade das águas balneares”, lê-se.
De acordo com o GACS, “as águas do mar no Porto da Madalena são analisadas mensalmente, desde janeiro, por um laboratório acreditado, na sequência da concentração anormal de algas registada em finais do ano passado, tendo todos os resultados obtidos até agora indicado que a água não apresenta valores prejudiciais ou anormais”.
“Além das análises à água do mar, serão também realizadas durante a próxima semana análises à qualidade do ar ambiente no Porto da Madalena, estando a sua realização apenas dependente da chegada aos Açores de material técnico que não existe no arquipélago”, avança ainda a mesma fonte.
A concentração de algas verifica-se essencialmente em três locais distintos, nomeadamente no denominado ‘Porto Velho’, local de maior concentração de algas, junto ao cais do Terminal Marítimo ‘João Quaresma’ e na zona do cais e da antiga gare de passageiros, daí que as analises se restrinjam a essas zonas.
No que diz respeito às análises à qualidade do ar naquela infra estrutura portuária, também os resultados indicam que os valores dos diversos parâmetros não apresentam nenhum problema para a saúde pública naquele local.
No entanto, desde o início que a Portos dos Açores tem recorrido à dragagem mecânica das algas naquele local, trabalho este que vai “prosseguir na próxima semana com um reforço de equipamentos tendo em vista responder de forma mais eficaz à acumulação de algas”, informa o GACS.
Para auxiliar na solução deste problema a Portos dos Açores, em agosto, requereu à Universidade dos Açores um estudo de hidrodinâmica para o ‘Porto Velho’, que foi adjudicado ao Departamento de Oceanografia e Pescas (DOP). O trabalho está a ser desenvolvido por dois investigadores que já estiveram no local e efetuaram mergulhos para recolher de material para investigação.
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Com o objetivo de alertar para as alterações climáticas a Associação Portuguesa de Ambiente (ASPEA) – Núcleo da Horta, promoveu duas sessões das Conversas & Oficinas no âmbito do projeto “O Clima é Connosco”, que contaram com a presença de António Eloy e Susana Garcia, ambos colaboradores desta associação ambiental.
Na manhã de quinta feira, dia 3 de novembro, os alunos da Escola Profissional da Horta participaram numa interessante conversa sobre o clima, com António Eloy.
Esta atividade, organizada pela ASPEA, Núcleo da Horta, enquadra-se no âmbito do projeto “O Clima é Connosco”, que conta com o apoio institucional da APA – Agência Portuguesa do Ambiente e da Imprensa Nacional Casa da Moeda, que visa desenvolver uma série de ações e eventos para alertar a população em geral sobre as alterações climáticas em Portugal.
António Eloy, “trabalha com empresas que promovem energias renováveis assim como a eficiência energética, conservação dos recursos e novas formas relacionamento das pessoas com a natureza” e há muito que colabora com a ASPEA, daí o convite para orientar “estas conversas sobre o clima”, pelo país, explicou ao Tribuna das Ilhas.
O orador esclareceu que esta atividade é dirigida a todos os públicos. António Eloy tem levado este tema às escolas primárias, às universidades, assim como a institutos, escolas profissionais, Câmaras Municipais, etc.
Para o professor o tema revela-se de grande importância por isso considera que cada vez mais “é importantíssimo que as pessoas percebam que se não fizermos nada estamos a caminhar para ‘Armagedom’, ‘Dia do Juízo final’, chamemos-lhe o que quiserem”, salientando que “a espécie humana é uma espécie desnecessária para a vida na terra e está-se a tornar desnecessária através das atividades de emissão de gases que produz, geradoras do aquecimento global, que vão alterando os ciclos da vida dos oceanos, provocando o degelo, a diminuição do plâncton, à morte dos recifes de coral, etc”.
No entender do professor o ser humano encontra-se “irreversivelmente numa lógica que pode levar à sexta grande extinção de espécies”, neste contexto defende que deve ser feito “um esforço de sensibilização e de ação”, de forma a incentivar cada um “a fazer um bocadinho para ajudar a manter o clima dentro dos limites toleráveis”, afirma.
No que se refere a ação promovida na Horta, “inscreve-se no lançamento do núcleo da ASPEA no Faial”, esclarece António Eloy, revelando que a primeira ação que promoveu foi dirigida aos alunos da Escola Profissional da Horta. Uma sessão, que considerou “fantástica”, pelo facto dos jovens se mostrarem “extremamente” atentos, sublinhou. Outra sessão foi também realizada no mesmo dia, no Centro Associativo Manuel de Arriaga, sede do Núcleo da ASPEA na Horta, para o público em geral.
No âmbito destas “Conversas pelo Clima”, também, Susana Garcia, formada em meteorologia e Oceanografia Geofísica, veio ao Faial, através delegação dos Açores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), desenvolver algumas atividades inseridas neste projeto da ASPEA “O Clima é Connosco”.
Susana Garcia explicou que o projeto resulta de uma parceria entre o IPMA e a ASPEA e também enquanto colaboradora desta associação ambiental “surgiu a oportunidade de vir à Horta, dinamizar algumas sessões, com vista a sensibilizar os alunos para as questões das alterações climáticas e da importância da nossa alimentação para este tema”.
Susana Garcia avançou que estas sessões são dirigidas a alunos do nono ano até ao 12.º ano de escolaridade, daí a sua realização na Escola Secundária e na Profissional da Horta.
A oradora revela ainda que “estas sessões são basicamente de divulgação e de esclarecimento, onde nós falamos essencialmente das alterações climáticas, aquecimento global, gases com efeito de estufa a que depois associamos a alimentação e a forma como os nossos hábitos alimentares estão a afetar negativamente o planeta e o que podemos fazer para mudar”.
Para Susana Garcia estas ações revelam-se de grande importância uma vez que “de acordo com os resultados das cimeiras realizadas a nível internacional, as metas que os políticos colocam nestas temáticas são muito irrisórias e estão longe daquilo que vai acontecer”.
“Nós temos que começar pela comunidade local, porque se uma comunidade de 15mil habitantes mudar os seus hábitos, é possível estender isto a todas as pessoas que habitam neste planeta e estamos a falar de biliões de pessoas”, defende.
As “Oficinas pelo Clima”, apresentam-se como um Plano de Comunicação que tem por objetivo informar, sensibilizar e promover a participação e a responsabilização do público em geral e das comunidades escolares, em particular, para o compromisso com a sustentabilidade face às alterações climáticas.
Esta ação vai ainda passar por várias cidades de Portugal até dezembro, no total são 50 Oficinas de formação/informação que vão decorrer em escolas do ensino básico, secundário e profissional de todo o país.
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No ano em que atingiu a maioridade a Escola Profissional da Horta (EPH), através do Clube Europeu, apresentou uma candidatura junto da Agência Nacional de ERASMUS+, para ser a entidade organizadora de um intercâmbio Europeu. O projeto foi aprovado e vai ser posto em prática durante os próximos dois anos formativos.
A EPH celebrou, no passado dia 2 de novembro, o seu 18º aniversário. A cerimónia decorreu no Auditório da escola, e contou com a presença da comunidade escolar, diplomados, professores e entidades parceiras tais como Câmara Municipal e a Agência de Qualificação e Emprego do Faial.
A data foi assinalada com a entrega de diplomas aos formandos do Curso Técnico de Construção Naval, do Curso de Apoio Psicossocial, do curso de Formação de Base de Nível Básico B3 e do Curso Reativar de Animação Turística e incluiu a apresentação de uma peça de teatro e um momento musical.
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No passado dia 1 de novembro a Academia do bacalhau procedeu à entrega de um donativo para a ajuda àquela instituição na compra de uma Ambulância, para transporte de doentes.
Para o efeito foi entregue um cheque no valor de 2630 euros, fruto de diversas iniciativas levadas a cabo pelos compadres da Academia.
O VII Rali do Faial – Além Mar, que vai realizar-se a 18 e 19 de novembro, irá estrear dois novos troços na ilha do Faial, que não são habitualmente utilizados nas provas organizadas pelo CAF – Clube Automóvel do Faial.
Tratam-se dos troços Chão Frio/Rato e Cabouco Velho/Canada Larga (Cedros), ambos situados na zona norte da ilha, que vão ser testados nesta prova com vista a serem futuramente utilizados na próxima edição do Rali Ilha Azul, a prova máxima do desporto motorizado na ilha.
Além desta alteração no figurino habitual do Rali do Faial deste ano, a prova faialense integra também a tradicional super-especial citadina, prevista para a sexta-feira, dia 18, que habitualmente junta muito público no centro da cidade.
Outra das atrações previstas no VII Rali do Faial – Além Mar, é a luta pelo título de campeão do Troféu de Ralis do Canal e do Troféu Paulo Jorge Raposo, provas lideradas atualmente pelos pilotos Marco Medeiros (São Miguel) e José Paula (Pico).