Foi no Largo Jaime Melo que a candidatura do PSD Faial apresentou o seu descontentamento face à situação da rede viária da ilha.
Carlos Ferreira, candidato socialista acusou que “consideramos que o Faial tem a pior rede viária da região”.
“Este local é simbólico para nós porque mostra que o Faial tem a única estrada a nível regional, e provavelmente ate a nível nacional, que passou de estrada pavimentada a estrada de terra batida”, afirmou.
O social democrata referiu ainda que “esta estrada que liga o largo Jaime Melo à Ribeira do Cabo, tal como a ligação do Largo Jaime Melo à Ribeira Funda, tem figurado nas promessas eleitorais do partido socialista ao longo de muitos anos e nunca foi efetivamente concretizada essa pavimentação, o que prejudica gravemente quer a agropecuária quer o setor do turismo na ilha do Faial”.
“Consideramos que é fundamental avançar com a construção da segunda fase da variante à cidade da Horta, porque, se há dinheiro para construir estradas em São Miguel, também tem que haver dinheiro para o Faial”, sublinhou.
Carlos Ferreira, cabeça de lista do PSD pelo círculo eleitoral do Faial, felicitou e enalteceu “o trabalho desenvolvido pelo Clube Independente de Atletismo Ilha Azul” (CIAIA).
No final de uma reunião com esta Instituição, o candidato referiu que o “CIAIA tem feito um trabalho desportivo notável com enorme impacto na promoção do Faial e dos Açores” nomeadamente com as provas “ Azores Trail Run”, que aliam de forma perfeita o desporto, o turismo e o ambiente.
Carlos Ferreira considerou lamentável a “apropriação indevida que o Governo Regional e o PS têm feito do sucesso destas provas”, o que dá bem nota da forma asfixiante com que esta governação trata as iniciativas da sociedade civil.
Segundo o candidato este comportamento é ainda “mais inaceitável porque desvaloriza o empenho e o contributo de centenas de voluntários de toda a ilha”.
O candidato elogiou igualmente o trabalho e os títulos alcançados pelo CIAIA ao nível do atletismo o que, no seu entender, ainda se deve “valorizar mais atendendo à falta de condições para a prática desta modalidade no Faial”.
Nesse domínio Carlos Ferreira entende que é “fundamental reformular o projeto do prometido Estádio Mário Lino e avançar com a sua construção salvaguardando, desde logo, as condições para o trabalho que é desenvolvido pelo CIAIA e outras carências que existem ao nível das infraestruturas desportivas no Faial.”
A sétima jornada do campeonato de andebol ditou a vitória do Sporting da Horta pela margem mínima, em terreno local, frente ao São Mamede (27-26).
Depois de uma primeira parte equilibrada em que as duas equipas estiveram na frente do marcador - primeiro a equipa da casa e depois o São Mamede - ao intervalo, o Horta perdia por 13-17. Com doze minutos jogados do segundo tempo, a formação açoriana repôs a igualdade (20-20) e o marcador sofreu nova reviravolta. O jogo seguiu muito equilibrado até ao fim e o golo que garantiu a vitória ao Horta foi marcado no último minuto de jogo.
O Sporting CP confirmou o favoritismo no jogo com o Arsenal/LXS Group e segue na liderança da classificação geral. No jogo em Braga, entrou melhor a equipa da casa, que esteve a ganhar até aos 10 minutos, altura em que o Sporting CP empatou (7-7). O jogo seguiu bastante equilibrado - o Sporting CP esteve na frente, que voltou a ceder ao Arsenal/LXS Group e, ao intervalo, o resultado era 16-16. No segundo tempo, o jogo ainda foi equilibrado durante os primeiros dez minutos, mas a partir de então o Sporting CP assumiu definitivamente o comando do marcador e venceu por 29-38.
No Restelo, o jogo entre Delta Belenenses e Boa Hora FC/ROFF foi, como se esperava, marcado pelo grande equilíbrio em campo. Entrou melhor o Delta Belenenses (5-2), mas aos onze minutos o Boa Hora FC/ROFF empatou a 8 golos. O jogo seguiu com as duas equipas a alternarem a liderança do marcador e, ao intervalo, o Boa Hora FC/ROFF vencia por 17-18. Na segunda parte, o jogo manteve-se bastante equilibrado, com ligeiras vantagens para o Delta Belenenses; no último minuto, o novo empate e o golo que deu a vitória ao Boa Hora FC/ROFF surgiu muito perto do apito final: 27-28.
A jogar em casa, o ADA Maia-Ismai recebeu e venceu o Águas Santas Milaneza, por 24-16. O meio da primeira parte, a equipa da casa ganhava por 6-1 e, até ao intervalo, o Águas Santas Milaneza não conseguiu recuperar, saindo para o descanso a perder por 12-6. Na segunda parte, o Águas Santas Milaneza não correspondeu ao ritmo imposto pelo ADA Maia-Ismai, que geriu da melhor forma a vantagem até ao final do jogo.
As ilhas do Triângulo receberam no passado fim de semana a segunda edição da Azores Triangle Adventure 2016, prova que decorreu por etapas nas ilhas do Pico, São Jorge e Faial.
A terceira e última etapa da Azores Triangle Adventure teve início no Centro de Interpretação do Vulcão, partida marcada por muita chuva, vento e trovoada. Devido às condições meteorológicas que se faziam sentir a organização da prova delimitou um percurso alternativo, evitando assim a Caldeira.
O francês Thibaut Baronian assumiu desde o início a liderança da prova, seguindo-se o colega de equipa Thomas Farbmacher, e a grande supressa foi o faialense Dário Moitoso que seguiu de perto o áustriaco e o francês até à meta.
Thibaut Baronian e Thomas Farbmacher chegaram juntos à meta, concluindo a prova com um tempo de 03h34m42s. Baronian conquistou o primeiro lugar da segunda edição da Azores Triangle Adventure, com um total acumulado de 09h09m28s, tendo ficado em segundo o Farbmacher com um total acumulado de 09h40m24s.
O terceiro classificado da prova Volcanoes Skymarathon foi o faialense Dário Moitoso, a 17m37s do vencedor, alcançando assim o primeiro lugar por equipas na Azores Triangle Adventure para a Praiolas Team.
Na prova faialense, o atleta madeirense Ricardo Gouveia não conseguiu alcançar o pódio, chegando em quinto lugar. Porém, conseguiu alcançar o terceiro lugar da Geral na Azores Triangle Adventure, com um tempo acumulado de 10h24m10s.
A austríaca Sandra Koblmüller foi a primeira mulher a chegar à meta da Volcanoes Skymarathon, fazendo um tempo de 04h12m26s.. Garantiu assim a vitória na prova de etapas, com um tempo acumulado de 11h03m07s. A portuguesa Lucinda Sousa foi a segunda mulher a chegar, tendo concluído a prova em 04h36m36s, não conseguindo assim revalidar a vitória alcançada em 2015. Lucinda Sousa foi a melhor portuguesa da Azores Triangle Adventure, com um tempo de 12h01m49s.
Destaque para os melhores açorianos em prova, Roberto Duarte, do Clube Independente de Atletismo Ilha Azul (CIAIA), que se classificou na 10.ª posição da geral masculina com um acumulado de 12h12m39s; e Andrea Mota, do 2FITU, foi a terceira melhor mulher em prova no Azores Triangle Adventure 2016, com um acumulado de 15h37m33s.
Este ano, a 3ª etapa do Azores Triangle Adventure, contou com uma novidade uma prova independente a Volcanoes Skymarathon, prova que pontuava para a Taça Nacional de Sky, competição tutelada pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal. Nesta prova apenas pontuaram os atletas federados. Assim, na Geral Masculina venceu José Batista, seguindo de Roberto Duarte e Albino Pinho. Em femininos, a atleta Carla Sá Pinto ficou em primeiro lugar, seguida de Susana Garcia.
A Triangle Adventure é organizada pelo Clube Independente de Atletismo Ilha Azul (CIAIA), com o apoio dos Parques Naturais do Faial, Pico e São Jorge.
O evento conta com o apoio do Governo Regional dos Açores, da Associação de Municípios do Triângulo, da SATA, da Atlânticoline, da Click Saúde e Bem Estar, da Martipereira e da Conserveira Santa Catarina.
No dia 5 de outubro, dia mundial do professor, a EBI da Horta assinalou a data, com o tema “Ser Professor é uma Arte” com os educadores de Infância, professores do 1º e 2º ciclos, do conservatório, do ensino especial e reformados. Na Eucaristia, na Matriz do Santíssimo Salvador, a oração foi pelas famílias, alunos, assistentes operacionais, colegas doentes e falecidos.
No almoço convívio no Barão Palace num total de 94 docentes houve (re)encontros, momentos de conversa, de sorrisos com todos os que escolheram o ensino, como forma de vida.
A Câmara Municipal da Horta deu início na passada semana ao processo de auscultação de diversas entidades e partidos políticos com assento na Assembleia Municipal da Horta, tendo em vista a construção do Plano e Orçamento Municipal para o ano de 2017.
O presidente da Câmara Municipal apresentou, em traços gerais, as metas do orçamento, que respeitam os compromissos assumidos e cumprem os objetivos dos diferentes projetos de apoio à economia, às famílias e às empresas do concelho.
De acordo com a Lei das Finanças Locais, os documentos previsionais do Município deverão estar aprovados pela Câmara Municipal da Horta até 30 de outubro do ano em curso.
A Divisão da Horta da Polícia de Segurança Pública deu início, recentemente, a duas ações de sensibilização distintas: uma relacionada com as armas e outra com o transporte coletivo de crianças.
Estes dois programas, que já foram implementados e que estão a ser bem acolhidos pela população, foram apresentados à comunicação social local pelo Comissário Pita dos Santos que veio assim substituir Carlos Ferreira, pelos motivos sobejamente conhecidos.
Pita dos Santos trabalhou nos últimos anos em Lisboa e encontrou uma Divisão Policial com a “casa arrumada”.
Ao seu dispor tem 206 elementos, divididos pelas esquadras da Horta, Pico, Flores e Corvo. “Encontrei uma divisão bastante3 organizada e com os objetivos e planeamento bastante cumpridos. É uma divisão muito equilibrada. Por norma indicamos que os meios humanos nunca são suficientes, todavia, entendo que se houver uma racionalização ao nível de meios, o trabalho da PSP será sempre assegurado.”
Instado a pronunciar-se sobre as suas principais preocupações para o bom desenrolar das suas funções, Pita dos Santos afirma que “as minhas preocupações não vão divergir muito das anteriores preocupações e estão elencadas no plano estratégico da PSP. Em primeiro lugar quero focar-me na segurança pública, nomeadamente na manutenção e a tranquilidade da população enquanto comunidade. Tentaremos resolver a montante todas as situações de ilícitos criminais para evitar que seja instalado o alarmismo.”
O comissário revelou ainda que, face às denúncias recentes nas redes sociais a propósito de um suposto individuo encapuçado que andará a assaltar carros, mandando-os parar e abordando com alguma violência dos condutores, “a PSP já está a investigar, todavia, não foi formalizada qualquer queixa formal, o que nos deixa apreensivos sobre todo este processo.”
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A candidatura do Partido Socialista pela ilha do Faial reuniu, esta segunda-feira, com a empresa Portos dos Açores no sentido de se inteirar dos investimentos que serão realizados no Porto da Horta.
“Este é um processo que já foi iniciado com o lançamento do procedimento de contratação pública, no passado dia 26 de setembro, com um valor significativo, sendo o preço base de 14 milhões de euros. Esta empreitada tem em conta que, por razões relacionadas com a elegibilidade a financiamento aos fundos comunitários disponíveis neste âmbito, a requalificação e reordenamento geral foram separados em três projetos diferenciados”, explicou Ana Luís.
De acordo com a candidata, o procedimento lançado visa a vertente da obra portuária, na sua dimensão mais comercial, diretamente relacionada com a transação de mercadorias e de todas as atividades a ela inerentes, tendo ficado a cargo da Portos dos Açores.
Ana Luís afirma ainda que “a empreitada de construção de um edifício de apoio às atividades marítimo-turísticas será lançada pela Direção Regional do Turismo após a conclusão do processo de pareceres que entretanto foi já iniciado”
“Já a Direção Regional das Pescas lançará a empreitada de melhoria das condições de segurança e operacionalidade do Núcleo de Pescas que incluiu um cais de descarga do pescado, estrutura flutuante para a frota e a aquisição de um travelift com capacidade para alar embarcações até 75 toneladas”, disse a candidata.
Segundo Ana Luís, está a ser estudada a “melhor solução, por falta de enquadramento comunitário, a adotar para a implantação de uma estrutura flutuante na zona do saco do porto da Horta, que se destina a garantir uma ampliação efetiva da Marina da Horta para Sul, com objetivo de melhor servir a estadia das embarcações de recreio que demandam aquela infraestrutura”.
“Sabemos das necessidades das nossas famílias e das nossas empresas, mas também continuamos a trabalhar para encontrar as melhores soluções para os projetos estruturantes para a ilha do Faial. Este é um bom exemplo.”, concluiu Ana Luís.
A candidatura do Bloco de Esquerda às eleições de 16 de outubro visitou o Hospital da Horta, entidade para a qual reivindica mais profissionais.
À margem da reunião, João Stattmiller disse aos jornalistas que “estamos no único hospital dos Açores que foi reconhecido como “Hospital Amigo dos Bebés”, isso é reflexo e denota alguma excelência naquilo que são os profissionais que aqui trabalham e na qualidade dos serviços que prestam. Temos visto o muito investimento em betão e vidro e estamos aqui para apelar à necessidade de se investir nas pessoas”.
No entender do candidato do BE, “é preciso investir no reforço do capital humano deste Hospital para que ele se possa transformar num hospital de referência”.
Foram contatados recentemente técnicos de saúde para aquela unidade hospitalar, “louvamos essa iniciativa mas achamos estranho que só tenha acontecido agora e não durante toda a legislatura. Entendemos que agora venham dar jeito ao governo, ma sé preciso pensar que já deviam estar cá há mais tempo para dar jeitos não ao governo, mas às pessoas”.
“O Edifício Intergeracional da Feteira tem de ser uma realidade na próxima legislatura”, assumiu Carlos Ferreira, em contatos com os eleitores daquela Freguesia.
O cabeça de lista do PSD pela ilha do Faial referiu que “a Feteira merece há muito o seu polivalente”, agora designado por Edifício Intergeracional. E acrescentou que “esta é uma pretensão justa e uma necessidade evidente face à falta de infraestruturas que esta Freguesia e as suas Instituições têm para desenvolverem as suas atividades”.
Carlos Ferreira também expressou o desejo deste investimento desenvolver-se mais depressa e sublinhou o facto de o Governo Regional ainda não o ter incluindo na Carta Regional das Obras Públicas 2020.
Para Carlos Ferreira “se este investimento é para fazer, a verdade é que ele estranhamente nunca foi incluindo pelo PS naquela Carta que tem as obras públicas previstas até 2020”, apesar dos deputados do PSD já terem alertado para esse facto na atual legislatura.