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17
novembro

Vereadores do PSD/Faial discordam com aumento do número de cargos de nomeação política no Concelho

Escrito por  Susana Garcia
Publicado em Política

Os vereadores eleitos pela coligação Acreditar no Faial na reunião de Câmara da semana passada, manifestaram-se contra a posição do presidente de aumentar o número de cargos de nomeação política no concelho.
Em causa está a nomeação de mais um administrador para a empresa municipal Urbhorta, cujas funções no mandato anterior eram exercidas por um vereador

Num comunicado enviado às redacções, os vereadores eleitos pela coligação Acreditar no Faial, dão a conhecer que na reunião da passada quinta-feira, dia 9 de novembro, manifestaram “a sua profunda discordância” com a decisão do Presidente da CMH, de aumentar o número de cargos de nomeação política no concelho, com a nomeação de mais um administrador para a empresa municipal UrbHorta.
Carlos Ferreira, Estêvão Gomes e Sandra Goulart, lembram que no mandato anterior “a presidência da UrbHorta era acumulada por um vereador, com poupança financeira”, acrescentando a este respeito que, “a nomeação de um presidente para a citada empresa, a acrescer aos quatro membros a tempo inteiro que formam o executivo camarário, vai aumentar ainda mais a despesa municipal, com custos para todos os cidadãos”, denunciam.
No documento, os vereadores colocam em causa a escolha do novo presidente, questionando sobre o “critério de escolha do novo presidente”, que no seu entender para além “de não ter formação ou experiência na área, fez parte da lista do PS para as autárquicas”, os vereadores consideram, que a nomeação “cria a perceção de que se trata do cumprimento de uma promessa eleitoral”.
“Não se trata de qualquer apreciação de natureza pessoal”, mas de “perceber o critério e opor-se ao aumento deste tipo de despesa municipal”, salientam os vereadores no documento, reforçando que neste contexto a coligação Acreditar no Faial classifica “este processo de engorda dos lugares de nomeação política do município” como “um mau sinal” dado pelo PS.
No documento, os vereadores recordam que também na reunião de câmara de 24 de outubro, “o presidente da câmara havia informado que o gabinete de apoio à presidência passava de três para quatro elementos”, terminam.

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