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Nuno Avelar

Nuno Avelar

19
setembro

PSD/Faial reivindica segunda fase da Variante

Publicado em Local
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A lista de candidatos do PSD às eleições regionais do Partido Social Democrata visitou na manhã de quarta-feira, a estrada regional que liga o Largo Jaime de Melo ao alto da Ribeira do Cabo, no Capelo, com o objectivo de “lembrar a população sobre o estado de abandono em que estão algumas estradas, sobretudo do interior, da ilha do Faial”.

Luís Garcia, número dois da lista laranja, afirmou aos jornalistas, que o estado desta estrada reflecte “aquilo que tem sido a forma de esquecimento e abandono a que o governo regional e o Partido Socialista têm dotado o Faial.”

O candidato, e actual deputado com assento no Parlamento, alertou para os entraves ao desenvolvimento que vias em mau estado como a que visitou, acarretam para o Faial, e disse mesmo que, neste caso concreto, “se trata de um retrocesso inaceitável”, uma vez que esta foi uma estrada que passou de alcatrão a piso de terra.

Na ocasião foi ainda focada a questão da Variante à cidade da Horta. Apontando armas à governação socialista, Luís Garcia disse “em 16 anos, com mais de 25 mil milhões de euros, a única coisa que o PS conseguiu fazer foi construir uma variante com 2.5km, o que dá uma média de 156 metros por ano…”

No entender do PSD Faial a variante é uma obra que só cumprirá os seus objectivos quando estiver completa, pelo que lamentam que a segunda fase ainda não tenha avançado, “esta é uma obra importante para o Faial e pequena em termos de dimensão, uma ver que permitirá à cidade da Horta outro tipo de reordenamento e desenvolvimento que até hoje não foi possível uma vez que, é preciso retirar algum trânsito à cidade” – sublinhou Garcia.

Fazendo alusão aos 25 mil milhões de euros gastos pelo Governo Regional de Carlos César nos últimos 16 anos, Luís Garcia diz que “a obra que reivindicamos não foi feita por opção, não por falta de dinheiro, e isso vai a julgamento a 14 de Outubro”. Garcia prossegue em tom de crítica dizendo, “bem podem agora visitar obras que estão feitas ou em andamento, bem podem anunciar agora obras que há muito deviam estar feitas, mas há muita promessa não cumprida que penalizou o Faial, pelo que esperamos que os faialenses não se esqueçam disso.” 

 

 

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19
setembro

Faial recebe X Encontro Regional de Clássicos

Publicado em Desporto
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A ilha do Faial recebe, de 25 a 30 de Setembro o X Encontro de Clássicos, uma prova/encontro que reunirá na Horta cerca de 40 viaturas oriundas não só do Faial, como das outras ilhas da Região e do Continente.

Em conferência de imprensa para apresentar o evento, Bento Leonardo, presidente do Clube Automóvel do Faial – CAF – disse que “este evento vem confirmar a dinâmica que a secção de clássicos do CAF tem registado nos últimos anos”.

Esta é a 10.ª prova de clássicos realizada nos Açores este ano, sendo que 8 decorreram em São Miguel, uma na Terceira e esta agora na Horta, o que, no entender de Bento Leonardo, “ é a prova de que o CAF conseguiu a descentralização”.

Esta prova é organizada em conjunto com o Clube Português de Automóveis Antigos que faz deslocar os seus automóveis para este evento sem quaisquer custos para o CAF.

Bento Leonardo aponta ainda como de extrema importância o facto desta prova trazer ao Faial algumas dezenas de pessoas, numa altura em que o turismo já começa em queda.

“Além dos automóveis que vêm do continente, vamos ter 26 carros do Faial e 6 de São Miguel, Terceira, São Jorge e do Pico. Estarão ainda 10 viaturas do Estado em exposição” – explicou o presidente do CAF.

Da comitiva que vem do Continente constam ainda vários jornalistas da especialidade, o que, no entender de Bento Leonardo, contribui para a promoção do Faial além fronteiras.

Paralelamente a toda a vertente desportiva foi preparado um  programa social que abrange as ilhas do Faial e do Pico e que vai permitir aos participantes experienciarem vivências diversas como whale watching, visitas ao vulcão, golfe rústico, entre outras.

Assim sendo, para os amantes da modalidade, os carros estarão em exposição quinta-feira, 27 de Setembro, a partir das 19h00 na Marina da Horta. No sábado a concentração é às 19h30 em frente ao Peter Café Sport, e no sábado, haverá um passeio, cuja largada está marcada para as 10h00 a partir da Marina.

 

 

 

 

 

 

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18
setembro

João Borges/Sandro Sousa abandonam Taça de Ralis do Canal

Publicado em Desporto
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A dupla faialense de ralis João Borges/Sandro Sousa, campeã em título da Taça de Ralis do Canal de 2011 e actual segundo classificada na taça de 2012, vai abandonar esta competição, bem como outras provas que sejam organizadas pelos clubes CAF, PAC e ou TAC.
A decisão surgiu depois de, no fim-de-semana passado, a dupla ter sido alegadamente prejudicada com um tempo que lhes foi averbado na PEC V do Rali de Verão que se realizou na Ilha do Pico e por não lhes ter sido permitido apresentar a reclamação.
Segundo o piloto, o tempo que lhe foi atribuído (06:29:1) não corresponde ao tempo real efectuado (aprox.4:41).
A dupla do Subaru Impreza contou ao Tribuna das Ilhas que “devido à chuva que se fazia sentir, quando terminámos a PEC V não nos foi averbada hora de chegada nas cartas de controle alegando o controlador que estava tudo molhado, ilegível e que não tinham comunicações. Foi nos dito pelo mesmo controlador que devíamos seguir sem o averbamento. O navegador, Sandro Laranjo pediu, na altura que o controlador rubricasse a folha, o que aconteceu e avançámos sem qualquer tipo de tempo averbado na carta.”
João Borges explica que sabem, qual o tempo que fez porque cronometra sempre os troços todos, para saber e estudar estratégias para o resto da prova, e adianta “temos noção de que por vezes esses tempos diferem dos tempos oficiais por décimas ou até às vezes 1 segundo, mas nunca por quase 2 minutos , como aconteceu neste caso”.
Entretanto, entendeu a organização, que somente os quatro primeiros concorrentes teriam tempos reais e os restantes fariam o resto do troço em ligação, ou seja, marcha normal, sem capacetes, porque o troço estava praticamente intransitável. A esses concorrentes ser-lhes-ia, conforme dita o regulamento, atribuído um tempo dos quatro pilotos que concluíram a PEC, neste caso o tempo atribuído foi o mesmo que atribuiram a João Borges e que era também o pior tempo de todos os que concluiram.
Quando chegou ao pódio João Borges recebeu indicações para aguardar porque subiria ao pódio em segundo lugar. “Daí a pouco vieram instruções contrárias no sentido de que passássemos todos no pódio, por ordem numérica e não de classificação e fossemos para o parque fechado. Assim fizemos”.
Foi ao chegar ao parque fechado que João Borges se deparou com os tempos afixados das PECs e viu que o seu tempo da PEC V não correspondia à verdade.
“Vimos que o nosso tempo, bem como o do José Paula, estava "empolado" em mais de um minuto. Mal constatámos isso dirigimo-nos à pessoa que assume o cargo de relação com concorrentes (RC), bem como ao director de prova, a alertar para o lapso e disponibilizamo-nos para colaborar naquilo que a organização considerasse necessário para repôr a "verdade desportiva" – esclarece.

“A organização, na pessoa da RC tranquilizou-me e disse que a situação iria ser averiguada e reposta a verdade. Entretanto, fomos-nos preparar para a entrega de prémios e, aí sim, nos demos conta da verdadeira dimensão deste erro: a classificação apontava-nos para a terceira posição e não para o segundo lugar” – adianta o piloto que refere ainda que “perante este facto, tentámos averiguar se tínhamos sido alvo de alguma penalização, o que não se verificou; o que aconteceu realmente foi que o dito tempo da PEC V não havia sido corrigido. Após esta breve conferência foi-nos comunicado pela RC após ter consultado o colégio e inclusivamente o observador da FPAK por volta das 20h45 que, se discordava do tempo atribuido, deveria proceder a uma reclamação oficial e apresentar um cheque caução no valor de 500€ conforme regulamento” - relata. 

Reclamação feita e cheque passado, "no bar dos Bombeiros, pois não nos deixaram ir ao secretariado/sala de organização, e sempre sob o olhar atento da Srª Secretária de Prova”, conta. João Borges nunca conseguiu entregar o documento a quem de direito, uma vez que este, "o director de prova, me disse que não poderia receber a minha reclamação porque a Classificação Final Provisória já era resultado de uma reunião do colégio de comissários e que estes era soberanos nas suas decisões, pelo que, e apesar de a classificação ser provisória os tempos que dela constavam eram definitivos e, portanto não podia aceitar que a reclamação fosse entregue.”

Perante todo este desenrolar de acontecimentos, “nos corredores escuros” dos Bombeiro Voluntarios da Madalena João Borges diz que se sentiu desrespeitado e desprezado como concorrente por não ter sido sequer ouvido, bem como ter tido a possibilidade de  entregar a reclamação que a própria organização o mandou fazer.

Instado a pronunciar-se sobre o que vai fazer a seguir, isto é, se vai fazer um apelo à Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting, o piloto diz que quer mas ainda não sabe se o vai fazer, porque em causa está uma caução de 4000 euros e os constrangimentos financeiros actuais podem impedi-lo de reclamar à mais alta instância do automobilismo nacional.

Todavia, o piloto afirma que “na sequência destes acontecimentos, e porque bem poucas mais formas de protesto me restam, ou me são permitidas, vou-me retirar da competição "Taça de Ralis do Canal", pelo que e enquanto a situação actual se mantiver não irei participar em provas que sejam organizadas por qualquer um dos 3 clubes intervenientes neste resultado, (CAF/PAC/TAC) uma vez que se torna muito complicado quando este tipo de erros ocorrem, e não são devida e atempadamente corrigidos por quem de direito.”

Acresce que apesar de tudo está convicto de que se trata apenas de um erro, e de que não existe "má fé" por parte dos organizadores, não duvidando portanto que “o tempo que nos foi atribuído exista de facto num papel algures, o que não é, é o nosso tempo, nem é o que foi averbado aquando a passagem do nosso carro, pois esse tempo até agora a organização não o encontrou/procurou, nem divulgou.”

 

Em relação aos patrocinadores - Tintas Pigal Acorola, Venâncio Costa, MOTUL, TRW, A Parisiana, Grupo 18, GELPICO e Connect Designs - estão “solidários com esta minha decisão, pelo que consegui renegociar os contratos para que possa cumprir com as premissas inicialmente contratadas, mas noutros moldes e noutros sitios, evitando assim incumprimentos da minha parte”.

 

POSIÇÃO DO COLÉGIO DE COMISSÁRIOS

Tribuna das Ilhas contactou um dos elementos do colégio de comissários desta prova, Francisco Rosa, que, confrontado com esta situação nos disse que “de acordo com o regulamento os pilotos podem reclamar entre as 20h30 e as 21h00. Até a essa hora não obtivemos qualquer contacto para reclamação, logo não há nada a ter em consideração”.

Francisco Rosa disse ainda que o Colégio de Comissários tem “comprovativos dos tempos, há um papel do pronter que tem os tempos dos carros a passar, o que, no caso de apelo, será facultado à FPAK”.

 




 

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18
setembro

PS visita obra do Centro de Resíduos do Faial

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Os candidatos do Partido Socialista às eleições legislativas de Outubro visitaram na manhã de terça-feira a obra do Centro de Processamento de Resíduos do Faial, obra que está a decorrer há cerca de um mês, no lugar da Fajã, Praia do Norte, e que está orçada em cerca de 6 milhões de euros.

Este centro surge numa altura em que o aterro sanitário do Faial está esgotado e em que a necessidade de acabar com este foco de resíduos se tornou premente.

No final da visita, Ana Luís, cabeça de lista do PS pela ilha do Faial, considerou que a obra em curso é “de extrema importância para a ilha do Faial, quer no trabalho em prol do ambiente, quer em prol do desenvolvimento da saúde ambiental da nossa ilha, bem como, enquanto potenciadora e geradora de emprego”.

Para Ana Luís, o facto de esta obra não constar do manifesto eleitoral de 2008 e se estar a concretizar demonstra “a vontade que existe em fazer obra no e para o Faial quando é oportuno e importante”, acrescentando ainda que “esta obra surge no seguimento de muitas outras que a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar tem feito no Faial e tem uma missão muito pertinente, missão essa que depende de todos nós, ou seja, a protecção do ambiente que nos rodeia”.

O sucesso deste centro de resíduos vai ser medido, de acordo com a candidata do PS, “de acordo com os nossos comportamentos e com a nossa colaboração, pois importa que nós, enquanto cidadãos, saibamos e contribuamos para uma reciclagem mais assertiva”.

A candidata focou ainda todo o trabalho que tem sido desenvolvido em prol da educação ambiental, “quer a educação ambiental nas escolas, quer nas freguesias, tem contribuído para o desenvolvimento de práticas ambientais mais correctas que permitam que as nossas crianças cresçam com essa consciência”.

Neste campo, Ana Luís diz que vai prosseguir um trabalho de sensibilização da população para que a recolha dos resíduos seja mais eficaz e para que o centro cumpra um dos seus objectivos, isto é, a valorização dos resíduos.

Neste momento decorrem as obras de construção do centro de processamento, sendo que numa fase seguinte será selado o aterro existente. Ainda em breve, será aberto concurso destinado a seleccionar um operador para gerir o centro faialense.

 

 

 

 

 

 

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18
setembro

PSD Faial quer criar uma Região Económica que valorize as especificidades de cada ilha

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No âmbito da pré-campanha para as eleições legislativas regionais a candidatura do PSD pelo círculo eleitoral do Faial visitou segunda-feira, 17 de Setembro, algumas empresas na Zona Industrial da Horta.
No final da visita que se inseriu no projecto que o PSD Faial tem desenvolvido desde o início da legislatura e denominado “Mais Perto dos Faialenses” Costa Pereira disse aos jornalistas que “a nossa proposta para a área do empresariado e para o desenvolvimento económico da nossa ilha e dos Açores baseia-se em trazer uma nova visão e tentativa de solução para os problemas da economia açoriana, e isso tem a ver com a criação de uma região económica que procure encontrar e evidenciar a aquela que é a vocação produtiva de cada ilha”.

“Cada ilha, com as suas especificidades próprias, tem que contribuir para uma economia que se quer regional” – refere Jorge Costa Pereira, que vai mais longe ao afirmar, “não faz sentido que nesta ilha se importe salsa do continente… é algo que, pura e simplesmente não faz sentido, e quem diz estas pequenas coisas diz outras do género”.

O cabeça de lista pelo círculo eleitoral do Faial entende que, uma das soluções pode passar por “criar um mercado interno que contribua para a activação do sector produtivo que gere novas oportunidades de emprego, naquilo que chamamos de “círculo virtuoso” que achamos ser possível implementar nos Açores”.

Os sociais-democratas entendem ainda que para implementar este círculo é preciso ter como parceiras as entidades privadas.

Jorge Costa Pereira teceu duras críticas ao Executivo e ao partido que o sustenta, “constatamos que após estes anos de governação, em que teve à sua disposição cerca de 25 mil milhões de euros, o PS não melhorou a situação do emprego nos Açores, pelo contrário, vemos que nos Açores não há economia, há uma grande dependência de apoios públicos e o emprego atingiu níveis mínimos, sendo que o desemprego atinge cerca de 20 mil açorianos, dos quais cerca de 40% são jovens. Estes dados preocupam-nos e revelam bem o fracasso da política que tem sido desenvolvida nos Açores até aqui”. 

 

 

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