Luís Rodrigues é reconduzido na liderança da Junta de Freguesia do Salão. O candidato da coligação "Pela Nossa Terra" venceu a eleição à Assembleia de Freguesia com 141 votos. O PS somou 117 votos. Contaram-se 5 votos brancos e 0 nulos.
No Salão estavam inscritos 358 eleitores e votaram 270. A abstenção fixou-se em 24,58%, ligeiramente superior em relação a 2009 (23,5%) mas inferior à média da ilha (39,15%).
Na eleição para a Assembleia Municipal a Coligação Pela Nossa Terra foi a força mais votada na Praia do Norte, com 92 votos. A coligação PSD/CDS/PPM fez assim o pleno na menor freguesia do Faial, vencendo para os três órgãos autárquicos a votos nestas eleições.
Para a Assembleia Municipal, o PS somou 65 votos, a CDU 8 e o BE não teve votação. Contabilizaram-se 4 votos em branco e 1 nulo.
A Coligação Pela Nossa Terra venceu a eleição à Assembleia de Freguesia da Praia do Norte. Estevão Gomes volta assim a ser eleito presidente daquela Junta de Freguesia, com 106 votos, mais 20 que em 2009.
O PS somou 62 votos. Contaram-se 2 votos brancos e nenhum nulo.
Os primeiros resultados a serem conhecidos nesta noite eleitoral no Faial são os da Praia do Norte, a freguesia com menos eleitores da ilha.
Na eleição para a Câmara Municipal da Horta, a Coligação Pela Nossa Terra somou 87 votos, ficando a 12 votos do PS, com 75. A CDU somou 3 votos e o BE 1. Não se registaram votos nulos na Praia do Norte, no entanto contam-se 4 votos em branco.
Dos 221 eleitores, votaram 170, o que fixa a abstenção naquela freguesia em 23,08%. É mais que em 2009, mas ainda assim um valor inferior à média da ilha (39,15%.
Este domingo, 29 de setembro, Portugal vota para escolher os homens e mulheres que estarão à frente dos destinos dos municípios e freguesias do país nos próximos quatro anos. No Faial, são 13.138 os eleitores que podem exercer o direito de escolher os novos elencos da Câmara Municipal da Horta (CMH), da Assembleia Municipal da Horta e das 13 assembleias de freguesia da ilha. Ao longo das últimas semanas o Tribuna das Ilhas deu-lhe a conhecer as propostas dos quatro candidatos à presidência da CMH, entrevistados por este semanário, e traçou o retrato eleitoral das nossas localidades, apresentando os cabeças de lista às assembleias de freguesia. Hoje recordamos os resultados na corrida à CMH desde 1979.
No período após o 25 de Abril a gestão da CMH foi vincadamente social-democrata. Em 1979, Augusto Sequeira conquista a presidência do município com uma votação de quase 63% para o PSD. A maioria absoluta clara repete-se nas duas eleições seguintes, com Herberto Dart. No entanto, em 1989, o ciclo havia de mudar. O PS conta com Renato Leal que catalisa o partido na ilha e, concorrendo contra Ricardo Madruga da Costa, consegue operar o milagre da multiplicação dos votos socialistas e vence as eleições com apenas 28 votos de diferença para o PSD. Nos anos seguintes, o PS firma-se de pedra e cal na autarquia, mostrando que estávamos verdadeiramente perante um novo ciclo político para o Faial. Em 1993 o PSD recorre à velha guarda e concorre com Fernando Dutra mas o PS vence com quase 52% da votação. Nas eleições seguintes os social-democratas mudam de estratégia e apresentam-se na corrida com José Manuel Souto Gonçalves, mas o PS volta a ganhar. Em 1997, no entanto, houve outro vencedor: a CDU, que se tinha apresentado a votos pela primeira vez há menos de 10 anos, arrecada um resultado histórico liderada por José Decq Mota e, com 22,26% da votação, elege um vereador. Este foi um ano histórico também para o PSD, mas pelas piores razões: foi o pior resultado eleitoral de sempre do partido nas autárquicas, cuja votação se ficou pelos 25,26%.
Leia a reportagem completa na edição impressa do Tribuna das Ilhas de 27.09.2013 ou subscreva a assinatura digital do seu semanário