A Marina da Horta registou esta semana a entrada do iate 1000.º em 2017. Trata-se de um veleiro de bandeira polaca, com 13 metros de comprimento, 4,20 m de boca e 20 toneladas de deslocação bruta. A tripulação é composta por três tripulantes, polacos, que se encontram a fazer um périplo por várias das ilhas dos Açores. O iate “Alexandra V” foi construído em 1984, está equipado com dois mastros e tem registo em Gdynia, uma cidade portuária da Polônia, situada na região da Pomerânia, no litoral do Mar Báltico, um porto importante da grande baía de Gdansk.
A embarcação deu entrada na marina do Faial no passado dia 31 de julho, proveniente da Praia da Vitória, tendo posteriormente seguido viagem para a Marina de Velas, São Jorge.
A sua escala na Horta permitiu que o principal porto de recreio náutico dos Açores atingisse um milhar de iates registados apenas em sete dos doze meses do ano corrente.
Comparativamente ao ano passado de 2016, à altura do registo de entrada do veleiro polaco “Alexandra V”, a Marina da Horta já registava mais 51 embarcações.
De salientar que, segundo a revista náutica francesa “Voiles e Voiliers”, a Marina da Horta é o segundo porto da Europa e o quarto do mundo com maior movimento de embarcações de recreio envolvidas em grandes navegações oceânicas, sendo somente suplantada por Gibraltar (Reino Unido), Trindade (Trindade e Tobago) e Acapulco (México).
De referir ainda que o recorde de entrada de iates na Horta foi atingido em 2009, registando as 1300 embarcações, tendo nos últimos anos o número de tripulantes registados sido superior a 5000 navegadores.
A 29ª edição da Atlantis Cup – Regata da Autonomia, começou a 30 de julho tendo como primeira perna da edição de 2017 a ligação entre Ponta Delgada (São Miguel) e a Vila do Porto (Santa Maria).
A edição deste ano conta com uma frota de 22 veleiros, divididos em duas classes, Open e ORC, compondo um total de 78 tripulantes. Na classe ORC, em competição, participam 7 embarcações, as restantes estão inscritas na classe Open.
Luís Costa, vice-presidente do Clube Naval da Horta (CNH), entidade organizadora da regata da Autonomia, salienta a abrangência da regata.
“Durante 3 anos a Atlantis Cup vai “tocar” as nove ilhas do arquipélago. A edição de 2017 centra-se no Grupo Oriental dos Açores. A regata será composta por três pernas, ligando as ilhas de são Miguel, Santa Maria e Faial.”
A largada para a primeira perna, entre Ponta Delgada e Santa Maria partiu no domingo, com o vento a soprar de oeste, com a velocidade de 12 nós, para uma etapa de 55 milhas náuticas.
A segunda etapa que ligou Vila do Porto e Vila Franca do Campo (São Miguel) largou no dia 2 de julho, cobrindo uma distância de 50 milhas náuticas..
À saída para a 2ª etapa da Atlantis Cup a classificação, na classe ORC, era liderada pelo veleiro “4XCape”. Em segundo lugar surgia o “Carapau”, seguido pelo “Matrix II” e “Pagode”.
A última perna, com 162 milhas náuticas, fará a ligação entre as ilhas de São Miguel e Faial.
A Atlantis Cup 2017, organizada pelo Clube Naval da Horta, conta com o apoio da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, Câmara Municipal de Ponta Delgada, Câmara Municipal de Vila do Porto, Câmara Municipal de Vila franca do Campo, Câmara Municipal da Horta, Clube Naval de Ponta Delgada, Clube Naval de Santa Maria e Clube Naval de Vila Franca do Campo. O evento é ainda patrocinado pela NOS Açores e SATA.
Reunindo pela primeira vez todas as Irmandades do Espírito Santo, na sede do concelho, o Império da Madalena atraiu milhares de pessoas de toda a ilha ao centro da Vila, renovando esta tradição açoriana única em todo o mundo, num reforço da nossa identidade.
Milhares de pessoas participaram este ano na Festa do Divino Espírito Santo na Madalena, cujo império foi levantado pela Cidade do Vinho, num esforço do Município em manter viva esta tradição única em todo o mundo.
Com a participação de todas as irmandades do Espírito Santo do Concelho, algo inédito na Ilha, o Império serviu almoço a mais de 1000 pessoas. As tradicionais sopas do Espírito Santo, a carne assada e o arroz doce fizeram as delícias dos convidados e irmãos, encerrando-se o Império, com a usual distribuição de rosquilhas.
Num verdadeiro abraço comunitário, a população demonstrou todo o seu apoio à iniciativa autárquica, cedendo os mais diversos bens alimentares para a confeção do almoço, apoiando acerrimamente o Município nesta ação em prol das nossas tradições, num reforço da nossa identidade.
O Conselho de Ilha do Faial, reuniu no passado dia 12 de junho para apreciar e emitir parecer sobre a proposta de alteração do regime jurídico dos conselhos de ilha, tendo acabado, também, por se pronunciar, nos termos das suas atribuições legais, sobre uma questão de interesse específico para o Faial.
O assunto foi colocado pelo deputado Carlos Ferreira, que propôs que o Conselho manifestasse ao Governo Regional a sua preocupação pelo facto de o projeto RISE não ter sido ainda implementado e solicitasse também ao Governo esclarecimentos sobre o atraso e a data previsível de entrada efetiva em funcionamento.
O RISE, cuja implementação foi anunciada para o primeiro trimestre de 2017, é um sistema de aproximação por instrumentos que visa melhorar a trajetória de aproximação das aeronaves à pista, permitindo aterrar com menor visibilidade e teto de nuvens mais baixo, o que poderá diminuir significativamente o número de cancelamentos ou divergências para outros aeroportos.
A proposta apresentada foi aprovada por unanimidade.