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25
março

Faial vai exportar 40% dos seus resíduos

Escrito por  AG
Publicado em Local
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Passado mais de um  mês desde a sua inauguração o Centro de Processamento de Resíduos da ilha do Faial entrou em atividade no dia de ontem, 24 de março.

Em declarações à comunicação social o presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH), José Leonardo Silva, avançou a informação de que com este novo centro será possível se passar dos 12% na exportação de materiais recicláveis para os 40%, número alcançados por agora ser feita também separação de todo o lixo depositado nos contentores destinados ao lixo indiferenciado.

Apesar das diferenças relativas à recolha de resíduos de construção civil e aos ditos monstros domésticos, advindas desta entrada em laboração, o autarca assegurou que o município “está a fazer um esforço para que a taxa [de resíduos] não aumente”.

Relativamente aos monstros domésticos os residentes podem deposita-los diretamente no centro ou contactar a CMH para serem recolhidos à porta, sem ter de pagar por este serviço municipal.

Quanto aos materiais utilizados na construção civil, aos que forem entregues no mês de abril diretamente no centro não lhes será pedida qualquer contribuição monetária. A partir de 1 de maio cada depósitos destes resíduos que atinja peso superior a uma tonelada será sujeito ao pagamento de uma taxa, com valor ainda não indicado.

Do ponto de vista da preservação e preocupação ambiental o centro de processamento agora em funcionamento na freguesia da Praia do Norte pode catapultar a ilha para uma novo paradigma na área, por isso mesmo José Leonardo desafiou todos os faialenses a tomarem parte deste processo.

Foi também anunciado que o município irá desenvolver ações de sensibilização junto da população, através do envio de informação no mesmo envelope que o da fatura da água e do contato direto com os principais produtores de resíduos locais incentivando-os à separação prévia dos resíduos.

Aquando da sua inauguração o Tribuna das Ilhas deu conta da controvérsia gerada em torno deste espaço pelo facto de a  CMH ser a única dos Açores a assumir a responsabilidade da exploração, ao invés de uma empresa privada.


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