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24
agosto

11,9% dos açorianos recebem rendimento social de inserção

Escrito por  André Goulart
Publicado em Regional
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Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) apontam que 11,9% da população dos Açores subsiste à base do rendimento social de inserção (RSI). São Miguel consegue a “proeza” de ter quatro dos seus municípios entre os cinco do país que, percentualmente, mais população têm nestas circunstâncias, sendo que apenas Mourão, em Évora, consegue se intrometer neste ranking dominado por insulares.

Os números não são animadores. Os Açores são a única região do país, seguindo a divisão da Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos (NUTS), que piorou neste rácio, passando de 3% da população a receber RSI, no ano de 2003, para 11,9% , em 2014, o que equivale a mais de 29 mil e trezentos indivíduos, tendo em conta os número obtidos nos Censos 2011. No resto do país, apenas a Área Metropolitana de Lisboa não diminuiu, mantendo-se nos 3,5%, havendo ai uma variação nula.

Comparando, de uma forma genérica, Portugal Continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores os número são esclarecedores: 3,4%, 3,2% e 11,9% dos residentes em cada região, respetivamente, são beneficiários deste subsídio estatal.

Ribeira Grande é o pior município do país neste âmbito, com 22,7% dos munícipes a receber estes rendimentos sociais. As notícias não são de todo animadoras para a ilha Verde, já que todos os seis concelhos encontram-se entre os dez piores do país, com Lagoa enquanto terceiro pior do país, com 17%; Povoação em quarto, com 14,7%; Vila Franca do Campo em quinto, com 14,5%; Nordeste enquanto sexto, com 12,9% de beneficiários do total de residentes; e Ponta Delgada em sétimo de todos os 308 municípios portugueses, ao atingir os 12,4%.

Da ilha Terceira, Praia da Vitória e Angra do Heroísmo, são os 11.º e 12.º concelhos com maior percentagem de beneficiários, com 10,2% e 10,1% respetivamente, em Portugal.

Por cá, a Horta situa-se na 80.ª posição do ranking, com uma percentagem de 4% da população, aproximadamente 600 indivíduos, nesta situação, mais do que os 2,5% registados em 2003, mas seguindo a tendência descendente que vem a acontecer desde 2012, ano em que os números começaram a melhorar. O ano de 2010 foi o pior nesta área, uma vez que o Faial tinha na altura 7,2% dos seus residentes com necessidade de auferir deste apoio.

Dos 19 municípios que compõe os Açores, 15 estão na metade superior da tabela, apenas fugindo à regra Lajes da Flores (107.º, com 3,5%); Santa Cruz das Flores (143º, com 2,9%); Vila do Corvo (149.º, com 2,8%); e Lajes do Pico (160º, com 2,7%).

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