O ferry “Mestre Simão”, da Atlânticoline, partiu esta semana com destino ao continente português para docagem, procedimento obrigatório de dois em dois anos, para efeitos de certificação do navio.
Durante a estada do “Mestre Simão” em doca seca, que deverá prolongar-se por cerca de seis semanas, as ligações marítimas diárias no Triângulo serão asseguradas pelo “Gilberto Mariano” e pelo “Cruzeiro do Canal”.
Assim, de segunda a sexta-feira, o “Cruzeiro do Canal” fará a viagem da manhã na Linha Verde, até São Jorge, bem como a última ligação do dia na Linha Azul, com saída às 17h15 da Horta e às 18h00 da Madalena. Nestes dias o “Gilberto Mariano” fará a ligação da tarde na Linha Verde, operando nas três primeiras viagens do dia na Linha Azul.
Ao sábado o “Gilberto Mariano” fará todas a viagens da Linha Azul, enquanto o “Cruzeiro do Canal” fará a viagem da Linha Verde. Ao domingo será o ferry a viajar até São Jorge, bem como a realizar as três primeiras ligações da Linha Azul, com o “Cruzeiro do Canal” a fazer a última ligação do dia no Canal.
Após a chegada do “Mestre Simão”, será a vez do “Gilberto Mariano” partir para a docagem obrigarória, mantendo-se o esquema de alternância entre o ferry e um dos “Cruzeiros” na operação.
Inicialmente, os prazos definidos pela Direção Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos coincidiam com a época alta da operação. Por essa razão, a Atlânticoline pediu a prorrogação dos prazos, para que as docagens pudessem passar a acontecer nesta altura do ano.
Os custos totais da docagem dos dois ferries ascendem a cerca de 250 mil euros.