Vinte cinco anos a arbitrar jogos de andebol marcam o percurso de vida de Rui Machado. Natural de Horta, Faial, o árbitro viu a sua carreira internacional limitada pelo facto de ser insular, no entanto o orgulho que sente em ser açoriano leva-o a considerar que conseguiu atingir um “patamar bastante satisfatório”.
Na passagem das bodas de prata enquanto árbitro nacional, Tribuna das Ilhas falou com Rui Machado que partilhou a sua experiência em prol da modalidade.
Tribuna das Ilhas (TI) - Como surgiu a arbitragem na tua vida?
Rui Machado (RM) - Foi naturalmente. Sempre gostei de praticar desporto e a arbitragem apareceu quando frequentei um curso de árbitros. Nessa altura entusiasmei-me, achei que tinha vocação e foi assim que aconteceu.
TI - Quando teve início a tua carreira enquanto árbitro de andebol?
Tirei o curso de árbitro no ano de 1986, portanto há trinta anos que ando na arbitragem e há 25 anos que sou árbitro nacional.
TI - O que te motiva enquanto árbitro desta modalidade?
RM - A arbitragem para mim é outro lado da vida. O meu escape, a forma de me estruturar e de me equilibrar. É um gosto, uma vocação, que levo muito a sério, na qual pretendo atingir objetivos e patamares cada vez mais altos. Aliás este foi sempre o meu desafio. Tentar mostrar o outro lado de mim e acho que tenho conseguido.
TI - Porquê a escolha do andebol e não de outra modalidade?
RM - Eu achava que tinha muita capacidade para jogar andebol. Era melhor a jogavar andebol, do que por exemplo a jogar futebol. Adorava andebol, dai que a ligação à arbitragem tenha sido muito rápida. Comecei a entusiasmar-me, na altura havia muita competição a nível Regional e à qual podíamos aceder com mais facilidade aos intercâmbios que se faziam entre as equipas participantes. Como eu gostava muito de andebol também iria gostar da arbitragem e foi essa a opção.
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