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04
julho

Primeira venda em lota de algas que não se destinem ao consumo humano deixa de ser obrigatória

Escrito por  Nuno Avelar
Publicado em Regional
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A Secretaria Regional do Mar, Ciência e Tecnologia, após audição dos parceiros do setor e da Universidade dos Açores, procedeu a uma alteração ao regulamento da apanha de espécies marinhas no Mar dos Açores, publicada em Jornal Oficial.

Com esta alteração deixa de ser obrigatório efetuar a primeira venda em lota de algas que não se destinem ao consumo humano, sendo que, até agora, todas as algas apanhadas no arquipélago tinham de passar pela lota, à exceção da recolha de arrojos do mar, ou seja, do sargaço.

O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia salientou a "importância" desta alteração, na medida em que passa a ser permitida a pesagem de algas em seco, o que representa uma “enorme mais valia” para os apanhadores.

 “Os compradores deste tipo de algas preferem adquirir as algas em seco”, frisou o Secretário Regional, sustentando que a obrigatoriedade da primeira venda em lota “prejudicava os apanhadores porque obtinham um rendimento inferior ao real valor das algas depois de secas”.

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