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02
setembro

Centenário das memórias presidenciais de Manuel de Arriaga assinalado na Horta

Escrito por  Carla Mota
Publicado em Reportagem
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No passado dia 24 de agosto, a Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores em parceria com a Associação dos Antigos Alunos do Liceu da Horta promoveu, na Casa Manuel de Arriaga, a Conferência “Memórias do Primeiro Presidente da República”, que contou com a participação dos antigos Presidentes da Assembleia da República, João Bosco Mota Amaral e Jaime José Matos da Gama. Esta sessão comemorativa contou com o Alto Patrocínio do Presidente da República. As comemorações do centenário da publicação da obra de Manuel de Arriaga, iniciaram-se no passado dia 1 de junho, no Museu da Presidência da República, com uma análise historiográfica que contou com a participação de António Araújo, Pacheco Pereira e Sérgio Campos Matos. Por sua vez, na Casa Manuel de Arriaga, os conferencistas João Bosco Mota Amaral e Jaime José Matos da Gama procederam a uma análise de cultura política. Para o presidente da AAALH atualmente, Manuel de Arriaga já não é o Presidente esquecido e apesar de ser o mais estudado não está tudo esclarecido sobre o mesmo. Henrique Barreiros salientou que a obra de Manuel de Arriaga é complexa pois contempla três aspetos: a pessoa, o vulto e a circunstância. A escolha desta obra tem como objetivo mostrar o caráter, o pensamento e a prática política de Manuel de Arriaga, frisou o Presidente da Associação dos Antigos Alunos do Liceu da Horta. Para a Presidente do Parlamento Açoriano as palavras do faialense Manuel de Arriaga continuam atuais pois têm “presente aquilo que nos deve mover a todos: a luta por uma sociedade mais igual e mais justa, princípio que deve estar na génese de toda a ação pública e política”. Na sua intervenção, Mota Amaral, destacou o pensamento de Manuel de Arriaga, em particular, sobre o papel do Presidente da República “o Presidente da República não pode deixar de traduzir, de personalizar a perpetuada pátria do passado, presente e futuro, a sua unidade sagrada e como tal não pode ser chefe de um partido, mas único representante da nação inteira”. Para Jaime Gama um dos aspetos marcantes da vida contemporânea é a desmitificação gradual sobre a figura de Manuel de Arriaga, referindo que a transladação dos restos mortais do antigo Presidente da República para o Panteão Nacional permitiu restituir o papel de Manuel de Arriaga na história. Na Conferência foi apresentada, por Carlos Lobão da Universidade Sénior da Ilha do Faial, a cátedra Manuel de Arriaga.
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